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domingo, 30 de outubro de 2011

Por que os fios de cabelo ficam brancos?


Corpo humano

Por que os fios de cabelo ficam brancos?


Característica pode ser determinada geneticamente ou por fatores como produção hormonal

Os cabelos ficam brancos porque os melanócitos, um tipo de célula localizado junto ao bulbo capilar, na raiz dos fios, perde a capacidade de produzir melanina. Esse pigmento é o responsável pela coloração natural do cabelo.
Segundo o dermatologista Hugo Cláudio Weiss, existem vários fatores que determinam essa característica. "Algumas pessoas já têm cabelo branco antes mesmo dos 20 anos. Nesse caso, isso já é determinado geneticamente",afirmou.

Porém, segundo o médico, quando os fios brancos surgem com o passar da idade, a produção de melanina cai por vários fatores, como produção hormonal e envelhecimento dos melanócitos. Com o tempo, essas células ficam mais fracas e perdem, aos poucos, sua capacidade de produzir melanina.

De acordo com o médico, ainda não existe tratamento para acabar com o problema.Hábitos alimentares também não influem na produção de melanina. A única alternativa seria tingir os cabelos.

Muitas pessoas acreditam que, quando se arranca um fio de cabelo branco, mais fios brancos aparecem. Mas, de acordo com Weiss, esse é apenas um boato, já que o fato de arrancar um fio em nada influencia a produção de melanina.

Quanto mais melanina for produzida, mais escuro será o cabelo. Os melanócitos, além de determinarem a cor do cabelo, também são responsáveis pelo tom da pele.


Redação Terra

Por que os cabelos ficam brancos?

Por que os cabelos ficam brancos com a idade?

A cor natural dos cabelos depende da quantidade e da distribuição dos pigmentos de melanina no interior de cada fio. Existem dois tipos: os pigmentos de eumelanina, vermelhos-escuros, castanhos-escuros e negros, e os pigmentos de feomelanina, amarelos e vermelhos.

Esses pigmentos são produzidos pelas células situadas na base do folículo piloso: os melanócitos. Com o passar dos anos, eles produzem cada vez menos melanina: o cabelo cresce branco.

A idade dos primeiros fios brancos é em grande parte determinada pela herança genética. Mas os cabelos brancos não são inevitáveis!



  


 
Reportagem de Aline Oliveira Fortaleza.

Com trinta e poucos já tava com o cabelo branco. E assumiu? Assumi! Pra que pintar?", fala Ronaldo Azevedo, aposentado. 

Vai dizer isso para as mulheres... Eu não assumo os meus não, os meus estão sempre pintadinhos, assume Marli Silveira, aposentada. 

Querendo ou não, os cabelos brancos aparecem. Com o tempo, a melanina, a substância que da cor ao cabelo, começa a diminuir. Mas isso não acontece só com o avanço da idade. 

Sabe aquela história de que preocupação dá cabelo branco? Faz sentido. 

Fatores genéticos e de comportamento podem fazer os fios envelhecerem mais depressa. "Tudo o que envelhece a pessoa, de maneira geral, pode contribuir para esse processo de o cabelo ficar branco mais precocemente. Então o stress, o cigarro também são fatores externos que podem contribuir para os cabelos brancos", explica Aracy Pontes, dermatologista. 

E arrancar os fios brancos, faz nascer em dobro? A médica diz que é um mito. Mesmo assim eles não devem ser tirados. 

Para quem tem poucos fios brancos o ideal é usar tonalizantes. Eles dão cor aos cabelos e agridem menos, porque não tem produtos químicos na composição. São produtos suaves, extremamente naturais, que não tem um potencial de cobertura forte, que quando vai largando não fica aquela linha divisória", esclarece Vilmar, cabeleireiro. 

Quem tem mais de 20% dos fios brancos, ou seja, pelo menos as laterais já brancas, e quer mudar a cor, a solução é a tintura permanente. Dona Marília tem que pintar de quinze em quinze dias e também fazer hidratação. 

