A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Laminina – proteína ajuda prevenir e tratar lesões medulares.


Portal dos Fármacos - Laminina  
Laminina
Uma proteína em formato de cruz, presente na matriz extracelular
de praticamente todas as nossas células.



Proteína ajuda a prevenir e tratar lesões graves causadas por acidentes.
A laminina é encontrada em tecidos do corpo humano, nos músculos e na placenta. É fácil de ser coletada e conservada em um freezer comum.

É um desafio que move pesquisadores de todo o mundo: encontrar tratamentos para as doenças que atormentam o homem. A busca é muito antiga. Mais recente é a tendência de achar no corpo do próprio homem a esperança para a cura.

Em um laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pesquisa é em cima de uma proteína: a laminina. Há cinco anos os resultados têm sido promissores para recuperar lesões na medula que deixam milhões de pessoas todos os anos em cadeiras de rodas.

A laminina é encontrada em tecidos do corpo humano, nos músculos e na placenta. É fácil de ser coletada e conservada em um freezer comum. “Nós temos várias alíquotas. Essas alíquotas são diluídas na hora. O que fazemos é apenas adicionar um diluente. É só um volume bem pequenininho: três gotinhas, um microlitro”, explica a professora da UFRJ Tatiana Coelho Sampaio

É pouco, mas é o suficiente para conseguir bons resultados em ratos de laboratório que passam por uma cirurgia simples. A única diferença da coluna cervical do rato para a do homem é o tamanho. Dentro da medula tem vasos sanguíneos e os axônios, que levam as ordens do cérebro para o resto do corpo.

A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil acompanhou uma cirurgia que, com a introdução de um cateter, vai provocar um esmagamento, a lesão da medula – exatamente como se fosse um acidente de carro ou a queda de um cavalo. Os axônios são rompidos, ocorre uma hemorragia, e o rato perde o movimento das patinhas de trás.

O centro cirúrgico foi montado no próprio laboratório, com luz especial e proteção para os sensíveis olhos do bichinho. O pesquisador Marcos Assis Nascimento, doutorando da UFRJ, faz a lesão com o cateter em pouco tempo.

“Cinco minutos se passaram com o cateter inflado dentro da medula e já provocamos a lesão. O rato vai ser tratado com laminina, e o tratamento vai ser agora”, explica o doutorando.

Vinte e quatro horas depois, a equipe de reportagem retorna ao laboratório e já reencontra a professora da UFRJ, Tatiana Coelho Sampaio, com toda a equipe de alunos. Mas o que mais interessa nesse momento é saber como estão os ratinhos.

Não há muita dúvida de que é um dos ratinhos que não passaram pelo tratamento, porque ele está bem paradinho. Já um ratinho que passou pela cirurgia e também passou pelo tratamento, pela injeção de laminina, tem uma limitação do movimento da pata, mas ele tem uma movimentação muito maior.

Sete dias depois, o ratinho que não foi tratado tem uma clara dificuldade de se apoiar nas patas traseiras. O outro tem a movimentação quase normal. Em quanto tempo vai ter a possibilidade de fazer testes em seres humanos dessa proteína?

“A limitação não é científica. É uma limitação mais logística. Os dados científicos nós temos já prontos. O que a gente imagina é testar inicialmente em paciente agudos para ver se a gente consegue reproduzir esse feito até o final na recuperação melhor desses pacientes”, afirma a professora Tatiana Coelho Sampaio.

Em breve começam os testes em seres humanos. A vantagem em relação às células-tronco, que também fazem parte de um tratamento muito promissor, é que, segundo a UFRJ, a proteína pode ficar guardada em uma geladeira comum e pode ser coletada de qualquer pessoa – e não apenas da própria pessoa que sofreu o acidente.

Assista agora no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=BGm33CTNqO8Site externo.
ou
Salve este vídeo em seu computador (formato MP4 com 18 MB).
Dica: Clique com o lado direito do mouse e vá em “Salvar destino como…”

 
Fonte: G1 – Edição do dia 26/05/2011.


