A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Leitores. 
Este texto que encontrei na net me fez recordar antigas matérias que li, em que diziam que Júpiter seria uma estrela que ainda não atingiu seu estágio de amadurecimento, devido as suas composições quimicas, que poderiam dar início a um processo de ignição que levaria o maior dos planets do Sistema Solar a se tornar um segundo sol.
A matéria não é recente, mas fala sobre o planeta, sobre o choque de um commeta com Júpiter em 1994 e na esteira do Elenin que hoje nos chegou estas informações meio que desencontradas sobre uma explosão em Júpiter.
Algo meio fora do comum e fica aquela velha pergunta:
Será que Júpiter estaria tentando entrar em processo de ignição estelar?
Parece loucura, mas o que será que estaria levando Júpiter a ter estas reações.



JÚPITER E A IGNIÇÃO
Ouve-se falar nos ambientes místicos sobre a possível ignição de Júpiter , onde ele se tornaria outro Sol . Vasculhamos a rede buscando informações concretas (e possibilidades científicas) , nossa busca começou sobre o próprio Planeta , visto pela ciência atual...
 O astrofísico Isaac Asimov escreveu em O Colapso do Universo: "É possível que Júpiter ainda esteja se contraindo ligeiramente, e que a energia cinética daquela contração seja transformada em calor. É ainda possível que os átomos no centro de Júpiter estejam submetidos a uma temperatura e a uma pressão que os estejam levando à beira do ponto de ruptura, que um pouco de fusão de hidrogênio esteja correndo - apenas o suficiente para explicar aquela pequena emissão extra de calor do planeta. Se isso estiver acontecendo, Júpiter está à beira da ignição nuclear. Não há perigo de ignição real, naturalmente; Júpiter não é bastante grande e permanecerá para sempre à beira da ignição, apenas."
Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar. Seu diâmetro é 11 vezes maior do que o da Terra, seu volume, 1.300 vezes superior e ele tem duas vezes mais massa que todos os outros planetas juntos. Seu campo magnético é muito forte, o que atrai grande fluxo de partículas
Com mais de 63 satélites naturais orbitando a seu redor, Júpiter forma um tipo de 'sistema solar em miniatura'. Segundo os cientistas, se tivesse oito vezes mais massa, ele poderia ser considerado uma estrela e não um planeta. Io, Ganimedes, Europa e Calisto são suas maiores e principais luas. Elas foram identificadas por Galileo Galilei em 7 de janeiro de 1610.
Sobre Júpiter
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Distância do Sol: 778,412,020 km
Raio: 71,492 km
Volume: 1,425,500,000,000,000 km3
Massa: 1,898,700,000,000,000,000,000, 000,000 kg
Júpiter é o 4º objeto mais brilhante do céu (depois do Sol, da Lua e de Vénus; por vezes Marte é mais brilhante). É conhecido desde tempos pré-históricos, mas como uma "estrela errante". Mas em 1610, quando Galileu aponta pela primeira vez um telescópio ao céu, observa as 4 grandes luas de Júpiter: Io, Europa, Ganimedes e Calisto (agora conhecidas como as luas Galileanas) e registra os seus movimentos para a frente e para trás do planeta. Foi a primeira descoberta de um centro de movimento aparentemente não centrado na Terra e um grande passo a favor da teoria heliocêntrica do movimento dos planetas de Copérnico (em conjunto com outras evidências observadas no seu telescópio: as fases de Vénus e as montanhas na Lua). O sincero apoio da teoria Copernicana dado por Galileu pô-lo em muitos apuros com a Inquisição. Hoje em dia qualquer pessoa pode repetir as observações de Galileu (e sem medo de qualquer espécie de retribuição) usando simples binóculos ou um pequeno telescópio.
Foi Marius Simon que deu o nome aos primeiros satélites a orbitar outro planeta. São chamados de satélites (ou luas) galileanos. A partir de então o planeta foi observado exaustivamente e revelaram o seguinte: as intercalações de faixas escuras e claras por Zuchi em 1630; manchas claras por Robert Hooke em 1664; a Grande Mancha Vermelha por Giovanni D. Cassini em 1665, que também obteve o período de rotação e mediu o achatamento polar de Júpiter. O astrônomo Rupert Wildt, durante os anos 1940 e 1950, elaborou um quadro geral de Júpiter que mais tarde foi comprovado pelas sondas espaciais. Em suma, sabia-se muitas coisas do enorme planeta, porém foi com a exploração de naves não tripuladas que o conhecimento de Júpiter aumentou grandemente.
É um dos planetas mais pesquisados do Sistema Solar, sendo visitada por 7 sondas espaciais – uma delas construída especialmente para o sistema joviano – além é claro do uso do telescópio espacial Hubble. A primeira foi a Pioneer 10 alcançou o ponto de máxima aproximação em 01 de dezembro de 1973 a 132.250 quilômetros de distância. Em 02 de dezembro de 1974 foi a fez da sonda gêmea Pioneer 11 que passou apenas a 34.000 quilômetros do planeta, e foi bombardeada por uma grande quantidade de partículas energéticas. As informações colhidas ajudaram na missão seguinte, que começou em 1979 com as Voyager 1 e Voyager 2. Revelaram muito detalhes da complexa atmosfera de Júpiter, descobriram os anéis e as particularidades de algumas luas, como os vulcões em Io; deveras suas informações levaram anos para serem analisadas. A sonda Ulysses, também fez uma breve visita em 08 de fevereiro de 1992, quando se posicionava para ficar em órbita polar em torno do Sol.
