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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

'Balão gigante' de magma cresce sob ilha paradisíaca grega, revela estudo


'Balão gigante' de magma cresce sob ilha paradisíaca grega, revela estudo

 

Em 15 meses, região aumentou tamanho de 15 estádios olímpicos.Vulcão localizado em Santorini teve sua última erupção há 3.600 anos. Do G1, em São Paulo Um "balão gigante" de magma está crescendo debaixo da ilha paradisíaca grega de Santorini, apontam cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido. A descoberta foi publicada na edição desta semana da revista "Nature Geoscience". Entre janeiro de 2011 – quando começou uma série de terremotos de fraca intensidade na região – e abril deste ano, uma câmara de rocha fundida abaixo do vulcão dessa ilha cresceu entre 10 e 20 milhões de metros cúbicos, o equivalente a 15 vezes o tamanho do estádio olímpico de Londres.A expansão, observada por imagens de satélite e GPS, provocou um aumento de 8 a 14 centímetros na superfície de Santorini.Santorini (Foto: David Pyle/Universidade de Oxford/Divulgação) Ilha de Santorini tem vulcão adormecido há 3.600 anos (Foto: David Pyle/Universidade de Oxford/Divulgação) A descoberta tem ajudado os cientistas a entenderem mais sobre o funcionamento interno desse vulcão, cuja última erupção ocorreu há 3.600 anos, quando a ilha quase ficou enterrada de pedras-pomes. Os sinais mais recentes de manifestação dele são de 25 anos atrás, e a expansão vista agora representa de 10 a 20 anos de seu crescimento normal.Magma (Foto: Michelle Parks/Universidade de Oxford/Divulgação)'Balão' de magma fica 5 km pra dentro do ponto vermelho(Foto: Michelle Parks/Universidade de Oxford/Divulgação) A pergunta que intriga os autores, no entanto, é quando o vulcão voltará à atividade, pois os abalos sísmicos já diminuíram nos últimos meses.Segundo o professor David Pyle, do Departamento de Ciências da Terra de Oxford e um dos autores do estudo, o desafio do projeto é entender como as atuais informações sobre o vulcão se relacionam com o que já se sabia dele no passado, visto que essa formação é uma das poucas sobre as quais se tem dados históricos detalhados.Santorini (Foto: Becca Neely/Universidade de Oxford/Divulgação) Pesquisadora Michelle Parks ajusta GPS na ilha (Foto: Becca Neely/Universidade de Oxford/Divulgação) 
 
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Colaboração de
Jose Francisco Figueiredo Duarte
 

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