"É necessário que tenha mais cuidado, que faça tratamento a cada quinze dias, a cada sete dias, reposição de queratina, reposição de água que são perdidos ao logo do processo químico", orienta o cabeleireiro. 

Seja qual a for a alternativa... 

"A gente se sente outra, né, a auto estima vai lá pra cima", fala Marília Oliveira, aposentada. 

"Eu estou procurando realmente os brancos, mas não ficou nenhum pra contar a história, brinca Priscila Viegas, funcionária pública.

Enviado por  em 09/12/2009

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Melanócito é uma célula dendrítica que produz melanina, substância pigmentar que envolve a célula protegendo seu núcleo dos raios solares. No homem, os melanócitos se encontram na pele, na camada basal da epiderme, no sistema nervoso central e na retina.

melanina é um dos responsáveis pela coloração da pele e auxiliam na proteção celular contra a radiação solar.
melanócito é uma célula neuro-cutânea que surge a partir da crista neural no período embrionário.

Existem várias tipos de melanina e esta é produzida em quantidade diferente em cada segmento corporal, bem como em pessoas diferentes de acordo com seu fototipo.

Distúrbios podem afetar os melanócitos determinando algumas doenças dermatológicas, a saber: vitiligo, melasma ou cloasma, hipercromias, nevos melanocíticos e melanoma.

A melanina  

A melanina é a denominação genérica de uma classe de compostos proteicos existente nos reinos Animal, Planta e Protista e cuja principal função é a pigmentação e proteção contra a radiação solar. É a melanina que, por exemplo, confere pigmentação à pele, aos olhos e aos cabelos dos mamíferos. A falta de melanina dá origem a uma condição denominada albinismo.

A produção de melanina é feita pelos melanócitos ou melanoblastos, células da camada basal da epiderme que mantêm contato com os queratinócitos por intermédio de projeções citoplasmáticas. Esses prolongamentos é que permitem que os pigmentos melânicos produzidos se depositem nos queratinócitos.

>>Queratinócitos ou ceratinócitos são células diferenciadas
do tecido epitelial (pele) e invaginações da epiderme para
a derme (como os cabelos e unhas) de animais terrestres  responsáveis pela síntese da queratina.




Síntese
A síntese de melanina é teoricamente explicada pela presença de uma enzima - tirosinase - concentrada no aparelho de Golgi dos melanócitos. O pigmento é originado a partir da polimerização do aminoácido tirosina por intermédio da ação da tirosinase, a qual passa de aminoácido incolor a um pigmento castanho. A tirosina polimerizada deposita-se em vesículas denominadas melanossomas, as quais se deslocam pelos prolongamentos citoplasmáticos dos melanócitos, sendo transferidos para os queratinócitos através de um processo de secreção, denominado secreção citócrina (de célula para célula). Os grânulos de melanina permanecem no citoplasma dos queratinócitos.

Melanina e raios ultravioleta
As diversas camadas dos queratinócitos com melanina fornecem uma defesa eficaz dos tecidos subjacentes contra os efeitos nocivos dos raios solares, principalmente dos raios ultravioleta.

A influência da radiação ultravioleta sobre a síntese de melanina ainda não está muito bem explicada. Acredita-se que esses raios promovam o aumento da atividade da tirosinase nos melanossomas.

Os hormônios também ainda não têm um mecanismo definido na participação da produção melânica; a hipófise, por exemplo, secreta o ACTH e o HME (hormônio melanócito-estimulante), que aumentam a síntese de melanina. Já os hormônios do córtex da supra-renal exercem um efeito de inibição, na hipófise, do ACTH e do HME, o que consiste em um fator de equilíbrio e modulação da síntese melânica.

Melanina na cultura popular
Os gregos chamavam a todos os etíopes de "caras queimadas", relacionando a pele dos africanos subsaarianos ao carvão.

No passado muitas pessoas viam a melanina como uma espécie de "sujeira" biológica; isto por que não se compreendia qual o real papel dela e nem por que ela geralmente estava relacionada a regiões de baixa latitude.
Mas com a popularização das ciências biológicas no século XX, as pessoas começaram a perceber que esta suposta "sujeira" escura era uma proteína que absorvia a maior parte da luz devido a uma angulação da molécula diferindo-a de outras semelhantes na Química orgânica.

