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sábado, 24 de setembro de 2011

Outro satélite desativado deve atingir a Terra em novembro

A probabilidade de que o satélite Rosat atinja alguma pessoa em sua queda é de uma em 2 mil

23 de setembro de 2011 |
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estadão.com.br
A agência espacial alemã (DLR), vinculada à agência espacial europeia (ESA), prevê a queda de mais um satélite desativado na Terra durante este ano. Nesta sexta-feira, 22, deve cair em local ainda desconhecido o satélite Uars (Satélite de Pesquisas da Atmosfera Superior, na sigla em inglês), que pesa 6,5 toneladas. Segundo a Nasa, impacto pode atrasar e ocorrer até a manhã deste sábado.

Segundo o site da DLR, o satélite Rosat foi desativado em 1999 e deve atingir a Terra no início de novembro. A probabilidade de que atinja alguma pessoa na Terra é de uma em 2 mil, considerada extremamente baixa (probalidade maior que a do Uars, de uma em 3,2 mil). Segundo a Nasa, até hoje não há casos registrados de pessoas atingidas por esse tipo de detrito.
Os pesquisadores alemães esperam que o Rosat queime durante sua reentrada na atmosfera da Terra. Entretanto, eles preveem que pelo menos 30 pedaços de detrito devem permanecer intactos, compondo uma massa total de 1,6 tonelada. Esses pedaços atingirão a superfície terrestre a uma velocidade de 450 km/h.
O satélite foi construído para investigar os lugares do universo que produzem raios X, ação que normalmente envolve buracos negros e estrelas de nêutrons e teve de ser desativado devido a devido a uma falha em seu sistema, que o fez apontar diretamente para o sol e sofrer danos irreversíveis.
É muito difícil calcular com precisão quando chegará à Terra um satélite fora de controle. Qualquer pequena mudança na hora de sua volta na atmosfera é traduzida em milhares de quilômetros de diferença sobre o lugar onde cairá. Por isso os cientistas não conseguem prever com antecedência maior do que 24 horas o local de impacto (já o momento de impacto não pode ser previsto com mais de três dias de antecedência).
Os cientistas também afirmam que, devido a baixa probabilidade de que o satélite caia na presença de qualquer população, sua reentrada muito provavelmente não será registrada, mas será visível da Terra.
A queda desse satélite ainda não consta no calendário oficial da Nasa, devido à imprevisibilidade de sua data de reentrada na Terra.
Satélites e corpos rochosos caindo na Terra não são nenhuma novidade. No ano passado, cerca de 400 pequenos pedaços de detritos entraram em nossa atmosfera e puderam ser encontrados.
Partes velhas de foguetes e satélites entram na atmosfera terrestre uma vez por semana. Um grande satélite como o Uars e o Rosat (que tem 10 metros de comprimento e 4,5 metros de diâmetro) voltam à Terra uma vez por ano.




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