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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Encontrado sistema solar na estrela Kepler-30 com as mesmas características que o nosso



Encontrado sistema solar na estrela Kepler-30 com as mesmas características que o nossoQui, 26 de Julho de 2012 Cícera Santana

Publicado por Andrea Cortiano 


Um sistema solar organizado como o nosso foi descoberto mil anos-luz da Terra.Os grupos de planetas alinham-se de forma semelhante ao do nosso sistema solar, com os seus planos orbitais ao equador de sua estrela.O Dr. Roberto Sanchis-Ojeda e seus colegas analisaram a passagem dos planetas sobre a estrela Kepler-30 e interpretaram os dados através da sombra que este trânsito produziu.No nosso sistema solar o Sol e as órbitas dos planetas são praticamente alinhados, presumivelmente uma consequência de sua formação a partir de um disco giratório único gasoso.Existem apenas três planetas no sistema ‘alienígena’ solar, em comparação com os oito do nosso, mas é a primeira vez que um com o mesmo alinhamento do sistema solar foi encontrado.A observação descrita na Nature lança luz sobre as condições que determinam a arquitetura de um sistema planetário. Muitos dos exoplanetas são gigantes que orbitam muito próximos a suas estrelas, impedindo o desenvolvimento de vida - muitas vezes são desalinhados, alguns até com órbitas opostas.Os novos planetas captados pela missão espacial Kepler sugerem que a orbita se alto inclina. Dr Sanchis-Ojeda, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, disse: "Os planos orbitais estão quase alinhados, o que é presumivelmente uma consequência de sua formação a partir de um disco giratório único gasoso”."Aqui nós relatamos uma análise dos trânsitos dos planetas com a estrela Kepler-30 e mostramos que as órbitas planetárias estão alinhadas com o estelar no nível do equador”, em declaração ao DailyMail.“Além disso, as órbitas estão alinhadas umas com as outras alguns graus adentro. Esta configuração é semelhante ao do nosso Sistema Solar”.O Prof. Drake Deming, da Universidade de Maryland, analisou a descoberta para a revista e descreveu como fascinante. Ele disse: "Os pesquisadores deduziram todos os três planetas em trânsito nesta órbita do sistema no mesmo plano, dentro de um grau de inclinação angular. Este arranjo muito próximo a Kepler-30 imediatamente traz à mente as órbitas alinhadas do Sistema Solar”.Um dos primeiros resultados e mais espetaculares de Kepler foi a descoberta de que algumas estrelas acolhiam vários planetas em trânsito, sendo seis no registro atual.A estrela anfitriã no sistema de Kepler-30 é magneticamente ativa e coberta por regiões que são mais escuras e mais frias que o resto da superfície.Deming disse: "Como o Sistema Solar, os planetas em Kepler-30 claramente se originaram em um disco de gás. O fato de algumas órbitas planetárias poderem ser alinhadas com o plano do equador de sua estrela, enquanto outros são extremamente desalinhados, mostra que temos muito ainda a aprender sobre a formação e evolução orbital dos planetas”. Fonte: DailyMail Foto: Reprodução/ NASAExtraído de: http://www.jornalciencia.com
*****O que é um ano-luz? Clique aqui http://portaldosanjos.ning.com/group/antuakumahierarquiacelestial/f... **** É possível encontrar um planeta como a Terra antes de 2022, dizem astrofísicos
Astrônomos estudam atmosfera de mundo alienígena diretamente pela primeira vezNova técnica analisou radiação emitida diretamente por um planeta fora do Sistema Solar. Antes, o estudo só era possível se o mundo passasse entre as lentes dos telescópios e a estrela-mãeConcepção artística mostra o exoplaneta Tau Boötis b. Um dos primeiros exoplanetas a serem descobertos, em 1996. Continua a ser um dos sistemas planetários mais próximos que se conhece. Os astrônomos utilizaram o Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul, para captar e estudar, pela