Classes de melanina
Existem duas classes principais de melanina:
  • eumelanina, de cor acastanhada ou preta,
  • e feomelanina, de cor avermelhada ou amarelada.
Os grânulos de melanina se dispõem sobre o núcleo do queratinócito, de modo a impedir lesões no DNA da célula pelos raios ultravioleta. A eumelanina é muito mais eficiente que a feomelanina nessa proteção, e por isso os cânceres de pele são mais comuns em pessoas de pele clara, cujo conteúdo relativo de eumelanina é menor.
A produção de eumelanina e feomelanina é controlada por um receptor transmembrana, ao qual se liga o hormônio melanócito-estimulante, denominado MC1R.

Albinismo
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Classificação e recursos externos
Albinisitic man portrait.jpg
CID-10E70.3
CID-9270.2
OMIM203100
DiseasesDB318
MedlinePlus001479
MeSHD000417

O albinismo (do termo em latim albus, "branco"; também chamado de acromia, acromasia ou acromatose) é um distúrbio congênito caracterizado pela ausência completa ou parcial de pigmento na pele, cabelos e olhos, devido à ausência ou defeito de uma enzima envolvida na produção de melanina.

O albinismo resulta de uma herança de alelos de gene recessivo e é conhecido por afetar todos os vertebrados, incluindo seres humanos. O termo mais comum usado para um organismo afetado por albinismo é "albino".

O albinismo é associado com um número de defeitos de visão, como fotofobia, nistagmo e astigmatismo. A falta de pigmentação da pele faz com que o organismo fique mais suscetível a queimaduras solares e câncer de pele.

Conceituação
O albinismo é uma condição de natureza genética em que há um defeito na produção pelo organismo de melanina. Este defeito é a causa de uma ausência parcial ou total da pigmentação dos olhos, pele e pêlos do animal afetado. Também aparecem equivalentes do albinismo nos vegetais, em que faltam alguns compostos corantes, como o caroteno. É uma condição hereditária que aparece com a combinação de genes que são recessivos nos pais.[1]

Os principais tipos de albinismo são os seguintes:
  • Oculocutâneo (completo ou total) - em que todo o corpo é afetado;
  • Ocular - somente os olhos sofrem da despigmentação;
  • Parcial - o organismo produz melanina (ou corantes, se no vegetal) na maior parte do corpo, mas em outras partes isto não ocorre como, por exemplo, nas extremidades superiores.

Etimologia
A palavra albinismo deriva do latim albus, que significa branco. Também é conhecido como Hipopigmentação.[2]

Descrição da doença
Uma pintura do século XIX, onde família é exibida como uma curiosidade popular.


Garota albina em Papua-Nova Guiné.

Nos indivíduos comuns/médios o organismo transforma um aminoácido chamado tirosina na substância conhecida por melanina. Para que haja produção de melanina devem ocorrer uma série de reações enzimáticas (metabolismo) por meio dos quais se opera a transformação do aminoácido Y (chamado tyr) em melanina, por intermédio da acção da enzima tirosinase.

Os indivíduos que padecem de albinismo têm este caminho metabólico interrompido, já que sua enzima tirosinase não apresenta nenhuma actividade (ou esta é tão pequena que é insuficiente), de modo que a transformação não ocorre e tais indivíduos ficarão sem pigmentação.

Papel da melanina
A melanina se distribui por todo o corpo, dando cor e proteção à pele, cabelos e à íris dos olhos. Quando o corpo é incapaz de produzir esta substância, ou de distribuí-la por todo o soma, ocorre a hipopigmentação, conhecida por albinismo.

Transmissão
O albinismo é hereditário, e transmite-se de três formas distintas:
  • Autossómica recessiva;
  • Autossômica dominante, e
  • Ligado ao cromossomo X, quando afecta apenas indivíduos do sexo masculino.


