A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

HALO SOLAR SE FORMA NO CÉU DE BRASÍLIA

Halo solar é observado no céu de Brasília. Fenômeno, típico na passagem do inverno para a primavera, é causado por nuvem de cristais de gelo que refratam luz solar  Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
 
 
De acordo a metereologista Josélia Pegorim, da agência Climatempo, o halo é um fenômeno relativamente comum   Foto: Andre Renato/vc repórter
 
São os cristais que interagem com a luz que vem do Sol ou da Lua e geram os círculos concêntricos coloridos, nas mesmas cores do arco-íris    Foto: Giselle de Oliveira/vc repórter

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

E se você pudesse viajar na velocidade da luz?



Esqueça as teorias físicas que o homem já formulou, todas as leis que regem o universo, e se concentre apenas no seguinte: você é uma partícula que pode viajar na velocidade da luz. Cientistas do Instituto para Estudos Avançados, em Austin (Texas, EUA), resolveram fazer uma simulação teórica de como isso funcionaria.
Esta iniciativa partiu de novos estudos com o neutrino. Trata-se, basicamente, de uma partícula subatômica que seria capaz de se locomover mais rápido que os 300 mil quilômetros por segundo que a luz atinge. Einstein refutou a possibilidade de podermos nos locomover tão rápido quanto a luz, basicamente porque demandaria energia infinita, mas estudos recentes têm colocado esta ideia em cheque. De qualquer maneira, ainda está totalmente no campo da suposição uma viagem humana nessa velocidade.
Em primeiro lugar, como explicam os pesquisadores, nossa habilidade de ver a luz sofreria alteração. Se a luz chega até nós e é captada, sendo muitíssimo mais rápida que o nosso olhar, não se sabe ao certo como poderíamos vê-la estando na mesma velocidade do que ela.
Ainda no campo visual, imagine que saímos da Terra com uma nave à velocidade da luz. Essa é a velocidade que o sinal das transmissões de TV alcançam o satélite e são rebatidas por ele. Se saíssemos da Terra na mesma velocidade, não captaríamos o sinal de ida, apenas estaríamos indo de encontro ao sinal de volta. Com isso, veríamos o vídeo de trás para frente.
Indo mais longe, como seria um mundo em que objetos se locomovessem acima da velocidade da luz? Nós os veríamos normalmente? Os cientistas de Austin acham que não, e colocam uma analogia fácil de entender. Imagine que você está no chão e vê um avião a jato, voando acima da velocidade do som. O que acontece, nesse caso, é que você vê o avião antes de ouvir seu ruído, porque o som chega atrasado. Quando ele chega, é como um estouro, porque todas as ondas sonoras que o avião já produziu se “amontoam” juntas.
Da mesma forma, se um avião de neutrinos (para colocar em termos práticos), voando acima da velocidade da luz passasse no céu acima de você, ele não seria visível naquele momento. Quando a luz do avião chegasse, não distinguiríamos um avião, e sim um “flash” no ponto por onde ele passou, indicando um rastro de ondas eletromagnéticas. Mas essa ideia, assim como as anteriores, ainda está no campo das meras teorias.
[Life'sLittleMysteries

A busca por rochas do espaço

Em uma caça que faz com que o provérbio “procurar agulha no palheiro” pareça fácil, os cientistas começaram a buscar restos de um meteoro que iluminou os céus dos EUA. Como eles sabem por onde começar e por que se preocupar?
O meteoro, que apareceu como um deslumbrante raio de chama, foi provavelmente um pedaço de rocha espacial do tamanho de uma bola de futebol.
Cientistas acreditam que minúsculos pedaços do meteoro – meteoritos – poderiam ter sobrevivido à queda na Terra e começaram a coleta de dados para auxiliar a pesquisa.
A bola de fogo voou para o leste sobre o sul da Califórnia, foi observada em Nevada e Arizona e foi vista pela última vez em desintegração no céu sobre Phoenix, a capital do estado do Arizona, de acordo com relatos da mídia, testemunhas oculares e astrônomos.
Muitos dos que viram o fenômeno telefonaram para as autoridades e capturaram imagens em câmeras de celulares. As filmagens foram espalhadas pelo Twitter e pelos meios de comunicação. As testemunhas descrevem o fenômeno como uma estrela cadente que se quebra em pedaços.
Se encontrados, os meteoritos poderiam fornecer pistas sobre as origens do nosso sistema solar e da química e física de outros corpos celestes.
Blocos
A maioria dos meteoritos são mais velhos do que qualquer das rochas que se encontram sobre a terra. Eles são, essencialmente, os primordiais blocos de construção do sistema solar.
Suspeita-se que a bola de fogo era um pedaço de rocha espacial viajando a cerca de a 32 quilômetros por segundo e estava a 48 quilômetros de distância do chão quando se queimou.
Apesar de meteoros caírem em vários lugares a cada dia, este apareceu em mais de uma área bastante povoada, em um momento conveniente, no início da noite, por isso foi amplamente visto e relatado.
Pesquisadores consultam uma variedade de fontes para chegar ao centro de onde a bola fogo possa ter deixado vestígios para tentar restringir uma área de pesquisa de meteoritos.
Os levantamentos incluem testemunhas oculares e uma variedade de registros e tecnologias, incluindo satélites, câmeras astronômicas, radares, vídeos amadores e câmeras de painéis em carros da polícia.
Os pesquisadores vão tentar reunir os dados para triangular o caminho e, assim, eles serão capazes de calcular onde os meteoritos são suscetíveis de ser encontrados.
Buscas
Meteoritos que sobrevivem a queda, queimando através da atmosfera da Terra, continuam viajando dezenas de quilômetros antes de finalmente atingirem o chão.
Para encontrá-los, os pesquisadores também levam em conta a direção e a velocidade dos ventos na atmosfera da Terra.
Assim que uma área de busca é modelada, muitas vezes os cientistas pedem a moradores locais que se juntem às pesquisas, ajudando a descobrir telhados danificados, carros, etc.
O problema é que existem variados tipos de pedras em todo o mundo e a grande maioria das rochas incomuns as pessoas já acham que pode ser um meteorito.
Os pesquisadores dão dicas: se a pedra é imantada, se tiver uma fina e escura crosta, com apenas um milímetro ou dois de espessura, isso é um bom sinal.
Em 2000, cientistas recuperarm 1 quilo de meteoritos em uma área de 64 quilômetros quadrados, depois de um piloto local descobrir o primeiro fragmento. Ele coletou as amostras usando sacos plásticos e armazenou tudo em seu freezer até que pudesse entregar aos pesquisadores.
Oito anos mais tarde, uma equipe encontrou 47 meteoritos em um deserto do Sudão. Astrônomos tinham rastreado o corpo caindo através do espaço a partir de um telescópio no Arizona e previram a ampla área de seu impacto.
No caso do Sudão, a busca foi feita através dos relatos de testemunhas e dos dados coletados nos EUA. A pesquisa foi feita a pé, com 45 pessoas alinhadas caminhando no deserto. Demorou cerca de duas horas, isso porque o alvo já estava traçado.
No caso da mais recente bola de fogo – que deve ter deixado cair meteoritos – os pesquisadores serão auxiliados pelo fato de que a queda aconteceu em uma área mais densamente povoada em relação ao deserto do Sudão.
[BBC]