primeira vez, a fraca radiação emitida pelo planeta Concepção artística mostra o exoplaneta Tau Boötis b. Foi um dos primeiros exoplanetas a serem descobertos, em 1996. Continua a ser um dos sistemas planetários mais próximos que se conhece. Os astrônomos utilizaram o Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul, para captar e estudar, pela primeira vez, a fraca radiação emitida pelo planeta (ESO/L. Calçada) Cientistas conseguiram pela primeira estudar diretamente a atmosfera de um exoplaneta — como são chamados os mundos fora do Sistema Solar. A técnica inovadora põe fim a 15 anos de limitações no estudo de mundos alienígenas. Antes só era possível analisar os exoplanetas que passavam entre as estrelas e as lentes dos telescópios (saiba como os exoplanetas são detectados atualmente). A nova estratégia consiste em captar diretamente o fraco brilho que o planeta emite. De quebra, os astrônomos agora podem medir a massa desses mundos sem precisar de técnicas complementares. O estudo será publicado nesta quinta-feira no periódico britânico Nature.Saiba maisTAU BOÖTIS BO nome do planeta, Tau Boötis b, combina o nome da estrela (Tau Boötis ou τ Boötis, onde τ é a letra grega "tau" e não a letra t) com a letra "b" que indica que este é o primeiro planeta encontrado em torno da estrela. Tau Boötis fica a 51 anos-luz da Terra, na constelação do Boieiro. A equipe do astrônomo Matteo Brogi, do Observatório de Leiden, na Holanda, usou oVery Large Telescope, um gigantesco telescópio instalado no Deserto do Atacama, no Chile, para observar o planeta Tau Boötis b. Esse exoplaneta foi um dos primeiros descobertos, em 1996. Trata-se de um gigante gasoso, tal como Júpiter, mas muito mais próximo de seu sol. 
Embora sua estrela hospedeira seja facilmente visível a olho nu, o exoplaneta praticamente desaparece frente ao brilho do astro. Até agora, cientistas conseguiam detectar o Tau  Boötis b apenas pelo sutil efeito gravitacional que ele exerce sobre a estrela-mãe.
Clima alienígena — Os astrofísicos conseguem estudar a atmosfera de planetas quando a luz da estrela-mãe a atravessa. Mas isso só é possível se o planeta passar entre as lentes dos telescópios e a estrela, o que ocorre com a minoria dos exoplanetas. Tau Boötis b faz parte da maioria dos casos: seu trânsito em volta da estrela não coincide com o plano de observação dos telescópios terrestres, e por isso sua atmosfera não podia ser estudada.Contudo, depois de 15 anos tentando estudar o brilho sutil emitido por exoplanetas quentes (tipo de planeta parecido com Júpiter, porém mais próximo de seu sol), os astrônomos obtiveram sucesso ao combinar observações infravermelhas de alta qualidade com uma nova técnica que consegue separar o sinal fraco emitido pelo planeta da radiação muito mais forte emitida pela estrela hospedeira. "Apenas 0,01% da radiação observada é emitida pelo planeta. O resto vem da estrela", disse Brogi. "Não foi nada fácil separar uma coisa da outra."
Cálculo de peso — A maioria dos exoplanetas foi descoberta pelo efeito gravitacional que exercem sobre suas estrelas hospedeiras. Essa técnica tem limitações. Só permite, por exemplo, estimar a massa mínima do exoplaneta. 
A nova técnica de analisar a radiação que vem diretamente do planeta permite aos astrônomos medir o ângulo da órbita do exoplaneta e consequentemente determinar sua massa de forma precisa. A equipe conseguiu determinar, pela primeira vez, que Tau Boötis b orbita sua estrela com um ângulo de 44 graus e tem massa igual a seis vezes a de Júpiter.
"A nova técnica significa que agora podemos estudar as atmosferas de exoplanetas que não transitam em frente as suas estrelas em relação aos telescópios terrestres e medir as suas massas de forma precisa", disse Ignas Snellen, co-autor do estudo. Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/astronomos-estudam-atmosfe... 

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