A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

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sábado, 31 de agosto de 2013

Japão cria banco de esperma de animais ameaçados para colonizar planetas

Japão cria banco de esperma de animais ameaçados para colonizar planetas

Artigo publicado esta semana no UOL Notícias:O pequeno kiwi pintado ( Apteryx owenii), uma de cinco espécies de kiwi da Nova Zelândia que parece estar crescendo mais, ainda é considerado perto de ameaça de extinção.O pequeno kiwi pintado ( Apteryx owenii), uma de cinco espécies de kiwi da Nova Zelândia que parece estar crescendo mais, ainda é considerado perto de ameaça de extinção.Dois cientistas japoneses anunciaram nesta quarta-feira (28) aabertura de um banco de esperma de animais em perigo de extinção, para o qual utilizaram uma técnica de liofilização que, segundo eles, permitirá o nascimento de espécies em outros planetas.A liofilização é um processo de secagem e de eliminação de substâncias voláteis realizado em temperatura baixa e sob pressão reduzida.Esta equipe do Instituto de Experimentação em Animais da Universidade de Quioto conseguiu conservar o esperma extraído de duas espécies de primatas ameaçadas e de um tipo de girafa, explicou o professor Takehito Kaneko à AFP.Os pesquisadores misturaram o esperma com um líquido de conservação e liofilizaram o conjunto, o que permite conservar o sêmen a 4 graus Celsius – uma temperatura mais elevada e menos exigente no consumo de energia que as técnicas tradicionais de conservação.A equipe de Kaneko, que conseguiu liofilizar o esperma de um rato e um camundongo, explicou que esses espermatozoides continuavam viáveis cinco anos depois.“Os cientistas podem desta maneira ter acessos a informações genéticas mais facilmente, o que significa que poderemos ajudar a conservar as espécies ameaçadas”, acrescentou Kaneko.Esta técnica não foi aplicada ainda ao esperma humano, mas isso poderá ser estudado no futuro, segundo o cientista, que anunciou seu próximo objetivo que é desenvolver um método similar para óvulos.“Pode parecer um sonho, mas poderemos, no futuro, levar as informações genéticas ao espaço. Caso o homem venha a colonizar outros planetas, por exemplo, esta técnica poderá ajudar a estabelecer espécies de animais nesses planetas“, explicou.Para ver fotos de outros animais que estão em perigo de extinção, acesso o link original da notícia: UOL Notíciasn3m3Colaboração: Hannah Hertz

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Acompanhe a jornada do Cometa ISON

Acompanhe a jornada do Cometa ISON

Posição do Cometa ISON em 11 de dezembro de 2013.Posição do Cometa ISON em 11 de dezembro de 2013.O Cometa ISON nem está visível a olho nu ainda, mas já está despertando muita curiosidade de todos, principalmente dos pesquisadores da ovniologia, devido aos artigos publicados recentemente na Internet, os quais levantam a possibilidade do cometa ser algo artificial.O OVNI Hoje não acredita nessa possibilidade, embora possamos estar errados.  De qualquer forma, só o tempo dirá.Enquanto o cometa não chega próximo a nós para mostrar sua cara, Michal Sadlon, do site www.inove.eu.com, nos escreveu apresentando o trabalho de sua equipe, a qual elaborou um modelo de interatividade do Cometa ISON.  Lá você pode acompanhar dia a dia a progressão deste corpo celeste e até mesmo avançar no tempo para obter sua posição em datas diferentes. No site mencionado acima, também poderão ser encontrados outros modelos que podem ser de interesse para aqueles que gostam do assunto.Para acessar diretamente o modelo interativo do cometa, clique nos seguinte link: www.solarsystemscope.com/isonContudo, alertamos que aqueles com problemas para visualizar o modelo interativo devem usar o navegador Google Chrome.Michal também informou que logo deverão disponibilizar outro modelo mostrando a visão a partir da Terra.Nossos mais sinceros agradecimentos ao Michal por nos ter enviado o link do modelo.Divirtam-se.n3m3

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A vida na Terra começou em Marte, alega cientista

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A vida na Terra começou em Marte, alega cientista

