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sábado, 26 de novembro de 2011

10 descobertas científicas pelas quais deveríamos ser agradecidos

10 descobertas científicas pelas quais deveríamos ser agradecidos

Fim do ano é uma época em que muito amor, caridade, e sentimentos bons são evocados – especialmente nas famílias mais religiosas, que gostam de lembrar o motivo pelo qual nós celebramos o Natal, o nascimento de Jesus. É uma época em que temos que ser agradecidos pelo que temos.
Nos EUA, existe até um feriado voltado para o Agradecimento – o Thanksgiving. E o que nós, seres humanos, temos a agradecer? Muita coisa. E, no campo da ciência, alguns avanços nos ajudaram muito. Confira 10 descobertas científicas pelas quais deveríamos ser agradecidos:
1 – Vacinas
Vacinas salvam vidas. Mais de 1.000 anos atrás na China, África e Turquia, as pessoas inocularam-se com pus da varíola para se prevenir a doença. A prática se tornou viral, por assim dizer, em 1796, após o cientista inglês Edward Jenner descobrir que poderia usar o pus de uma forma mais branda de varíola para inocular a doença.
Nos séculos seguintes, os pesquisadores desenvolveram vacinas para doenças mortais como a difteria, tétano, febre tifoide, pólio e sarampo. Hoje, temos até vacinas que protegem contra o vírus do papiloma humano, que causa câncer. O próximo passo são vacinas terapêuticas, que estão sob investigação como um método de estimular o sistema imunológico em pacientes que já estão doentes com hepatite, HIV e câncer.
2 – Germes causadores de doenças
Durante os anos 1800, provas começaram a surgir de que as doenças não eram causadas por falta de ar ou geração espontânea. Acredite ou não, a ideia de que poderia haver algum tipo de “coisa” causando o contágio era controversa.
Esta controvérsia veio à tona em 1854, quando um surto de cólera atingiu o bairro Soho de Londres com fúria mortal. Nos três primeiros dias da epidemia, 127 pessoas morreram no bairro.
Dentro de semanas, o número de mortos chegou a 500. Mas o médico John Snow entrevistou famílias à procura de um fio condutor comum. Ele encontrou-o em uma bomba de água contaminada, na esquina da Broad Street. Uma vez que o punho da bomba foi removido para que os moradores não pudessem bombear a água, a epidemia parou. Foi preciso ainda vários anos para a comunidade científica aceitar plenamente que as doenças são causadas por germes.
Hoje, os surtos como a SARS (síndrome respiratória aguda grave), a gripe aviária e a gripe H1N1 têm o potencial de se tornarem globais em poucas horas. Obrigada aos epidemiologistas estudando o nível apropriado de resposta a essas ameaças.
3 – Ressonância magnética
O crânio é um osso duro de roer, por isso somos felizes que agora podemos olhar dentro dele sem precisar de uma serra. Neuroimagem é uma das tecnologias mais novas para pesquisadores e médicos.
A tomografia computadorizada e a ressonância magnética (MRI) ajudam profissionais a dar uma boa olhada em tecidos moles, incluindo o cérebro. Com o advento da ressonância magnética funcional, ou fMRI, na década de 1990, pesquisadores foram capazes de observar o cérebro em ação, e descobrir que áreas tornam-se mais ativas durante várias tarefas mentais.
Ressonâncias magnéticas foram usadas para revelar de tudo, da maturidade do cérebro ao efeito de jogos de videogame violentos no cérebro adolescente. As varreduras do cérebro até já entraram como prova em julgamentos de assassinato.
4 – Microscópios
Microscópios foram essenciais para a descoberta da célula – o bloco de construção da vida como a conhecemos. E de que outra forma poderíamos assistir cromossomos se replicarem ou maravilhar-nos com o padrão de mosaico de um olho de mosquito? Sem microscópios, uma parte surpreendente de nosso mundo estaria invisível.
5 – Estudo do passado
Nossa compreensão da vida antiga na Terra através de restos fossilizados remonta ao grego Xenófanes, que, por volta de 750
a.C., reconheceu que moluscos presos em rochas em uma região montanhosa pareciam mariscos do mar.