Sonda da NASA Revela Que Planeta Mercúrio Está Cheio de Surpresas Estranhas

Sonda Messenger da NASA capturou esta imagem histórica
de Mercúrio, a primeira obtida a partir de uma nave espacial
em órbita sobre o planeta mais próximo do sistema solar.
A foto foi tirada na terça-feira, 29 de março de 2011.
Crédito: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics
Laboratory / Carnegie Institution of Washington
 
Mercúrio não é apenas, infernalmente quente, mas, aparentemente coberto de enxofre. Uma vasta parte do planeta é coberta de lava seca - o suficiente para enterrar o estado do Texas, com menos de 6,4 quilômetros do material de sua superfície.

Estas e outras descobertas estranhas sobre Mercúrio foram anunciadas em documentos que serão apresentados em 30 de setembro, na edição da revista Science, um tesouro de conhecimento da sonda Messenger da NASA, fazendo uma cobertura completa da paisagem impar do núcleo magnético do planeta.
Estranho Relevo


Crédito: NASA - Space.com

Estas imagens da superfície de Mercúrio também revelaram uma característica ímpar - rasa, buracos sem relevo ou bordas de formas irregulares. Estas cavidades, variando em diâmetro de dezenas de metros a poucos quilômetros, ocorrem através Mercúrio sendo muitos deles parecem relativamente frescos ou recém formados.

O cientista planetário David Blewett e seus colegas do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, suspeitam que essas cavidades foram criadas quando materiais voláteis, talvez, compostos tendo enxofre, foram libertados a partir da superfície, através de uma combinação de aquecimento, vulcanismo explosivo, bombardeio por micrometeoritos ou radiação solar . Isto sugeriria que Mercúrio, está carregado com níveis mais elevados de materiais voláteis, do que a maioria dos cenários, de sua formação, antes previstos.

Superfície de enxofre
A composição da superfície de Mercúrio é substancialmente diferente da dos outros planetas como a Terra e a Lua, de acordo com o leitor de raios-X da sonda, que verificam os níveis de raios-X, que emanam do planeta. Por exemplo, a superfície de Mercúrio possui pelo menos 10 vezes mais enxofre que a Terra ou a Lua.
A Messenger, que significa (Mercury Surface, Space Environment, Geochemistry, and Ranging), mostra para a humanidade pela primeira vez imagens da orbita em torno do menor e mais interno planeta do sistema solar. Ela é a segunda sonda a chegar neste planeta, mas a primeira a cumprir esta missão detalhada, antes de sua antecesora a Mariner 10, em meados dos anos 1970. Lançada em 2004, a MESSENGER de custo aproximado de 446 milhões de dólares, começou a orbitar Mercúrio em março deste ano.
Fonte: Space.com
Leia a matéria na íntegra, em inglês, AQUI
Tradução e adaptação de texto e medidas: Gério Ganimedes


Comentário do Autor


Olha, ... Ao meu ver, não tem nada de estranho, ou que cause surpresa nestas imagens, mas a NASA sempre acha "coisas estranhas" onde não tem e deixa de falar coisas que são importantes e estranhas, que poderiam realmente causar surpresa a muitos! É uma pena ... Ah! ... Onde está mesmo, aquela bactéria estranha, que causou surpresa, por comer Arsênio?


Gério Ganimedes


Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/#ixzz1ZNftUzTO

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Poderia um Planeta Gigante Ter Sido Ejetado de Nosso Sistema Solar?

