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domingo, 20 de novembro de 2011

Imagem de satélite mostra mancha de petróleo no litoral do Rio


Imagem de satélite mostra mancha de petróleo no litoral do
Rio
Imagem de satélite vazamento Bacia de Campos
Imagem captada pelo satélite de sensoriamento remoto Aqua no dia 12 de novembro mostra a grande extensão da mancha de óleo que desde o dia 10 vem vazando por uma rachadura no leito do oceano Atlântico, na altura do Rio de Janeiro. Cálculos mostram que estão vazando quase 4 mil barris por dia.

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Segundo a companhia norte-americana Chevron, responsável pela operação da plataforma, o volume de óleo na superfície do mar é de cerca de 65 barris, 10 vezes menos que a estimativa anterior quando foi informado que a quantidade era de 400 a 650 barris. No entanto, esses números são contestados pela ONG SkyTruth, que afirma que o volume é muito maior que anunciado.
“Assumindo que o vazamento teve início em 8 de novembro, acreditamos a taxa de vazamento é de 3.738 barris por dia, ou 594 mil litros. Isso é quase 10 vezes mais que os dados calculados pela Chevron", publicou a ONG em seu blog.
Para chegar a esse número a entidade utilizou as imagens do satélite AQUA, concluindo que a área do vazamento é de 2.379 quilômetros quadrados. Considerando a menor espessura possível do óleo cru, um mícron, a SkyTruth conclui que o poço no Campo Frade, na região da Bacia de Campos já despejou ao mar cerca de 15 mil barris de petróleo.
O óleo está vazando por uma rachadura de cerca de 300 m de extensão, localizada a 1200 m de profundidade e a 130 m do poço de perfuração.

Categoria Máxima
Em comunicado oficial, a Agência Nacional do Petróleo, ANP, informou que a cimentação da rachadura teve início na quarta-feira. Na nota, a ANP disse que a Chevron colocou um tampão de cimento que deve secar é aproximadamente m 20 horas. Ainda de acordo com a entidade, imagens feitas com veículos robóticos mostram que houve redução do vazamento.
John Amos, presidente da SkyTruth, lembrou que para os padrões norte-americanos qualquer vazamento maior que100 mil galões é considerado de categoria máxima. Se os cálculos da SkyTruth estiverem corretos, o derramamento atual já atingiu 628 mil galões.
“Embora o vazamento não seja uma recorde, a situação na Bacia de Campos é muito séria. Apesar de ser bem menor do que o vazamento do Golfo do México em 2010, não dá para chamá-lo de insignificante. Mesmo assim, estou muito esperançoso já que aparentemente o duto não foi avariado”, disse Amos.

Causas
Ao que tudo indica, a rachadura no leito submarino ocorreu durante uma operação de perfuração, quando um aumento de pressão em algum ponto causou uma fissura na rocha, liberando o petróleo.
Em entrevista à agência de notícias Reuters, o diretor da ANP, Florival Carvalho, explicou que abandono do poço será feito em etapas, sendo que em primeiro lugar será empregada lama pesada para estancar o poço. Em seguida, será usado cimento para vedar definitivamente o local. Segundo o cronograma, o vazamento deverá ser controlado nos próximos dias.

Foto: Mancha de óleo detectada pelo satélite de sensoriamento remoto Aqua no dia 12 de novembro mostra a mancha de óleo cru na região da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Crédito: Nasa/Modis, Everton dos Santos/PainelGlobal.com.br .
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