Em artigo publicado hoje no blog científico da Folha de São Paulo, escrito por Salvador Nogueira:A vida na Terra teria começado… em Marte! É o que sugere, como se não fosse nada demais, o bioquímico Steven Benner, pesquisador do Instituto Westheimer para Ciência e Tecnologia, nos Estados Unidos.Falando ontem a uma plateia de cientistas em uma conferência em Florença, na Itália, Benner sugeriu que, por incrível que pareça, os primeiros passos da vida, a partir de química simples, teriam sido dados muito mais facilmente no planeta vermelho, 4 bilhões de anos atrás, do que na Terra.O papo vai ficar meio cabeludo agora, mas, por favor, aguente firme que valerá a pena.Benner é um dos defensores da hipótese conhecida como “mundo de RNA”. Trata-se da resposta mais aceita ao clássico dilema de Tostines no que diz respeito à origem da vida: o que vem primeiro, o material genético, que guarda as receitas das proteínas que fazem tudo no interior dos organismos, ou as proteínas, que tocam o metabolismo adiante e são a razão de ser do material genético?Hoje, a principal molécula guardadora do material genético, como todos nós conhecemos, é o DNA. Todas as criaturas vivas têm seus genomas confortavelmente conservados em longas moléculas dele.Contudo, no passado, o RNA — que hoje serve principalmente para fazer o leva-e-trás da informação contida no DNA — pode ter sido o protagonista da festa. Por quê? Ocorre que os cientistas descobriram que, em certas circunstâncias, ele pode agir ora como uma proteína, estimulando reações químicas (ou seja, realizando metabolismo), ora para servir como guardador da informação genética (como, inclusive, faz para alguns vírus até hoje). Resolvendo os dois problemas ao mesmo tempo, ele seria o primeiro passo natural da vida, sem exigir a formação de duas coisas diferentes (DNA e proteínas) simultaneamente.Daí a ideia de que o livro da vida teria como seu capítulo inicial o “mundo de RNA”.E MARTE?…Para ler o restante do artigo, favor acessar seu site de origem: mensageirosideral.blogfolha.uol.com.brn3m3Colaboração: Hannah Hertz

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Confirmada a existência do elemento 115, alegado combustível de disco voador por Bob Lazar

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Confirmada a existência do elemento 115, alegado combustível de disco voador por Bob Lazar

Como publicado ontem (27/8) no site da Voz da Rússia em português:Uma equipe internacional de cientistas que trabalham na Universidade de Lund, na Suécia, informou sobre a prova da existência do elemento superpesado da tabela periódica com o número atômico 115.Seus cálculos foram confirmados por vários experimentos realizados na Alemanha, diz-se em um comunicado de imprensa da Universidade.Os físicos russos da cidade de Dubna foram os primeiros a anunciar a existência do novo elemento, ainda em 2004. O elemento recebeu o nome temporário de Ununpentium (número 115, composto pelas raízes latinas).Lembramos que o elemento 115 foi alegado por Bob Lazar, no final da década de 80, como sendo o combustível dos discos voadores alienígenas que estariam sendo ‘dissecados’ na Área 51.  Embora hoje o elemento ainda não exista em forma estável, aqui está a comprovação de sua existência.n3m3Fonte: portuguese.ruvr.ruColaboração: Marcelino S. de Melo,

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Encontram mais água na Lua… e desta vez ela não está no fundo de crateras nos pólos

Encontram mais água na Lua… e desta vez ela não está no fundo de crateras nos pólos

É claro, a água encontrada não se faz presente como na foto acima. É claro, a água encontrada na Lua não se faz presente como na foto acima.A cada dia que passa, ficamos mais surpresos com o que descobrimos em nossas pesquisas espaciais.  Já havíamos publicado a respeito da descoberta de água gelada no fundo de crateras lunares localizadas nos pólos da Lua.  Mas desta vez, já não se trata disto, nem tampouco da presença de diminutas moléculas do líquido dentro de minerais daquele satélite.  Desta vez a água está na superfície lunar, em forma de partículas é certo, mas com uma procedência completamente diferente do que se havia encontrado até agora.  Trata-se de “água magmática”, isto é, procedente das profundidades da Lua.  E até agora os cientistas não têm a mínima ideia da fonte desta água.A descoberta, que foi feita através dos dados do Instrumento M3 da cápsula Chandravaan 1, da Índia, após o estudo das imagens da cratera Bullialdus que fica no equador da Lua, foi tornada pública pela NASA, a qual assegura se tratar da primeira detecção desta forma de água a partir de um artefato orbital, e reconhece que as fontes desta água são desconhecidas, mas que ela deve ser proveniente das profundidades do satélite.  Os estudos anteriores já haviam mostrado a existência de água magmática em amostras lunares recolhidas por astronautas do programa Apolo.A parte central da cratera Bullialdus está composta por um tipo de rocha que se formou nas profundidades da crosta e do manto lunar.Esta rocha, que normalmente reside muito abaixo da superfície, foi arrancada das profundidades pelo impacto que formou a cratera Bullialdus”, explica Rachel Klima, geóloga planetária do Laboratório de Física Aplicada da Universidade John Hopkins, em Laural, estado de Maryland – EUA.Na composição de seu entorno, encontramos que a porção central desta cratera contém um volume significativo de hidroxila, uma molécula que consiste de um átomo de oxigênio e um de hidrogênio, o qual é prova de que as rochas nesta cratera contêm água que se originou muito abaixo da superfície lunar“, disse Klima.A detecção de água desde uma observação orbital constitui num marco de primeira magnitude para o conhecimento do nosso satélite. E provavelmente um novo apoio ante a possibilidade de, num futuro próximo, contar com uma base lunar permanente em nosso satélite natural.n3m3Fonte: www.abc.es

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Seriam os humanos a primeira vida inteligente a surgir na Via Láctea?