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Postado por: Gilberto Porta


Laminina - proteína ajuda prevenir e tratar lesões medulares.

A Professora Tatiana Sampaio (ICB/UFRJ) desenvolve em seu laboratório uma promissora pesquisa sobre a utilização da proteína Laminina no tratamento de lesões raquimedulares.
 

Créditos: canal de enviado em 26/05/2011

A laminina é encontrada em tecidos do corpo humano, nos músculos e na placenta. É fácil de ser coletada e conservada em um freezer comum (...)


Lamininas são proteínas importantes na lâmina basal (anteriormente impropriamente chamada de "membrana basal"), uma base de rede de proteína para a maioria das células e órgãos. As lamininas são uma parte importante e biologicamente ativa da lâmina basal, que influenciam a diferenciação celular, migração, adesão, bem como fenótipo e sobrevivência. [1]

Extraído de: http://en.wikipedia.org/wiki/Laminin




Laminina, uma proteína “milagrosa”

Uma proteína em formato de cruz, presente na matriz extracelular de praticamente todas as nossas células, que quando depositada em solução ácida, pode representar esperança para recuperação de funções motoras consideradas perdidas após acidentes com lesões na medula espinhal. O nome da candidata a “santa” é Laminina. A proteína é adorada em várias partes do mundo não só pelos cientistas, mas também pela população em geral.


“Na Internet, é possível comprar camisetas exibindo a estrutura química da proteína com slogns ressaltando as suas propriedades biológicas de ser a grande “cola” do universo. Estão disponíveis em tamanho adulto, criança e até para cachorros” – observou a Prof. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular da UFRJ, que descobriu o “produto” por acaso, ao procurar em sites de busca imagens da laminina para ilustrar sua conferência. 

Segundo ela, exagera-se ao exaltar a propriedade de adesão da laminina, visto que existem outras proteínas com essa mesma função. A pesquisadora acredita que a preferência pela laminina se dá pelo seu formato cruciforme: “Fica mais fácil para os pastores explorarem: Deus criou o homem e para colar as suas células fez uma cruz”. Tatiana ressaltou, entretanto, que a propriedade de adesão da proteína não está necessariamente envolvida no processo de recuperação das lesões na medula espinhal.

Foto: Lucia Beatriz Torres  
Portal dos Fármacos - Prof. Tatiana Sampaio
- A laminina é uma proteína grande, com vários pedacinhos que podem exercer diferentes funções. Acreditamos que a atividade de cola não está exercendo o papel terapêutico pois, quando administramos a laminina normal, sem pH ácido, ela continua com a propriedade de cola, mas não resulta em melhora na lesão medular.
Prof. TATIANA SAMPAIO
- UFRJ -
 

O grupo da Dra. Tatiana Sampaio descreveu no ano 2000, pela primeira vez, que a laminina em solução ácida era capaz de formar polímeros e promover a recuperação funcional da área medular lesionada. Nos estudos, verificou-se que a acidificação do meio estabiliza a polimerização da laminina, ou seja, o pH ácido facilita que as moléculas de laminina dêem as mãos uma com as outras até formar uma enorme rede, chamada de polímero biomimético. “Sabia-se que a laminina era importante na recuperação do nervo periférico, mas ninguém ainda havia descoberto como. O pH ácido era o seu grande segredo” – revelou a pesquisadora.

Resultados impressionantes foram obtidos em estudos com roedores. Depois de algumas semanas da aplicação da solução da proteína na medula dos ratos, observou-se que nas lesões leves o efeito da terapia era equivalente ao de uma pessoa sair da cadeira de rodas para usar bengalas. Já nas lesões graves, representou um maior controle sobre os membros. Nesse estudo, as injeções de laminina foram feitas entre 30 minutos e dez dias depois das lesões na medula espinhal.

Após a lesão na medula ocorre o comprometimento dos axônios, que são como fios elétricos presos aos neurônios que conduzem as informações do cérebro para o resto do corpo. A terapia com a laminina em pH ácido ajuda a preservar os axônios da degeneração, estimulando a sua regeneração, restituindo, dessa forma as funções perdidas pelos neurônios no momento da lesão. Os ensaios com animais demonstraram ainda que a laminina possui propriedades anti-inflamatórias, protegendo o tecido nervoso da reação inflamatória que ocorre posteriormente à lesão da medula.

