A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

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domingo, 12 de dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

FÍSICA QUÂNTICA


AS MATERIALIZAÇÕES

São explicadas da forma simples a partir dessas observações. Existe tanto a materialização feita pela consciência lúcida (evoluída e espiritualmente plena), quanto a materialização feita por volume de insistência (quando muitas pessoas desejam a mesma coisa). A materialização através da física espiritual acontece da seguinte forma: se muitas pessoas pensam em algo ela aceleram o processo de densificação para que aquilo aconteça ou exista.
Contudo, existem materializações que fazem uso de ectoplasma, que é um material intermediário. O ectoplasma é formado a partir de tecidos cedidos por um corpo que, vibrando num determinado estado eletromagnético, pode ser reorganizado fora do corpo como matéria. É dessa forma que surgem as materializações a partir do ectoplasma.A partir da física espiritual, ainda podemos ter explicações para grandes fenômenos, como é o caso relatado numa das edições sobre a vida do sábio Yogananda, na qual ele conta experiências de materializações do guru indiano conhecido como Babaji (uma figura lendária e tida como um dos grandes mestres espirituais da Terra. Sexto Sentido 7).
Nesse relato, Babaji faz aparecer um castelo, que teria por objetivo servir como alicerce para uma experiência espiritual de um discípulo. Essa materialização não foi feita com o ectoplasma, mas a partir da própria estrutura do universo. A consciência de Babaji emitiu aquele pensamento ou sentimento; então, as probabilidades colapsaram e atingiram um nível crítico, produzindo a transformação da realidade material e o “aparecimento” do castelo; e se fez matéria. Quando a experiência acabou, ele eliminou o pensamento de sua mente, pois havia cumprido sua função, e a matéria se desfez.Para a física quântica, o universo é formado por esses “potenciais de ser”. Generalizando, podemos afirmar que somos uma “espuma quântica”, unidades básicas de potencial formando toda uma “espuma” de probabilidades, e essa espuma tem a capacidade de “realizar” matéria.
Escrito por:
Regina L.
Diretora Técnica da R. Lobato Com. Rep. Serv. Ltda