Graus de albinismo
O albinismo completo se apresenta quando a carência da substância corante se percebe na pele, no cabelo e nos olhos, sendo conhecido como albinismo oculo-cutâneo ou tiroxinase-negativo.
Estes indivíduos apresentam a pele e os pêlos de cores branca, e os olhos de tom rosado. Sofrem de transtornos visuais, fotofobia, movimento involuntário dos olhos (nistagmus) ou estrabismo e, em casos mais severos, podem chegar à cegueira. A exposição ao sol não produz o bronzeamento, além de causar queimaduras de graus variados.

No albinismo ocular, uma versão menos severa deste transtorno, apenas os olhos são afetados. Nesta variedade do albinismo a cor da íris pode variar de azul a verde e, em alguns casos, castanho-claro - e cuja detecção se dá mediante exame médico. Nestes casos a fóvea (responsável pela acuidade visual, no olho) tende a desenvolver-se menos, pela falta da melanina, que cumpre um papel central no desenvolvimento do olho, nos fetos.

Os filhos da lua
Os albinos sofrem conseqüências devido a falta de proteção contra a luz solar especialmente na pele e nos olhos. Assim muitos preferem a noite para desenvolvimento de suas atividades, daí o nome filhos da lua. Muitos albinos humanos sofrem dificuldades de adaptação social e emocional.[3][4]

Outras doenças associadas à falta de melanina
Síndrome de Waardenberg: é um transtorno que se apresenta como uma mecha de pêlos que crescem sem pigmentação na parte frontal da cabeça, ou pela ausência de pigmentação numa das íris.

Síndrome de Chediak-Higashi: falta parcial da pigmentação na pele, associado a alterações imunológicas celulares, tendo tendência a criar graves infecções sistémicas.

Esclerose tuberosa: pequenas áreas localizadas com despigmentação.

Síndrome de Hermansky-Pudiak: albinismo generalizado, associado com problemas sangüíneos, pulmonares e intestinais.

Albinismo animal
Os animais albinos, via de regra, não sobrevivem por muito tempo em seu meio naturalem virtude de sua debilidade ante os raios solares e ainda porque sua falta de coloração os delata facilmente, quer para suas presas, quer para seus predadores.

Deve-se diferenciar, porém, os animais albinos daqueles que possuem a coloração branca (ou leucísticos). Comumente são vendidos animais como albinos quando na realidade trata-se de animais de pelagem branca mas que ainda assim possuem melanina em seu organismo, como ocorre aos ursos do Ártico.

A vida em cativeiro dos animais albinos é, sem dúvida, a única forma de manter sua sobrevivência. Por sua beleza e raridade, tornam-se atração em alguns zoológicos do mundo, como os seguintes:
  • O gorila chamado Copito de Nieve (Floquinho de Neve), único albino conhecido de sua espécie, que vivia no Zoológico de Barcelona, até sua morte causada por cancro de pele em 24 de novembro de 2003. Viveu por 40 anos, e nascera na Guiné Equatorial.
  • No zoológico de Barranquilla (Colômbia) vive um espécime de macaco-aranha albino, da espécie Ateles ater, conhecida popularmente pelo nome de Marimonda.
  • Mecky Way, um ouriço criado em liberdade, na Alemanha.

  • Snowdrop, um pingüim sul-africano albino, que vivia no zoológico de Bristol (Reino Unido) até sua morte em agosto de 2004. Era um dos quatro casos documentados de albinismo nesta espécie.
  • Os espetaculares pavões reais albinos dos zoológicos de Connecticut (Estados Unidos) e Lahore (Paquistão), Cangurú, nascido no zoológico de Brasília(Brasil).
  • Mince, uma cobra albina de 2 cabeças, que foi vista numa exposição de animais exóticos na Suíça.


Albinismo na cultura popular
No romance Quantas Madrugadas tem a Noite do autor angolano Ondjaki um dos personagens é albino. É apelidado de Jaí, e reúne-se com outros albinos para tomar banhos de luar na Ilha (Luanda)
Assim como outros a escola Ramo da Videira faz isso


Referências

  1.  Albinismo
  2.  Mutações Genéticas Albinismo
  3.  Aspectos Sociales y Emocionales del Albinismo




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