Crédito: NASA
Começaram a preparar terreno, para a possibilidade real, de existência de um planeta errante.
Cientistas estão sugerindo, através de um novo conjunto de simulações de computador, que existiu “uma vez”, um quinto planeta gigante, além de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Este quinto planeta, chega a soar como título de filme de ficção científica, “O Quinto Elemento”, talvez sendo trazido ou transportando, até nós, como sequela do filme de 1997. Entretanto este quinto planeta pode ser real. Esta hipótese sugere que um mundo gigantesco foi arremessado para fora do nosso sistema solar a quatro bilhões de anos atrás e estaria agora à dezenas de milhares de anos-luz de distância da Terra.

Mas neste ponto surge a pergunta: Porque suspeitar, que um planeta gigante teria existido e fora arremessado, para fora de nosso sistema?

Embora os astrônomos tenham descoberto muitos sistemas planetários em torno de estrelas vizinhas, nosso próprio sistema solar parece que é a exeção a regra. Cientistas estão descobrindo, que o nosso sistema é um lugar incomum, ordenado, onde os planetas se comportam em órbitas que são quase circulares. Enquanto isso, nos sistemas planetários em torno de outras estrelas encontradas, suas órbitas podem ser muito inclinadas (Os oito maiores planetas de nosso sistemas solar são coplanares - órbitas que se situam no mesmo plano de outra). Há muitos planetas gigantes que migraram perigosamente perto de suas estrelas. Outros planetas estão em movimentos tipo “montanha-russa” órbitas altamente elípticas, que alternativamente os congelam, assim como podem cozinhá-los, proximos de suas estrelas. Ainda mais atordoante, é difícil para os teóricos, construir um modelo de formação de planetas numa visão como do nosso sistema solar. Porém, um novo conjunto de simulações de computador geradas por David Nesvorny, do Southwest Research Institute em Boulder, Colorado, mostra que isso vai funcionar e provar que uma vez, realmente existiu, um quinto planeta gigante, além de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Os modelos de Nesvorny, posicionam um quinto planeta, de várias dezenas de vezes a massa da Terra em vários locais possíveis no sistema solar exterior: A meio caminho entre Saturno e Urano, e para lá de Netuno. Nesta intrincada disposição de orbitas, o quinto planeta teria sido expulso, após uma briga territorial espacial, com Júpiter. Isto pode parecer extraordinário, mas há uma abundância de evidências, para planetas órfãos de livre flutuação ou planetas errantes em nossa galáxia. (Está me parecendo, que estão começando a admitir a existência real de um planeta-x). Uma pesquisa entre 2006-2007, da Via Láctea, usado lentes gravitacionais, foram encontrados 10 objetos escuros flutuando na frente de estrelas no fundo distante. Estatisticamente, isso significa que pode haver tantos, como centenas de bilhões de planetas, vagando livremente dentro da nossa galáxia.
Em primeiro lugar, sabe-se que Urano e Netuno estão muito longe do Sol, para que eles tenham se formado, em seus locais atuais. Simplesmente não houve tempo suficiente e materiais para que eles se aglomerassem em mundos de 15 vezes a massa da Terra. Urano e Netuno devem ter sido formados mais próximo ao sol e depois migraram para o exterior. Isso implica, que o nosso sistema solar era muito caótico. Corpos menores, foram gravitacionalmente chutados e esta troca de hierarquia resultou num ampliação das órbitas dos planetas exteriores. Nossa Lua carrega as cicatrizes deste período irregular e confuso, chamado de Bombardeio Pesado Tardio, de cerca de 4 bilhões de anos atrás.

Diagrama Planetário
Fica aqui a pergunta: Seria tanta ilusão e fuga da realidade acreditar na existência e quem sabe o retorno deste tão falado e mítico planeta de tantos nomes? Os cientistas parecem, já estarem, dando a “mão a palmatória” - ou será que estão preparando terreno para não serem depois cobrados e queimados na fogueira por não terem avisado?
 
Gério Ganimedes
Base da Pesquisa: Space.com, Fox News – Scitech, Wikipédia
Texto e tradução de segmentos de matéria: Gério Ganimedes
Adaptação e comentários: Gério Ganimedes


Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/#ixzz1ZHNWgjEE

Por que as cigarras são tão barulhentas?



Por que as cigarras são tão barulhentas?
Como funcionam as cigarras
 
por Robert Valdes -
traduzido por HowStuffWorks Brasil
Elas sairão debaixo da terra, onde permanecem escondidas na escuridão por quase duas décadas. Invadirão o meio-oeste dos Estados Unidos, incluindo a área metropolitana de Chicago. Ocuparão as florestas e os céus à medida que forem invadindo. Milhares delas cantarão juntas dia e noite. Elas são a Espécie XIII. Você deveria ficar com medo? Deveria tentar se proteger?

Na verdade, não. A única proteção que você pode precisar para receber as cigarras da Espécie XIII é um par de tampões de ouvido, porque o pior que podem fazer é mantê-lo acordado durante a noite.



Imagem cedida por NARA
Cigarra num pinheiro
As cigarras são insetos que voam, alimentam-se de plantas, são muito famosas por seus poderosos cantos e possuem aparência rara. Em 2007, as cigarras chegam para se apresentar. Neste artigo, vamos aprender mais sobre estes misteriosos insetos.