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ASTROBIOLOGIA


A astrobióloga do Centro Goddard, da Nasa, Pamela G. Conrad, acredita que a nova forma de vida descoberta por cientistas americanos pode ser uma espécie de vida primitiva, uma das primeiras "tentativas" para os seres vivos que se desenvolveram depois. Pamela esteve presente no anúncio oficial da descoberta, na quinta-feira, na sede da Nasa. Em entrevista ao Terra, a astrobióloga afirma que nas primeiras biomoléculas, tanto o DNA quando outras moléculas básicas dos seres vivos, podem ter "experimentado" diversos elementos químicos para sua formação básica.
"Por exemplo, o composto de arsênio não é apenas o metal arsênio, mas é arsênio com oxigênio. Chamamos de arseniato. É muito menos estável quimicamente do que o típico grupo de elementos químicos que se encontra no DNA, chamado fosfato. Portanto, é possível que tenhamos começado por fazer biomoléculas com elementos químicos instáveis como o arseniato e outros. Mas, conforme as moléculas foram aleatoriamente formadas, se degeneraram, e foram novamente formadas, aquelas com elementos mais estáveis foram as que persistiram. Assim, é possível que este micro-organismo seja uma molécula mais primitiva. Mas pode ser uma de muitas", disse a pesquisadora.
A bactéria descoberta pelos pesquisadores é considerada diferente de todos os demais seres vivos conhecidos. Carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre são os seis elementos básicos de todas as formas de vida na Terra. Fósforo é parte da estrutura do DNA e do RNA, as estruturas que transportam as instruções genéticas da vida e é considerado um elemento essencial para todas as células vivas. A bactéria encontrada tem no lugar do fósforo o arsênio, um elemento químico tóxico para os demais seres vivos.
Questionada se os pesquisadores criaram ou alteraram de alguma forma a bactéria, Pamela diz que não. "Ninguém criou nada novo. É algo que já existia neste lago incomum e foi agora observado. Nada foi alterado, foi apenas observado algo que já existia na natureza."
Segundo a Nasa, a descoberta amplia o escopo de busca por vida fora da Terra e vai mudar os livros de Ciência. "Ao procurarmos por vida, tentamos reconhecer a química e a estrutura que basicamente definem a vida. (...) Há seis elementos que normalmente vemos associados à vida: hidrogênio, carbono, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Estes seis elementos são universalmente constantes na vida. Mas, quando vemos um organismo com um elemento como o arsênio, pensamos que o arsênio é tóxico e, portanto, provavelmente, não pode haver vida. A partir de agora, quando vermos arsênio, teremos de pensar que pode haver um tipo de vida que use esse elemento químico", diz a astrobióloga.
Por outro lado, teorias já indicavam a possibilidade de que outros elementos químicos poderiam se combinar para formar vida. "A novidade é que agora temos algo específico que podemos observar, e podemos tentar aprender com a estratégia que esse tipo de vida usa a fim de determinar que tipo de caminhos químicos ela pode usar para processar o que está disponível no meio ambiente."
"Nunca havíamos observado algo que incorporasse um elemento químico alternativo ao DNA, a molécula que grava instruções para que os organismos se reproduzam. Se o que foi descoberto se provar estável e pudermos observar isso de forma reproduzível, veremos que esse tipo de molécula não é tão exclusiva, e que talvez possa incorporar outros elementos químicos. Portanto, ao estudarmos poderemos ver os métodos pelos quais as biomoléculas usam outros elementos, o que pode nos proporcionar ideias para maneiras diferentes de procurar por vida", diz a pesquisadora.
Pamela descarta a possibilidade de que a bactéria tenha origem extraterrestre, já que tem várias semelhanças com outros seres na Terra. "Não é um organismo que é feito de algo diferente, mas que incorpora algo que é geralmente tóxico. (...) A diferença é que ele é capaz de sobreviver à presença deste metal tóxico (o arsênio)".
Sobre a possibilidade de o organismo ter uma origem diferente das demais formas de vida da Terra, ela também acha improvável, "mas é difícil saber com certeza". "A maneira pela qual sabemos isso é estudando a composição química hereditária, o DNA, e daí vemos o quão parecido o organismo é com outros micróbios. O organismo descoberto é suficientemente semelhante a outros micróbios, portanto temos bastante certeza de que a sua origem é terrestre", diz.
Por que estudar um lugar onde quase não há vida?
Com uma grande quantidade de arsênio em suas águas, o lago Mono, na Califórnia - onde foi descoberta a bactéria-, tem pouca vida. Apenas algumas plantas sobrevivem presas às suas rochas. Então, por que os pesquisadores foram a esse lugar morto? Segundo Pamela, os poucos seres que vivem lá podem dar pistas de como pode ter sido a vida em outro local do Sistema Solar.
"Este lago é interessante por que é uma bacia que evapora água. Sabemos que Marte costumava ter água estagnada. Portanto, conforme a água foi desaparecendo de Marte, a última porção de água ficava em uma bacia que evaporava. Tentamos entender a química e a mineralogia associadas a uma bacia que está evaporando e procuramos compreender a estratégia de sobrevivência que os organismos encontrados em tal bacia podem usar."
Pamela ainda acredita que a descoberta indica que sabemos muito pouco sobre o nosso próprio planeta. "Muitas pessoas especulam que pode haver metabolismos ou estratégias de vida estranhos ou alternativos que ainda não foram observados. Acho que seria muito pretensioso se algum cientista acreditasse que já observamos tudo que a natureza tem a oferecer. Prevejo que ainda observaremos muitas coisas incomuns com relação à vida."

fonte
site terra

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Panorama da ciência no Brasil e no mundo

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou nesta quarta-feira (10/11), em Brasília e em Paris, simultaneamente, o Relatório Unesco sobre Ciência 2010. A data corresponde ao Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento. O documento é editado a cada cinco anos para apresentar um diagnóstico do desenvolvimento mundial da ciência. No Brasil, o lançamento ocorreu em audiência pública no Senado Federal, em evento proposto pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que preside a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado e ressaltou o fato de o estudo dar destaque ao Brasil.

O país foi o único da América do Sul a ser contemplado com um capítulo exclusivo, de autoria de Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Hernan Chaimovich, coordenador dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP e professor da Universidade de São Paulo (USP).