No entanto, o campo progrediu pouco durante um longo período. No século 11, o naturalista persa, Ibn Sina, propôs uma teoria de fluidos petrificantes. Mas levou mais alguns séculos antes de fósseis e sua relação com a vida passada serem entendidos.
Agora, graças ao progresso constante da ciência, conhecemos muitos fósseis e suas histórias, que nos ajudam a compreender milhares de coisas. A foto acima é de um fóssil com mais de 120 milhões de anos. Cientistas mapearam traços de metais no fóssil para revelar padrões de pigmentação original do espécime.
6 – Telescópio Espacial Hubble
Orbitando 579 quilômetros acima da Terra e pesando até dois elefantes adultos, o Hubble da NASA é um gigante entre gigantes. O telescópio concluiu cerca de 93.500 viagens ao redor do planeta, tirou três quartos de um milhão de fotografias e analisou 24.000 objetos e fenômenos celestes. A cada dia, o telescópio envia 3 a 4 gigabytes de dados para Terra, o suficiente para encher seis CDs.
Hubble tem indiscutivelmente mudado a nossa visão do universo, com realizações como uma das primeiras fotos diretas de um exoplaneta. Com uma exposição de milhões de segundos de duração, suas pesquisas revelaram as primeiras galáxias da chamada “idade das trevas”, o tempo logo após o Big Bang. A foto acima é uma imagem da Nebulosa da Águia, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble.
7 – Satélites
O primeiro satélite soviético a entrar em órbita na Terra pode ter dado medo em alguns corações em 1957, mas o mundo do século 21 agora é viciado em sua frota crescente de comunicação, navegação e sensoriamento remoto.
Satélites GPS ajudam os motoristas a encontrar o caminho da mais próxima farmácia, e guiam aviões com milhões de pessoas por todo o mundo.
As pessoas também podem ser gratas pelo rádio via satélite e a televisão via satélite, assim como todos estamos esperando a internet via satélite, carros inteligentes guiados por satélite e outras coisas. Enquanto isso, os satélites de sensoriamento nos dão, talvez, algumas das melhores vistas da Terra até à data.
8 – Grande Colisor de Hádrons
Colisões de velocidade super alta que liberam enormes quantidades de energia e poderiam revelar partículas exóticas, e até mesmo recriar as condições no universo apenas um trilionésimo de segundo após o Big Bang: isso é ciência que qualquer viciado em adrenalina pode amar.
Os segredos da matéria escura, os mistérios da partícula de Deus, e dimensões extras no universo são apenas algumas das exóticas descobertas que os cientistas estão esperando fazer com o Grande Colisor de Hádrons, que fica perto de Genebra. Façanha recente: a criação de pequenos big bangs.
9 – Busca por vida alienígena
A busca por inteligência extraterrestre (SETI), que oficialmente começou cerca de 50 anos atrás, não encontrou sinais de
homens verdes até agora. Mas ainda há muito a ser grato pelos astrônomos que escutam os sinais de rádio de sistemas estelares que poderiam ser a casa de estrangeiros.
Como um esforço de tentar entender um universo que se estende muito para além da humanidade e sua existência em um planeta rochoso, essas pesquisas nos obrigam a considerar o significado por trás de nossa existência – somos únicos, ou tem vida inteligente em outro lugar?
Alguns especialistas dizem que não vamos encontrar aliens por muitos séculos, e outros preveem que vamos encontrá-los dentro de 25 anos. A foto acima é da matriz do Instituto SETI. Esses telescópios rádios têm vasculhado o cosmos atrás de sinais alienígenas desde 2007.
10 – Dormir até tarde
Em 1999, Charles Czeisler descobriu que os relógios intrínsecos dos seres humanos têm um dia normal de 24 horas e 11 minutos. Claro, há muita variação dentro da população: alguns de nós, com relógios de curta duração, levantam cedo.
Outros dormem razoavelmente, enquanto o resto tem relógios mais lentos, dormindo e acordando mais tarde, os “noturnos”. As corujas entre nós são gratas por esta explicação, porque isso é prova de que querer dormir até tarde não nos faz preguiçosos! O problema está no ditado “Deus ajuda quem cedo madruga”. Qual o problema em recuperar o sono perdido? Nenhum, né?

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