Reconheça-as à primeira vista
As cigarras são muitas vezes confundidas com gafanhotos, mas, na verdade, são mais parecidas com os pulgões. Pertencem à Ordem Hemiptera - uma distinção dada a todos os insetos com partes bucais adaptadas para perfuração e sucção. Há mais de duzentas espécies de cigarras na família dos cicadídeos.


Imagem cedida por EPA
Dave Davis, Cigarras

A envergadura média das asas de uma cigarra é entre 2,5 cm e 15 cm, dependendo de sua espécie. São notoriamente péssimas voadoras e com freqüência chocam-se com objetos, isso quando conseguem sair do chão. As cigarras têm quatro asas, e, quando não estão voando, essas asas ficam dobradas, rentes ao seu corpo. A asa frontal mais longa e transparente protege a traseira mais curta e opaca. Uma rede de vigorosas veias reforçam os dois pares de asas.

As cigarras têm três pares de pernas, todas com o mesmo comprimento. Por isso, não estão adaptadas para saltarem, embora façam tentativas. A combinação de olhos largos e situados em cada lado de sua cabeça dão-lhes uma ampla visão periférica. Os três pequenos olhos no topo da cabeça (chamados ocelo) permitem ver os predadores por cima. Pequenas antenas como cerdas estão localizadas logo atrás dos ocelos.

As partes bucais da cigarra estão embutidas num longo revestimento fino como um bico. O revestimento, chamado de labium, é retraído entre as pernas enquanto o inseto não está se alimentando. O labium contém quatro estiletes tipo agulhas, usados para a alimentação. As cigarras alimentam-se perfurando a superfície das plantas com seus estiletes. Estes são utilizados como canudos para sugar a seiva das plantas.

Excelentes apitos
As cigarras são reconhecidamente famosas por sua cantoria. O som agudo é, na verdade, um chamado para acasalamento emitido pelos machos. Cada espécie tem seu som distinto que atrai somente fêmeas de sua própria classe. Isso permite que várias espécies diferentes coexistam.

Imagem cedida por National Park Service
Cigarra com asas abertas

As cigarras são os únicos insetos capazes de produzir um som alto e singular. Algumas espécies maiores podem produzir um chamado maior que 120 decibéis numa variação próxima. Isto se aproxima do limiar da dor no ouvido humano! Espécies menores cantam em uma densidade tão alta que não podem ser ouvidas por humanos, mas podem fazer com que cães e outros animais uivem de dor.

O mecanismo utilizado pelas cigarras para cantar é complexo. Os órgãos que produzem sons são chamados de timbais. Os timbais são um par de membranas na base do abdômen. A cigarra canta contraindo os músculos timbais internos. Isso faz com que as membranas curvem-se para dentro, produzindo um som distinto. Quando estes músculos relaxam, os timbais retornam à posição original. Os cientistas ainda não conseguiram compreender plenamente como este mecanismo produz um volume tão alto.

As cigarras geralmente cantam durante o calor do dia. Além de atrair uma parceira, o ruído alto também repele pássaros. O som da cigarra é doloroso aos ouvidos dos pássaros e interfere em sua comunicação, dificultando a caça em grupos. Cigarras macho do mesmo grupo ficam juntos quando entoam o chamado para aumentar o volume total de ruído. Isso reduz as chances de ataques de pássaros para o grupo inteiro.

Até as cigarras devem se proteger do volume de sua própria cantoria. Cigarras macho e femêa possuem um par de largas membranas parecidas com espelhos chamadas de tímpanos, que funcionam como ouvidos. Os tímpanos são conectados a um órgão auditivo por um curto tendão. Quando um macho canta, o tendão reage, dobrando os tímpanos de maneira que não haja danos causados pelo som.

Canção de amor
Após sucumbir às baladas românticas, as cigarras acasalam-se. Depois disso, a fêmea adulta deposita seus ovos, perfurando as hastes das plantas com seu ovipositor. O ovipositor é um ferrão que deposita os ovos, localizado na extremidade de seu abdômen. O ferrão insere os ovos na fenda criada na haste. Os ovos eclodem e surgem pequenas cigarras sem asas, conhecidas como ninfas. As ninfas caem no chão e entram na terra. Aí permanecem por 17 anos, crescendo lentamente até tornarem-se adultas. As ninfas vivem da seiva das raízes das plantas enquanto crescem. Trocam de pele em intervalos durante o processo dos 17 anos.

Quando as ninfas alcançam o tamanho ideal, cavam de volta para a superfície com as pernas da frente especialmente adaptadas, que atuam como pequenas pás. Elas vêm à tona ao anoitecer, no final da primavera ou no início do verão. As ninfas sobem para um local mais elevado e trocam sua pele pela última vez. Agora que são cigarras adultas com asas, deixam a velha e vazia pele de ninfa para trás

Hora do show
Receitas com cigarras
Para algumas pessoas, cigarras não são apenas insetos barulhentos - são alimento. O fato delas aparecerem em apenas alguns anos as tornam uma iguaria rara. Consulte Cicada-licious: Cooking and Enjoying Periodical Cicadas (em inglês) para algumas receitas.

O número exato de espécies de cigarras ainda é discutido, mas uma crença comum entre os cientistas é que há pelo menos 13 espécies de cigarras com ciclo de 17 anos, além de outras cinco que emergem a cada 13 anos. De tempos em tempos, uma espécie com ciclo de 13 anos emergirá na mesma época que uma de 17 anos, criando uma tremenda poluição sonora.