Além de Brito Cruz e de Ribeiro, participaram da audiência Vincent Defourny, representante da Unesco no Brasil, Jailson Bittencourt de Andrade, representando a Academia Brasileira de Ciência (ABC), e Roosevelt Tomé Filho, secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social.

De acordo com Defourny, o relatório apresenta análises extensas sobre a evolução da ciência e tecnologia por regiões no mundo e destaca alguns países que apresentam características de evolução de políticas ou de investimentos que podem se tornar exemplares no contexto global.

“O relatório mostra que, ao lado da clássica tríade que sempre se destaca na ciência e tecnologia – Estados Unidos, Japão e União Europeia –, há a crescente importância de países emergentes como a Coreia do Sul, a India e a China. E também o Brasil, que aparece ainda de forma modesta, mas com um papel que lhe permite crescer e avançar”, disse Defourny à Agência FAPESP.

Segundo ele, no caso do Brasil, os números indicam grande evolução recente no setor, mas uma relativa estagnação nos últimos anos. “O país desenvolveu uma base acadêmica competitiva em ciências, mas há ainda uma série de desafios. A taxa de crescimento no número de doutores, por exemplo, foi de 15% ao ano por muito tempo. Nos últimos três anos, o crescimento continuou, mas foi de apenas 5% por ano. É um sinal de estagnação. Será uma tarefa do novo governo federal olhar para esses dados de forma muito detalhada”, afirmou.

Um dos problemas diagnosticados pelo relatório no país é a falta de investimento no setor por parte do governo e, especialmente, das empresas privadas. “A pesquisa e desenvolvimento na indústria precisa receber uma atenção maior até mesmo do que a pesquisa acadêmica”, disse.

O relatório indica que o investimento em ciência no Brasil deriva principalmente do setor público: 55%. O país está abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na relação entre o investimento bruto em pesquisa e desenvolvimento (GERD, em inglês) e o produto interno bruto (PIB) do país.

Para alcançar a média da OCDE de financiamento público à pesquisa e desenvolvimento (P&D), o Brasil precisaria investir um adicional de R$ 3,3 bilhões ao ano, montante que corresponde a três vezes o orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Nos gastos empresariais com P&D, a média dos países membros da OCDE é o triplo da encontrada no Brasil. Para igualar esse patamar, seria preciso aumentar os gastos privados no setor de US$ 9,95 bilhões ao ano para US$ 33 bilhões.

O desafio, de acordo com o capítulo produzido por Brito Cruz e Chaimovich, pede instrumentos de políticas públicas muito mais efetivos que os empregados até agora pelo Estado Brasileiro. Segundo Brito Cruz, além de reiterar a grande desigualdade regional na produção de ciências no Brasil, o relatório destacou a necessidade de uma melhor articulação entre as iniciativas federais e estaduais.

“Uma articulação entre políticas federais e estaduais não se resume a transferir recursos da União para os estados. É essencial, por exemplo, que os estados participem diretamente da produção de indicadores de ciência e tecnologia. Precisamos de uma política nacional de ciência, tecnologia e inovação, e não de uma política federal desconectada dos estados”, disse à Agência FAPESP.

O relatório da Unesco revela um mapa no qual é possível comparar, periodicamente, o desempenho das várias regiões do mundo em ciência e tecnologia e avaliar suas políticas. Trata-se de um exemplo de como o Brasil deveria mapear o desempenho em suas regiões, de acordo com Brito Cruz.

“São Paulo tem feito isso, mas não temos os dados do Brasil para diagnosticar o que ocorre nos vários estados, para fazer comparações e para pensar em soluções integradas. Sem isso, fazemos um voo cego. A Unesco está dando um ótimo exemplo”, disse.

Menos cientistas em empresas

Entre as principais preocupações manifestadas por Brito Cruz em relação aos diagnósticos incluídos no relatório está o fato de a mais recente Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ter mostrado que o número de pesquisadores que trabalham em empresas no Brasil diminuiu entre 2005 e 2008.

“Isso é algo que deve nos preocupar muito, porque toda a estratégia e as políticas são feitas para levar mais pesquisadores para a empresa e esse número nem sequer ficou constante: diminuiu em 10% no período. É um problema que precisa ser bem entendido. Precisamos ter esses indicadores com frequência para podermos realimentar as políticas públicas”, destacou. O número de pesquisadores em empresas era de 35 mil em 2000, passou a 40 mil em 2003, 50 mil em 2005 e caiu para 45 mil em 2008.

