A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

FLÚOR




O nome flúor vem do latim fluere, que significa "fluxo". Na antiguidade, a fluorita era utilizada como agente fundente, promovendo a fusão de outros elementos.
O flúor é um gás halógeno, como o iodo e o cloro, extremamente volátil, altamente reativo e que facilmente se combina a outros elementos. Na natureza ele se apresenta como fluorapatita {Ca5(PO4)3F} ou fluoreto de cálcio (CaF2), também conhecido como fluorita ou espatoflúor.
O conhecimento científico sobre a toxidade do flúor é antigo. O Journal of the American Dental Association, em 1936, já alertava:
"Os registros sobre a toxicidade dos elementos apontam o flúor, o chumbo e o arsênico como aqueles que intoxicam a doses diminutas. É crescente o número de evidências sobre a intoxicação causada pela ingestão prolongada de pequenas quantidades de flúor."
Todo químico sabe que a toxicidade do flúor é superior à do chumbo e pouca coisa inferior à do arsênico. Em 1945, porém, seu potencial de intoxicação foi revogado pelos americanos e o fluoreto de sódio instituído como principal "escudeiro" no combate às cáries dentárias, passando a ser distribuído à população através das redes de águas e, mais recentemente, do sal.
Apesar de qualquer número acima de 15 ppb ( partes por bilhão ) de chumbo continuar sendo considerado tóxico ao organismo, 1.000 ppb (=1 ppm) de flúor foram dogmatizados como a quantidade ideal para o consumo humano. 
A partir de então, a reciclagem do flúor - um subproduto da indústria do alumínio e dos  superfosfatos ( pesticidas ) - cuja toxidade não permite que ele seja lançado ao mar, rios ou lagos, passou a ser fonte de lucros. Há uma década atrás, calculava-se que em vez dessas indústrias gastarem anualmente cerca de US$400 milhões para dispensá-lo como lixo tóxico, estivessem lucrando em torno de US$180 milhões com a sua venda.
Para o Dr. Robert Isaacson, da Binghamton University (New York), nada justifica a intoxicação das populações pelos fluoretos de sódio e de alumínio presentes na água (e no sal).
Do ponto de vista auto-ecológico, esse fato é de uma gravidade tão grande, que qualquer
cidadão ou profissional da saúde tem que se perguntar:
A quem interessa a intoxicação em massa?
Extraído da obra "Dossiê Flúor" M.L Camargo

Nenhum comentário:

Ocorreu um erro neste gadget

LIKE-FACEBOOK

VISITORS

free counters

solar terrestrial data