A última a emergir, a Espécie X, foi na primavera de 2004, no lado oriental dos Estados Unidos, da Geórgia até o Tennessee; no oeste, em pontos isolados de Missouri; no norte, ao longo do Vale de Ohio e em Michigan; e no leste, em Nova Jersey e Nova Iorque.

A Espécie XIII ocorreu no meio-oeste superior (incluindo Chicago) no final de maio até junho de 2007. Havendo centenas de cigarras por acre infestado. É um grande acontecimento que não dá pra perder.

Elas mordem?
Mesmo que as cigarras pousem ou batam em você, não há motivo de preocupação de ser mordido. As cigarras são inofensivas. Elas podem causar algum retardamento no crescimento das árvores pela quantidade de seiva que consomem, mas não produzem dano permanente. Cigarras não mordem ou picam de maneira alguma.

O pior que farão é perturbá-lo com sua cantoria incessante.

Jornada limitada
A vida de uma cigarra adulta é curta. Desaparecem tão misteriosamente quanto chegam. A maioria é comida por pássaros e outros predadores. Mesmo as ninfas não estão a salvo debaixo do chão, pois muitas vezes são devoradas por larvas de besouros e outros parasitas que habitam o solo.

Se você viver até os 75 anos, só terá quatro oportunidades em sua vida de ouvir o som das cigarras da Espécie XIII. Se viver numa área infestada, não poderá perder isso. Mas se não viver, valerá a pena dispender seu tempo e ir atrás para ouvir um dos mais poderosos e elusivos cantores da natureza.
Para mais informações sobre cigarras e tópicos relacionados, consulte os links ABAIXO:


Mais links interessantes (em inglês)


Robert Valdes.  "HowStuffWorks - Como funcionam as cigarras".  Publicado em 13 de abril de 2004  (atualizado em 16 de julho de 2008) http://ciencia.hsw.uol.com.br/cigarra.htm  (28 de setembro de 2011)


 

 

 

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

CIGARRA-COLORIDA Carineta formosa

Enviado por em 07/11/2010
Filmado na RPPN Corredeiras do rio Itajaí, em Itaiópolis (SC). Esta é uma das cigarras mais bonitas da Mata Atlântica. Ocorre também em outras regiões do Brasil. As larvas são subterrâneas e alimentam-se da seiva das raízes de plantas, como outras cigarras.

 

__________________________________________________

Descoberto pegadas humanas 25.000 anos de idade



Descoberto pegadas humanas 25.000 anos de idade
Segunda-feira, setembro 26, 2011


De grande relevância para o estudo dos primeiros colonizadores do continente.
Fotos

Cinco pegadas humanas, que datam cerca de 25.000 a 4.500 anos, foram descobertas na Sierra Tarahumara em Chihuahua.
Estas são as primeira pegadas humanas que estão localizadas em Chihuahua, e para verificar sua idade, gostaria de acrescentar algumas impressões dos primeiros colonos nas Américas que são preservadas no México.
Fotos En Chihuahua

Em Chihuahua


Pegadas humanas ENCONTRADAS - 25,000 ANOS

*** INAH especialistas descobriram cinco marcas na Sierra Tarahumara, quatro passos são para adultos e uma criança

*** Um dizem os especialistas, as impressões são de grande importância para o estudo das primeiras pessoas que povoaram as Américas


Cinco pegadas humanas, que datam cerca de 25.000 a 4.500 anos, foram descobertas na Sierra Tarahumara em Chihuahua. Os especialistas dizem que as marcas podem corresponder aos primeiros povos que habitaram a região hoje conhecida como norte do México.

Estas são as primeiras pegadas humanas que estão localizadas no estado de Chihuahua, e para verificar sua idade, gostaria de acrescentar algumas impressões dos primeiros colonos nas Américas que são preservadas no México, particularmente em Cuatro Cienegas, Coahuila, e um Sonora rancho.

As pegadas pertencem a três adultos e uma criança que provavelmente viveram nas cavernas que estão em uma área de montanhas, Ahuatos Valley, oito quilômetros da cidade de Creel, em Chihuahua.

De acordo com a análise morfoscópicos (formulário), a faixa 1, para um comprimento de 26 centímetros, é o pé direito de um homem adulto, enquanto o 2 é o pé esquerdo de outro adulto, mas por ser o menos claro é difícil identificar o sexo da pessoa que deixou. A banda de rodagem 3 é uma criança de 3 a 4 anos de idade e corresponde ao pé direito com um comprimento de 17 centímetros.

As impressões 4 e 5 são de outro adulto, e representam o único par que corresponde à mesma pessoa, mesmo que fossem dois metros de distância da pista 1, a banda de rodagem do pé esquerdo (faixa 4) tem um comprimento de 23,7 polegadas , enquanto a direita (faixa 5), ​​medido 24,5 polegadas, uma das peculiaridades dessas duas etapas é que eles têm seis dedos, o que pode ser devido a uma malformação.

O antropólogo José Concepción Jiménez disse que a descoberta de pegadas humanas foi alcançada a partir de um e-mail enviado um residente de Chihuahua, Seminário Homem Primitivo no México para alertar sobre a existência de antigas pegadas humanas, impressa no Vale de Ahuatos, no município de Bocoyna.