Para Brito Cruz, houve evoluções importantes no setor no Brasil, mas não basta observar que os indicadores de resultados estão crescendo. “É preciso saber se estão crescendo em relação ao resto do mundo, com quem o país compete”, afirmou.

“A Coreia do Sul edita esse tipo de dados a cada três meses. No Brasil, depois de três anos descobrimos que há menos pesquisadores em empresas. Com tantas políticas, como isso está acontecendo? É preciso entender. Foi identificado o problema e pode haver uma explicação, mas não sabemos qual é. Trata-se de um alerta para nos perguntarmos que resultados essas políticas estão trazendo”, disse.

Outra preocupação, segundo Brito Cruz, é que, apesar da necessidade de formar mais recursos humanos, nas universidades federais o número de concluintes deixou de crescer desde 2004.

“Em 2008 houve menos concluintes do que em 2004. As federais têm uma importante qualidade acadêmica no Brasil, ainda que com heterogeneidade. Precisamos recuperar o crescimento desse sistema”, disse.

Mais informações: www.unesco.org/pt/brasilia

segunda-feira, 29 de março de 2010

Unhas e saúde em perfeita sintonia

Unhas e saúde em perfeita sintonia

Unha bonita? Só com a saúde perfeita.
Saiba tudo sobre a saúde das suas unhas
e o passo-a-passo para deixá-las fortes
e bonitas

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Da mesma maneira que você mostra sua personalidade, seu estado de espírito e dita tendências da moda através das suas unhas esmaltadas, você também deve olhar para as suas próprias unhas e saber o que elas querem lhe mostrar – sim, as suas unhas são o espelho do seu organismo e elas mostram o que você é e como está. Portanto, tudo agora está apenas em suas mãos, literalmente.

Nossas unhas são compostas de queratina, um tipo de proteína sintetizada que serve para formar diversas estruturas do corpo. Embora fortes, as unhas dever ser flexíveis, brilhantes e lisas, sem irregularidades na lâmina (o local onde se passa o esmalte). Traumas na cutícula e na matriz da unha fazem com que elas cresçam tortas e irregulares.
As unhas das mãos, a cada dez dias, crescem cerca de 1mm, 3 vezes mais rápido do que as unhas dos pés.

Uma unha saudável deve aliar o uso de produtos específicos, cuidados diários e, especialmente, uma ingestão suficiente de proteínas, vitamina A e complexo B e sais minerais como zinco, iodo, ferro e cálcio. Uma má alimentação e a escassez dos nutrientes citados resultam em unhas que se tornam fracas, se quebram com maior facilidade e frequência, descamam, apresentam manchas e se tornam irregulares, além do que, ficam mais suscetíveis a doenças e ao ataque de fungos.

Segundo a Dra. Tamara Mazaracki, médica e especialista em nutrologia –“as unhas são como um espelho da saúde no corpo. Elas devem ser muito bem cuidadas, e qualquer tipo de problema que persista, requer a atenção de um médico.” – alerta. “Unhas fracas também podem ser devido a traumas no leito da unha, deficiências glandulares (hipotireoidismo) e outras doenças como micoses e psoríase.” – afirma Dra. Tamara. (vide box “Problemas mais comuns nas unhas”)

Problemas mais comuns nas unhas
Unhas pálidas, sem cor Anemia, deficiência de ferro
Unhas ressecadas que quebram com facilidade e descamam Falta de vitamina A, proteínas e cálcio
Unhas que não crescem Deficiência de vitamina A e zinco, ou uso de certos medicamentos
Unhas muito finas e quebradiças Falta de proteína
Unhas com linhas horizontais e frágeis Falta de vitaminas do complexo B, principalmente a biotina e enxofre. Pode também ser por conta de algum desequilíbrio hormonal
Unhas com linhas verticais e frágeis Deficiência de ferro ou anemia
Unhas com pontos brancos Pode ser por deficiência de zinco ou por trauma na base ou leito da unha.
Unhas com manchas escuras e avermelhadas Pode ser trauma ou sinal de câncer de pele – procure um médico urgentemente
Unhas com manchas amareladas Problema respiratório como bronquite ou infecção por fungos e bactérias
Unhas que soltam do leito Psoríase ou intoxicação por medicamentos

