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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Novas imagens não revelam qualquer sinal do cometa Elenin

Possíveis fragmentos cometa Elenin

Editoria: Sexta-feira, 14 out 2011 - 11h26 

Novas imagens não revelam qualquer sinal do cometa Elenin


Há dois dias antes de alcançar a máxima aproximação com a Terra, os fragmentos do cometa C/2010 X1 Elenin permanecem no anonimato e ainda não podem ser observados. Imagens feitas na madrugada desta sexta-feira pelo Apolo11 não revelaram qualquer sinal do cometa na área de busca.





Clique para ver a animação
As imagens foram registradas através do telescópio robótico GRAS 007, de 431 milímetros, localizado na cidade de Nerpio, na Espanha. As primeiras cenas que recebemos mostravam alguns pontos se movendo na possível área onde os fragmentos deveriam ser localizados, o que aumentou a esperança de encontrarmos alguns remanescentes do objeto.
Entretanto, uma análise posterior feita a partir das imagens brutas geradas pelo telescópio revelou que os pequenos pontos eram na verdade artefatos criados pela compressão da imagem enviada para apreciação. Foram feitas duas fotos com 100 segundos de exposição cada uma, o que possibilitou criar uma animação que deveria revelar o movimento do cometa entre as estrelas. A área imageada corresponde a 42.3 x 28.2 arcominutos. Se colocada dentro da foto, a Lua Cheia ocuparia quase toda sua extensão horizontal e um pouco mais da altura vertical. Até agora, todas as buscas pelos remanescentes do cometa não surtiram efeito. Imagens captadas pelo telescópio solar SOHO e tentativas frustradas feitas por centenas de astrônomos amadores alimentam cada vez mais a hipótese do cometa ter realmente se desintegrado quando atingiu a máxima aproximação com o Sol, em 10 de setembro. Se tivesse sobrevido, Elenin atingiria o perigeu (maior aproximação com a Terra) no próximo dia 16 de outubro, quando se aproximaria a apenas 35 milhões de quilômetros.Novas tentativas de observação deverão ser feitas no final de outubro, quando a Lua deverá ajudar a diminuir um pouco a claridade do céu. Outra possibilidade de detecção será feita até o final do ano, quando o cometa estiver mais alto no céu e ao alcance da gigantesca antena do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. Até lá, Elenin continuará sendo apenas mais um cometa que passou.

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