"Nós fomos para a exploração de superfície para verificar as informações e não conseguiu encontrar as impressões, era muito difícil encontrá-los porque não é fácil de identificar.

"Depois de várias pesquisas são encontradas em um riacho que corre na encosta de uma área de aproximadamente mil metros quadrados. As impressões foram localizados em uma área de cerca de dois metros no córrego, na qual a água flui apenas durante a estação chuvosa, eo resto do ano é seco. "

O antropólogo apontou que, a fim de descartar ou detectar a presença de mais pegadas humanas locais próximos, corre foram feitos cobrindo uma superfície de 50 quilômetros.

Não houve evidência de mais, mas na área perto dos trilhos foram descobertos outros de ocupação humana no vale, particularmente em uma área de camping com trilhas primitivas, que deu origem a avisar a presença da antropologia humana desde os tempos antigos como o Pleistoceno (12.000 anos antes de nossa era).

Também nos abrigos de pedra que rodeiam o vale, num raio de 50 km, foram encontradas cinco grutas com vestígios, entre os quais três estão dentro de pinturas sobrepostas, o que, de acordo com Gabriela Salas ethnohistorian , a equipe de pesquisa determinou que foram feitas em três períodos: pré-cerâmicos, pré-colombiana e colonial, o que dá um longo histórico de ocupação humana na Ahuatos Valley.

As estampas, pinturas e materiais arqueológicos foram localizados pelo antropólogo físico Jose Concepcion Jimenez, do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), que relatou que "estes resultados são de grande importância para o estudo dos primeiros povoadores da América, eles indicam que nesta paisagem da Sierra Tarahumara resolvido alguns grupos humanos que cedo veio a este continente é agora conhecido como Chihuahua ".

O Coordenador do Projecto Homem início no México, a Direcção de Antropologia Física, INAH, disse que essa hipótese vem da existência de um acampamento primitivo, localizado a uma milha do riacho onde pegadas humanas foram descobertas.

Este site é uma rocha de mais de dois metros de altura com um óculos biwatched mais de um lado e um círculo íntimo de pedras menores, mais uma vez com evidências de ter sido trabalhado pelo homem.

Jose Jimenez Concepcion explicou que toca a arte rupestre nas cavernas lá na iconografia "claramente podem ser identificados que correspondem à época mais remota ou pré-cerâmicos, que são aqueles consagrados no vermelho e amarelo com representações de linhas, círculos e frisos em ziguezague semelhante a outros localizados em Cuatro Cienegas, Coahuila, e correspondem a grupos de colonos do norte do México. "

Nessas cavidades, disse ele, também encontrados vestígios de fuligem produzida pelos incêndios e morteiros, por meio de buracos esculpidos nas rochas para moer alimentos.

O antropólogo físico INAH

O especialista observou que é necessário estudos de laboratório para a datação pegadas humanas com precisão, pinturas e outros materiais arqueológicos encontrados, de modo que as amostras de sedimento foram tomadas, terra e pigmentos. Até agora, os possíveis horários em que esta região foi ocupada foi calculada por analogia com os restos encontrados em outras partes da região, e no caso da pintura da sua iconografia.

O Jiménez antropólogo alertou que é muito difícil de buracos data e argamassa, porque as culturas das montanhas tendem a reutilizar os edifícios, trata-se de grupos que foram ao mesmo tempo o local foi habitado, mas depois retornou.

"É muito provável que os morteiros fizeram os primeiros grupos humanos que habitaram o vale, porque eles são semelhantes aos encontrados em muitas partes da América, produzido por grupos nômades, você pode mais tarde vezes o Tarahumara são reutilizados, mesmo hoje, porque o que acontece nas montanhas, por isso é muito difícil dizer com certeza que este grupo começou cedo e fornecer infra-estrutura temporária.

"Apesar de pregar mensagens buracos é mais propensos a fazer pré-hispânica grupos Tarahumara. Eles têm que fazer em estudos in situ para definir o tipo de tecnologia utilizada, ou seja, como eles fizeram os túneis e demonstrar como ferramentas, para determinar o tempo são ", disse ele.

A NASA publicou um vídeo, em time-lapse, sobrevoando a Terra, filmado da Estação Espacial Internaci

A NASA publicou um vídeo, em time-lapse, sobrevoando a Terra, filmado da Estação Espacial Internacional. Algo impressionante, mas não tanto — até que alguém resolveu dar uma mexidinha no filme.
Alguma pessoa com ótimas habilidades interpolou os frames originais para criar esse vídeo com movimentos tão suaves quanto seda.
Provavelmente criado com o mágico Twixtor, o novo vídeo roda a 30 frames por segundo. Confira as tempestades de raio no vídeo. Trocadilhos a parte, é uma visão de outro mundo.
[Gizmodo]

10 invertebrados surpreendentemente grandes

Você ficaria surpreso com a quantidade e diversidade de invertebrados que o mundo tem a oferecer. Às vezes, nós pensamos instintivamente nos invertebrados como pequenos e inócuos, mas quanto mais você estuda biologia, mais isso é provado como falso. Sendo assim, alguns itens desta lista devem ser novidade para você. Confira dez invertebrados surpreendentemente grandes no mundo:
10 – Isópode gigante