A nutrição das unhas

Uma boa alimentação, rica em vitaminas, minerais e proteína, reflete em unhas fortes e bonitas. É extremamente necessário beber água, muita água. Assim como a falta crônica de água deixa nosso corpo desidratado, o mesmo acontecerá com as unhas: secas e sem nenhuma hidratação. A dica da Dra. Tamara é – “Se você não gosta de água pura, misture meio a meio com suco de frutas – assim você complementa com as vitaminas e minerais presentes nelas. Lembre-se: seis a oito copos de água por dia só lhe farão bem.”

Os elementos essenciais para unhas perfeitas

Biotina
O que é:
vitamina que faz parte da família B.
Para que serve: essencial para manter as unhas fortes e agilizar o seu crescimento.
Sinais de deficiência da Biotina no organismo: unhas fracas que descamam com facilidade. Quem sofre de dermatite seborreica e queda de cabelo, deve caprichar na ingestão da biotina.
Onde encontrar: na gema dos ovos, couve, tomate, alface, cenoura, amêndoas, levedo de cerveja, cogumelos, cebola, salmão, peito de frango e de peru, fígado bovino, espinafre, couve-flor, repolho, pepino, leite de vaca e de cabra, queijos, morango, aveia, nozes.

Vitamina A
O que é:
vitamina antioxidante
Para que serve: ajuda a manter a visão, a função imunológica, o metabolismo ósseo e a saúde da pele, cabelos e unhas.
Sinais de deficiência da Vitamina A no organismo: unhas que demorar a crescer. Se a sua pele tem tendência à dermatite, a deficiência dessa vitamina pode ser a causa.
Onde encontrar: vegetais e frutas de cor amarela, laranja e verde-escura, como brócolis, espinafre, couve, cenoura, abóbora, batata doce, melão, manga, laranja, e no leite, queijo, manteiga, fígado de galinha, óleo de peixe, pescados, frutos do mar, ovos.

Ferro
O que é
: é um sal mineral
Para que serve: está diretamente envolvido no transporte do oxigênio pelas hemácias, as células vermelhas do sangue.
Sinais de deficiência do Ferro no organismo: anemia, dor nas pernas, cansaço, queda de cabelos, unhas fracas e quebradiças. Linhas verticais aparecem nas unhas e existe uma palidez no leito ungueal.
Onde encontrar: carne bovina, frango, atum, salmão, fígado e outras vísceras, carne de porco e carneiro, ovos, todos os feijões, pão integral, germe de trigo, açaí, beterraba, vegetais folhosos de cor verde-escura, uva-passa.

Zinco
O que é:
mineral da imunidade
Para que serve: ele participa de reações químicas em centenas de enzimas que regulam a função corporal (síntese de proteínas, reprodução celular, cicatrização de feridas). Por ser de difícil absorção, conseguimos absorver, de modo geral, apenas 30% do zinco nos alimentos que consumimos.
Sinais de deficiência do Zinco no organismo: unhas ficam fracas, descamam com facilidade, demorar a crescer e apresentam manchas brancas.
Onde encontrar: ostras, frutos do mar, peixes, levedo de cerveja, ovos, carne vermelha, aves, grãos integrais, nozes e sementes.

Cálcio
Para que serve: é importante para a saúde dos ossos e dentes assim como as unhas também precisam de cálcio.
Sinais de deficiência de Cálcio no organismo: as unhas perdem a força e dureza, ficam ressecadas e podem apresentar fendas verticais que se abrem sempre no mesmo lugar.
Onde encontrar: leite e laticínios, como queijo, iogurte e kefir, vegetais de folhas verde-escuro, como couve, brócolis, agrião, rúcula, bertalha, espinafre, repolho, quiabo, algas, sementes de gergelim, queijo tofuCuriosidade: para quem não quer a gordura dos queijos, a mesma medida de couve tem a metade da concentração de cálcio.