“Nenhum efeito colateral ou deletério foi encontrado na terapia. A laminina é do bem!” – garantiu a Profa Tatiana Sampaio, que espera começar em breve os ensaios clínicos com seres humanos. Outros estudos, desenvolvidos pelo mesmo grupo de pesquisa, visam testar a solução de laminina associada ao uso de células-tronco mesenquimais derivadas do tecido adiposo. Quem sabe mais uma terapia promissora surge nos laboratórios universitários.



Trecho extraído de: http://www.portaldosfarmacos.ccs.ufrj.br/atualidades_40icb.html

Laminina
alt



LAMININA: Glicoproteína, não colágena, em forma de cruz, encontrada exclusivamente nas membranas basais.



Glicoproteínas são proteínas não ramificadas, formadas por unidades dissacarídicas que não se repetem ligadas covalentemente em estrutura peptídica, sendo os açúcares o seu grupo prostético.

Alguns exemplos de glicoproteínas são: imunoglobulinas, hormônio folículo-estimulante, hormônio luteinizante, gonodotrofina coriônica e protrombina, além das presentes em secreções mucosas.

As glicoproteínas são facilmente marcadas com o corante PAS (ácido periódico-Schiff), que é utilizado na histologia para identificar células com alto conteúdo glicoprotéico. As células assim marcadas são ditas PAS+. É um exemplo de célula rica em glicoproteína a célula caliciforme, amplamente distribuída por diversas mucosas do organismo.


As lamininas são uma família de glicoproteínas que são parte integrante do andaime estrutural em quase todos os tecidos de um organismo. Elas são secretadas e incorporadas associados a células matrizes extracelulares. A Laminina é vital para a manutenção e sobrevivência dos tecidos. Defeituosa pode causar uma forma de distrofia muscular, a epidermólise bolhosa juncional (doença de pele letal bolhas) e os defeitos do filtro renal ( síndrome nefrótica ). [4]

Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicoprote%C3%ADna

http://en.wikipedia.org/wiki/Laminin





CONTRIBUIÇÃO DE LÍRIO DO CAMPO




http://api.ning.com/files/kwpJkHtlX44ZaJ1XQY1PsWKHt9IkwGUMjuwCA1HXSQWgUxY-hVk7sdglQ4t4zt3rXCxkWGPIDuwH9Rx7LYWnbRJTCT31V9YC/002K051YdLO.gif

2 comentários:

Alessandro dias da silva disse...

Olá, me chamo Alessandro dias, Eu era professor de capoeira na cidade de Jataí Goiás, quando sofri um grave acidente auto mobilístico no dia 01/07/2012
tive uma fratura na coluna me deixando paraplégico devido a uma lesão medular na região T-8,
Eu dava aulas de capoeira em colégios, não era registrado,havia apenas um contrato, sendo assim eu não consegui me aposentar e nenhum amparo de saúde do INSS, e minha vida tem se tornado muito difícil, pois são muito caros todos os medicamentos, e as seções de fisioterapias, em minhas buscas e pesquisas para algum tratamento ou solução pra minha lesão, eu acabei vendo a matérias de vocês, sobre uma pesquisa da proteína laminina no tratamento da lesão medular,
fiquei muito feliz em saber que ainda posso ter esperanças de prosseguir a vida com minhas próprias pernas, vendo o sucesso que essa proteína vem trazendo nas pesquisas e os resultados alcançados. Gostaria muito de me cadastrar,concorrer,ou alguma outra forma de conseguir uma oportunidade de participar destes testes e pesquisas elaboradas por vocês

Alexandre Moreira disse...

Interessante. Mas ainda acho que é um tipo de pareidolia, pois se cristo tivesse morrido em uma cadeira elétrica, teriamos que identificar uma sequencia de moléculas em forma de cadeirinha ou se, enforcado, moléculas projetando uma semelhança de forca.

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