Quase quatro séculos depois, outro Galileo observou Júpiter. A sonda homenageando o astrônomo italiano foi projetada para fazer várias visitas ao planeta Júpiter e seus satélites, especialmente os maiores. Durante os 14 anos da missão espacial, a sonda observou a atmosfera e o campo magnético de Júpiter, bem como as luas do planeta terminando suas atividades sendo colocada  em rota de colisão com o planeta em setembro de 2003.
Algumas teorias da conspiração dizem que a sonda espacial Galileo estava a caminho de Júpiter transportando uma carga de plutônio. A denotação dessa carga poderia fazer com que Júpiter, que é um planeta gasoso, acendesse, transformando-se em uma pequena estrela, coisa dos Illuminati que planejavam criar um grande sinal nos céus
Sem dúvida o que mais chama atenção em Júpiter são suas dimensões. Por exemplo, se tomarmos como medidas as terrestres, temos: diâmetro mais de 11 vezes, massa 317,80 mais "pesado" e ocupa um volume 1.401 vezes maior! No entanto sua densidade é baixa, sendo de apenas 1,33 g/cm³. Na realidade este é o primeiro dos chamados planetas gigantes ou gasosos, formados basicamente de hidrogênio e hélio. O que chamamos de superfície nos planetas rochosos, nesses planetas estamos se referindo as camadas superiores da atmosfera.
Não há certeza se o núcleo de Júpiter (ou qualquer outro planeta gasoso) é rochoso. No entanto, parece que o centro do planeta é quente (talvez 30.000° C) visto que Júpiter irradia para o espaço 2,5 vezes mais energia do que recebe do Sol. Devido à pressão de milhões de atmosferas os átomos de hidrogênio devem está comprimidos em estado líquido. O hidrogênio em tais condições adversas adquire propriedades metálicas, gerando corrente elétrica e conseqüentemente um forte campo magnético.
Isto explicaria porque o campo magnético de Júpiter é intenso (cerca de 14 vezes o da Terra), sendo que produzem ondas de rádio tão potentes, que no Sistema Solar é apenas superada pelo próprio Sol. O eixo desse campo está inclinado 11 graus em relação ao eixo de rotação, afastado 10.000 km do centro. O interessante é que como os pólos estão invertidos em Júpiter, se levássemos uma bússola para o planeta a agulha apontaria para o sul. A magnetosfera é gigantesca: mais de 7 milhões de quilômetros em direção ao Sol e até 700 milhões de quilômetros na direção oposta, ou seja, além da órbita do planeta Saturno!
De 16 a 22 de julho de 1994 ocorreu uma espetacular chuva de meteoros em Júpiter quando os fragmentos do cometa Schoemaker-Levy 9 (ou SL9) atingiu o planeta. Estima-se que o cometa SL9 girava em torno de Júpiter há pelo menos 20 anos com período orbital de 2 anos, até ser despedaçado pelas enormes forças de maré do planeta em 07 de julho de 1992 quando esteve apenas a 71.400 quilômetros acima da atmosfera. O que restou foram 21 pedaços (segundo alguns cálculos os maiores eram de 3 quilômetros) que foram esparramados em uma linha até a queda em Júpiter. Os fragmentos do cometa SL-9 com uma velocidade de cerca de 200.000 km/h, produziram enormes explosões que haviam sido indicadas apenas pelas predições mais extremas. Quando entraram na atmosfera de Júpiter, os fragmentos causaram flashes que duraram apenas alguns segundos. Daí, gases superaquecidos foram expelidos para as camadas superiores da atmosfera, formando bolas de fogo imensas que, nas explosões maiores, eram, por alguns instantes, mais quentes do que a superfície do Sol! Nos próximos 10 a 20 minutos, uma enorme coluna de gases elevou-se a uns 3.200 quilômetros. Visto que os impactos ocorreram no lado escuro de Júpiter (no hemisfério sul), os flashes e as colunas de gás brilhantes puderam ser detectados com mais facilidade. Em alguns casos, o topo das colunas podia ser visto acima do horizonte de Júpiter.
Dez minutos depois da colisão, a rotação do planeta virou para a Terra os locais dos impactos. Passaram-se outros dez minutos e os pontos de impacto se voltaram para o Sol. A essas alturas, as colunas já se tinham dissipado, e haviam sido substituídas por enormes manchas escuras. A maior delas tinha duas vezes o tamanho da Terra. Essas manchas não haviam sido preditas pelos astrônomos, mas acabaram sendo o aspecto mais marcante do fenômeno, que duraram meses. Esta foi a primeira colisão de dois astros do Sistema Solar que foi observado e acompanhado em todos os pormenores.
Fonte: ANJOS DE LUZ -SITE COMANDO ESTELAR

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