Enxofre
O que é:
mineral mais abundante no corpo humano e perde apenas para o cálcio e fósforo
Para que serve: é essencial para a síntese de colágeno, um componente vital para a saúde e flexibilidade das unhas, pele, cabelos, articulações, ossos e tendões. Sua reputação é de mineral da beleza, justamente pela sua ação direta na produção de colágeno. Também tem papel importante no metabolismo das vitaminas do complexo B, incluindo a biotina. Estimula a imunidade e luta contra os radicais livres.
Sinais de deficiência do Enxofre organismo: as unhas ficam duras, secas e sem flexibilidade, quebrando com facilidade bem rente à pele.
Onde encontrar: cebola, alho, repolho, couve, alface, algas, nozes, ovos, leite, carne, frutos do mar, aves.

Proteínas
O que é:
compostos orgânicos
Para que serve: uma dieta rica em proteínas ajuda a ter unhas fortes. Como a unha é feita de queratina (um tipo de proteína) ela precisa ser reposta para manter a força e a capacidade de crescimento. O colágeno forma a matriz do qual os sais minerais já citados anteriormente se fixam para deixar as unhas fortes e resistentes. Quando mais colágeno disponível, maior será a fixação destes minerais essenciais e, conseqüentemente, ocorre uma melhora no aspecto e crescimento das unhas.
Sinais de deficiência do Enxofre organismo: as unhas ficam duras, secas e sem flexibilidade, quebrando com facilidade bem rente à pele.
Onde encontrar: carne, aves, pescados e frutos do mar, ovos, leite, gelatina ou colágeno em pó, grãos integrais, quinua.

Passo-a-passo dos cuidados diários para unhas bonitas

Agora que as unhas já foram cuidadas de dentro para fora, iremos tratá-las do lado de fora para que o mundo as observe: o lado que todos irão olhar e falar: “Nossa, que unha bonita!”

E os cinco passos básicos para unhas bonitas são:

1) Hidrate muito as cutículas

Deve-se criar uma rotina diária, várias vezes ao dia de hidratação intensiva para as cutículas (vide slide show “Produtos para as mãos e unhas”) A caneta hidratante para cutículas é uma ótima pedida e pode ficar na bolsa; com óleos essenciais, hidratam a cutícula intensamente e fortalecem a unha, sendo de muito fácil aplicação. A ponta também serve como afastador da cutícula e promove uma aplicação intensa e fácil

Logo após o banho e antes de dormir, massageie as cutículas com o Mira-Cuticle da Avon; que reduz as cutículas e as deixa com aparência suave e bonita. Faça isso todos os dias da semana, duas vezes ao dia e nunca mais precisará tirar as cutículas. Sem contar que dedos eternamente inflamados, serão apenas uma lembrança do passado.

2) Não retire as cutículas

As cutículas são protetoras do organismo e, uma vez retiradas, são portas abertas para doenças e bactérias. Cutículas cortadas, machucadas ficam inflamadas e são causadoras de unhas fracas, traumatizadas, com manchas e irregularidades.

Uma boa dica e que acabou virando um verdadeiro salva-vidas das manicuristas é a utilização do creme Gerimataia. Este composto de extratos naturais (são 16 ativos) ajuda a abrandar as inflamações e dores quando verdadeiros bifes são extraídos ao se tentar retirar a cutícula com alicates.

O Gerimataia é uma boa opção para quem quer regenerar e desinflamar as cutículas para que ela restabeleça seu estado normal. Mas atente para o fato de que, inflamações constantes, requerem um acompanhamento médico, pois podem ser reflexo de problemas de saúde.

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1) Hidratar muito e várias vezes ao dia: caneta hidratante é uma ótima opção – 2) Redutor de cutículas ajuda a manter cutículas suaves e bonitas

Mas o ideal é mesmo não retirar as cutículas, apenas afastá-las diariamente, após o banho com uma espátula de metal. Isso substitui o uso constante do alicate e mantém as cutículas pequenas e em sua posição natural. Se necessário, retire apenas alguns excessos que estão muito ressecados e quase perto de se soltarem.

3) Proteja e hidrate as mãos

Além de cutículas hidratadas, as mãos também merecem atenção especial. O contato direto com produtos de limpeza, pó, poluição e agentes químicos fazem com que a pele fique ressecada e, consequentemente as unhas fiquem fracas e quebradiças.