Os isópodes gigantes são semelhantes com o bicho-de-conta, ao qual estão relacionados. Mas o gigante vive a uma profundidade de 200 a 2000 metros no oceano, limpando o fundo do oceano. Enquanto um bicho-de-conta comum cresce cerca de 1 ou 2 centímetros, o gigante isópode chega até a 60 centímetros de comprimento.
Existem várias espécies de isópodes gigantes, Bathynomus, encontrados em todo o mundo, mas todos são quase idênticos. Os isópodes gigantes evoluíram aproximadamente 160 milhões de anos atrás e mudaram muito pouco desde então, pois conquistaram o nicho de limpeza no oceano e não tiveram necessidade de mudança. Não há absolutamente nenhuma ameaça para você se encontrar um. Eles fazem atrações de aquário bastante pobres, porque levam um estilo de vida sedentário, arrastando os pés até localizarem alimentos.
9 – Caranguejo-aranha-gigante

O caranguejo-aranha-gigante, Macrocheira kaempferi, tem o comprimento de perna mais longo dos artrópodes. A maior lagosta americana pode rivalizar com o caranguejo-aranha em peso, mas não se aproxima de seu comprimento de até 5,8 metros.
O caranguejo-aranha-gigante é onívoro, e come o que estiver dentro do alcance de seus longos braços com garras. Há um debate a respeito do porque eles evoluíram tamanhas longas pernas, embora elas permitam que os caranguejos se movam mais rapidamente do que as coisas que eles atacam. É amplamente divulgado on-line que estes caranguejos foram vistos em terra, mas isso não é provado e parece improvável que eles seriam capazes de se sustentar fora da água.
8 – Weta (grilo gigante)

O weta gigante, Deinacrida heteracantha, da Ilha Barreira Pequena, na Nova Zelândia, é o maior inseto do mundo. Deinacrida
significa “terrível gafanhoto”, com quem estes gigantes têm apenas uma semelhança.

O maior exemplar pesava 71 gramas, e alguns podem ter mais de 20 centímetros de comprimento. Este é um exemplo de como o gigantismo de weta se adaptou para preencher nichos biológicos de mamíferos terrestres. Wetas gigantes se alimentam principalmente de vegetação, mas suas mandíbulas poderosas podem dar uma mordida dolorosa, o que é muito incomum.
7 – Locusta

Locusta é um tipo de gafanhoto, idêntico ao gafanhoto comum, apenas diferente na forma de pular e se aglomerar e no tamanho. E os gafanhotos podem ser maiores do que você pensa. Seu mecanismo de salto é desconcertante. Quando eles voam, fazem um ruído alto, e quando pousam em suas roupas, seus pés travam fortemente no tecido, tornando-os muito difícil de desalojar. Ser pego em um enxame deve ser muito desagradável. Enxames de gafanhotos podem conter bilhões de indivíduos, que consomem milhões de toneladas de culturas conforme passam.
6 – Água-viva-juba-de-leão

A água-viva-juba-de-leão, Cyanea capillata, às vezes é listada como o maior animal do mundo, com o maior espécime registrado em 37 metros do sino a ponta do tentáculo. O sino, o corpo da água-viva, pode ter 2 metros de diâmetro.
Seus longos tentáculos capturam pequenas criaturas flutuantes, mas são também o lar de camarões pequenos que os usam como proteção. Os tentáculos em si causam dor leve para os seres humanos, mas, por serem longos, podem pegar de surpresa os nadadores. A dor pode ser diminuída pelo tratamento do local com vinagre, mas mesmo isso é geralmente desnecessário. Quanto maior a água-viva, mais escura ela fica, com os maiores exemplares sendo de um vermelho sangue escuro. Como todas as águas-vivas, elas se movem principalmente com as correntes do oceano e são capazes de pulsar delicadamente para se manter perto da superfície.
5 – Aranha-golias-comedora-de-pássaro

Aranha-golias-comedora-de-pássaro é a aranha mais pesada conhecida, com até 180 gramas. Seu comprimento de perna chega a 30 centímetros. A Theraphosa blondi é muito comum e mantida como um animal de estimação exótico. É conhecida como comedora de pássaros porque, como outras grandes aranhas, por vezes presa em pequenas aves, bem como pequenos mamíferos e lagartos.
Sua dieta é principalmente insetívora, mas elas têm presas suficientemente longas para morder seres humanos e são venenosas. Como a maioria das tarântulas, seu veneno é apenas fracamente agente em seres humanos. Quando ameaçada, ela pode fazer um chiado, esfregando as pernas juntas. Isso também pode servir para espalhar pequenos pelos farpados que podem ser muito irritantes.

4 – Aranha do mar gigante

Aranhas do mar, Pantopoda (que significa “toda perna” em grego), são um grupo relativamente pouco conhecido de organismos. A aranha do mar gigante, Colossendeis colossea, é o maior desses animais incomuns. Eles não são verdadeiras aranhas, mas parecem ser mais intimamente relacionados com elas do que qualquer outro grupo.
Seus corpos são tão pequenos que suas longas pernas muitas vezes contêm vários dos órgãos e das gônadas das aranhas do mar. O trato intestinal muitas vezes estende-se para as pernas onde a comida pode ser digerida. A aranha gigante do mar se alimenta principalmente de cnidários (principalmente águas-vivas e anêmonas) sugando seu interior macio com uma tromba.
3 – Vespa Gigante Asiática ou Vespa Mandarina