Antes de proceder a hidratação, para obter melhores resultados, o ideal é promover uma esfoliação suave e bem controlada para remover células mortas e ativar a circulação, proporcionando uma aparência mais viçosa e jovem além de deixar a pele preparada para o melhor assentamento do hidratante.

Um ótimo produto para uma esfoliação criteriosa é a Loção Esfoliante com Turmalina da Gerimataia. Turmalina? A pedra preciosa?

Sim, ela mesma e explicamos qual a vantagem de sua utilização em um esfoliante. A turmalina se distingue dos outros minerais por possuir uma estrutura prismática de três faces. Os prismas têm frequentemente estrias verticais bem marcadas que produzem um efeito triangular arredondado e essa característica é que proporciona uma esfoliação eficiente e sem ferir a pele.

Outra característica importante é que a turmalina mantém seu fator de esfoliação constante durante todo o processo de utilização. Esfoliantes comuns apresentam inicialmente um fator de esfoliação alto, mas que se desgastam ao longo do processo impedindo um melhor controle de quem aplica o produto.

Após a esfoliação, chega a hora da hidratação e proteção das mãos e unhas. Uma boa solução é usar um creme hidratante, que ao mesmo tempo que hidrata intensamente, cria uma película protetora contra os agentes externos nocivos à pele e às unhas, um ótimo produto para esse fim é a Luva de Silicone, também com Turmalina, para potencializar o efeito do mineral na pele.

O uso de um creme específico para as mãos, várias vezes ao dia, evita ressecamento e promove uma hidratação intensa além de criar uma película protetora, revitalizar e regenerar a pele.

Existe uma variedade imensa de produtos no mercado e, entre tantos, o Avon Renew – Creme Transformador para mãos e unhas e Avoplex, da OPI são bons e cumprem o que prometem: unhas fortes e pele ultra hidratada.

Ao realizar trabalhos domésticos ou jardinagem proteja as mãos com luvas e hidrate intensivamente ao final do trabalho. Uma luva de silicone com turmalina Evite traumas e não faça de suas unhas uma ferramenta, elas são delicadas e merecem tratamento especial.

4) Escolha a base certa para suas unhas
Para cada unha, uma base. Sempre que quiser fazer as unhas, antes de passar o esmalte nunca deixe de usar uma base. As bases protegem as unhas e evitam que o esmalte fique em contato direto com a pele e, além disso, são formuladas para cada problema já descrito na tabela.

Unhas que descamam: sinal que a unha está fraca e precisa se fortalecer.
Produtos indicados: Nutribase Pró-Fortalecimento da Colorama, Linha Tratamento e DNA Nails, Risqué Technology
Unhas que demoram a crescer: necessitam de estimulantes de crescimento
Produto indicado: Nutribase Pró-Crescimento, da Colorama
Unhas com linhas verticais (estriadas): devido a traumas ou deficiência de nutrientes no organismo, as unhas podem ficar estriadas, para isso, uma base niveladora é a melhor opção.
Produtos indicados: Nutribase Pró-Nivelamento, da Colorama.

5) Use apenas removedor de esmaltes
Já foi o tempo que era só a acetona que retirava por inteiro o esmalte. Com a tecnologia de hoje, muitos produtos foram desenvolvidos e prezam a saúde e aparência das unhas; os removedores sem acetona são ótimos e não ressecam as unhas como a acetona faz, além de deixar a pele com aparência hidratada e as unhas brilhantes com a mesma eficiência de qualquer acetona ao retirar o esmalte.
Produtos indicados: Removedor Tiresmalte Hipoalergênico da Impala, Removedor de Esmaltes, da Avon, Removedor de Esmaltes Hipoalergênico Linha Óleo de Orquídea, da Risqué.

Com cuidados básicos, rituais diários e assiduidade no tratamento e hidratação das mãos, unhas e cutículas todos estamos no caminho de termos unhas bonitas e saudáveis sempre.

Daniele Honorato
Empresária e publicitária
Autora do blog www.unhabonita.com.br

Dra. Tamara Mazaracki
Formada em Medicina pela UNIRIO
Especialista em Nutrologia
Membro da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia
www.tamaramazaracki.med.br

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