A vespa mandarina é o animal mais mortífero do Japão, e sua picada pode ser fatal mesmo para pessoas não alérgicas a picadas de vespas, embora, geralmente, levem muitas ferroadas. Cada picada é extremamente dolorosa.
Elas têm um aspecto muito ameaçador quando pairam na frente de seu rosto. As vespas podem devastar uma colmeia de abelhas, esmagando todas as abelhas com suas mandíbulas poderosas antes de comer o mel e levar os abdomens dos insetos para suas larvas. Abelhas japonesas, entretanto, têm uma defesa contra as vespas. Quando detectam um atacante, o cercam com seus corpos e músculos se contraindo rapidamente. Formando uma bola ao redor da vespa, esta atividade muscular faz calor suficiente, produzindo dióxido de carbono para matar a vespa.
2 – Centopeia Gigante da Amazônia

A centopeia gigante da Amazônia, Scolopendra gigantescas, é o primeiro invertebrado desta lista que pode realmente causar danos aos seres humanos. A centopeia gigante pode ser encontrada no norte da América do Sul e em várias ilhas.
Elas podem atingir um comprimento de até um pé. São predadoras de insetos, aranhas, lagartos, sapos, pássaros, ratos e morcegos. Há algo inquietante sobre um invertebrado que caça vertebrados. A centopeia se move bem rápido e não tem medo dos humanos. Quando os seres humanos são mordidos, é intensamente doloroso, mas raramente causa mortes. O tratamento para a picada geralmente envolve amenizar a dor e imunizar contra tétano, bem como antibióticos para parar a infecção.
1 – Lula colossal

O que é maior do que uma lula gigante? Uma lula colossal. Hoje, ela deve ser o mais pesado dos cefalópodes, e é também o maior invertebrado já registrado. Durante muito tempo, as histórias de lulas enormes foram apenas contos do mar sem mais verdade do que os das sereias.
Agora, temos vários exemplares de ambos lulas gigantes e lulas colossais. O museu nacional da Nova Zelândia em Wellington tem uma exposição onde uma amostra de 10 metros de comprimento pode ser vista. Esta criatura foi capturada em 2007, por pescadores no mar da Antártida. O estudo de espécimes parece sugerir que a lula colossal é uma caçadora de emboscada que usa bioluminescência para atrair o peixe que come. O espécime grande na Nova Zelândia é improvável de ser do tamanho máximo que elas podem alcançar; bicos de lulas colossais foram encontrados nos estômagos de cachalotes que são muito maiores do que o bico desse espécime.
[Listverse]

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Seis CMEs em 24 Horas


Seis CMEs em 24 Horas
09.20.11

Este filme do Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) mostra atmosfera do Sol - a coroa - a partir de 17 setembro - 20 setembro. CMEs numerosos decolou do sol durante este período. Crédito: ESA / NASA / SOHO > Play / Download video > Download ainda


O sol solta com pelo menos seis ejeções de massa coronal (CMEs) - fenômenos solares que podem enviar partículas solares para o espaço e afetar sistemas eletrônicos em satélites - de 07:00 ET em 18 de setembro de 2011 até 1:00 em 19 de setembro. O ejeções parecem vir de pontos dispersos sobre a superfície do sol. Dois CME se dissipou rapidamente, mas quatro continuam a se espalhar para fora do sol. NASA modelos sugerem que a ponta de um CME vai passar pela Terra em torno de 05:00 ET em 21 de setembro, em que os observadores do céu ponto deve ser à procura de auroras. Informações adicionais serão publicadas se tal se justificar. O que é uma ejeção de massa coronal ? Para obter respostas a estas e outras questões do clima espacial, visite o Spaceweather Perguntas Frequentes página.


NOTA CIÊNCIAS E VIDA:ESSE VÍDEO FOI FEITO DE 18 A 19 DE SETEMBRO .OLHEM A INTENSIDADES DOS FLARES ,IMAGINAM ESSES QUE TIVEMOS AGORA DE K 8.


ATUALIZAÇÃO
21/09/11

A ejeção de massa coronal estourando fora do lado esquerdo do sol como capturado pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) em 06:05 ET em 21 de setembro de 2011.A ejeção de massa coronal estourando fora do lado esquerdo do sol. Esta imagem foi captada pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) em 18:05 ET em 21 de setembro de 2011. Crédito: ESA / NASA / SOHO > Ampliar
A ejeção de massa coronal grande (CME) disparou no lado oeste (direita) do sol em 18:24 ET em 21 de setembro de 2011. A CME está se afastando da Terra a cerca de 900 quilômetros por segundo. Na manhã seguinte, um surto de classe X1.4 explodiu do outro lado do sol, atingindo um máximo de 07:01 ET em 22 de setembro. O reflexo veio de manchas solares N15E88, que está apenas se movendo para ver como o sol gira. Este alargamento tem causado elevados níveis de prótons no lado leste (esquerda) do sol. Associado a este surto, houve uma significativa CME, viajando a mais de 600 quilômetros por segundo, que começou por volta de 07h24 ET. Mais informações serão postadas, se necessário. O que é uma tempestade solar? O que é uma ejeção de massa coronal? Para obter respostas a estas e outras questões do clima espacial, visite o Spaceweather Perguntas Frequentes página.





Karen C. Fox NASA Goddard Space Flight Center
Ocorreu um erro neste gadget

LIKE-FACEBOOK

VISITORS

free counters

solar terrestrial data