DNA

Seriam os humanos a primeira vida inteligente a surgir na Via Láctea? medida que a vida evoluiu, sua complexidade aumentou exponencialmente, exatamente de acordo com a Lei de Moore, a qual estipula que o número de transistores em um circuito integrado dobra a cada dois anos, aproximadamente.  Os geneticistas, Alexei Sharov, do Instituto Nacional do Envelhecimento, em Baltimore – EUA, e Richard Gordon, do Laboratório Marinho de Espécimes do Golfo, na Flórida, inferiram esta tendência em reverso e descobriram que, através da medida da Lei de Moore, a vida é mais velha do que a própria Terra.

A equipe retornou a Lei de Moore para a complexidade zero e para a origem da vida, através da mensuração da complexidade da vida e da taxa pela qual ela aumentou, desde procariotos para eucariontes, até criaturas mais complexas, tais como vermes, peixes, anfíbios e finalmente mamíferos.  O resultado é um aumento exponencial idêntico daquele por detrás da Lei de Moore, com o dobro de tempo, porém, expandindo para 376 milhões de anos, ao invés de dois.A utilização de regressão linear da complexidade genética em uma escala inferida em reverso até somente um par base, sugere que a vida tenha surgido há 9,7 bilhões de anos.  Esta escala de tempo cósmica para a evolução da vida possui uma importante consequência: a vida levou 5 bilhões de anos para alcançar a complexidade de bactérias; os ambientes nos quais a vida originou e evoluiu até o estágio de procariotos podem ter sido bem diferentes daqueles contemplados na Terra.  Assim, eles sugerem que, se a vida demora 10 bilhões de anos para evoluir até um nível de complexidade associada como Homo sapiens, então podemos estar entre as primeiras, senão a primeira, civilização inteligente na Via Láctea, o que nega a Equação de Drake.gráficoNo gráfico acima, a complexidade de organismos, como medida pelo comprimento de DNA não redundante e funcional, por genoma contado pelo par base de nucleotídeos (bp), aumenta linearmente como tempo (Sharov, 2012).  O tempo é contado para trás em bilhões de anos antes do presente (time 0).  Credito: arXiv:1304.3381 [physics.gen-ph]Além disso, eles sugerem que a evolução de organismos avançados tem acelerado através do desenvolvimento de sistemas adicionais de processamento de informações: memória epigênica, mente primitiva, cérebro multicelular, linguagem, livros, computadores, e a Internet.  Como resultado, o tempo dobrado de complexidade tem ocorrido a aproximadamente cada 20 anos.Sharov e Gordon também apontam que astrônomos acreditam que a nossa Nebula Solar formou-se a partir dos restos de uma estrela anterior, o que sugere que a vida deste período possa ter sido preservada no gás, poeira e nuvens de gelo originais.  Na forma de uma panspermia cósmica, a vida na Terra pode ser a continuação de um processo que começou há muitos bilhões de anos antes da formação de nosso sistema solar.Ref: arxiv.org/abs/1304.3381: Life Before Earth—–Se esta tese for verdadeira, então as anomalias e o objetos voadores não identificados que têm sido avistados desde nossa antiguidade devem possuir outra explicação, que não a de que sejam alienígenas de outros planetas em nossa galáxia.  Ou estamos sendo visitados por seres de outras galáxias ou dimensões/universos, ou então estamos sendo visitados por nós mesmos… do futuro!Mas o artigo mostrado acima nos mostra somente uma tese de dois cientistas, a qual pode ser desmentida da mesma forma que foi formulada.  Aguardemos antes de chegarmos à conclusões precipitadas.n3m3Fonte: The Daily Galaxy via MIT Technology ReviewColaboração: Marcos Santos


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domingo, 25 de agosto de 2013

Maioria dos átomos que compõem os humanos foi produzida em estrelas

Mãos e galáxias

Maioria dos átomos que compõem os humanos foi produzida em estrelas

Em artigo publicado esta semana na Folha de São Paulo:Em 1929, o astrônomo Harlow Shapley, da Universidade Harvard, afirmou: “Nós, seres orgânicos que nos descrevemos como humanos, somos feitos da mesma matéria que as estrelas”.Foi uma observação surpreendente, considerando que, na época, ninguém nem sequer sabia o que fazia as estrelas brilharem.Trinta anos ainda se passariam até Geoffrey e Margaret Burbidge, William Fowler e Fred Hoyle, em artigo que se tornaria clássico, demonstrarem que os átomos que nos compõem não apenas são os mesmos que os das estrelas: a maioria deles foi, na verdade, produzida em estrelas. Começando pelos primordiais hidrogênio e hélio, elementos mais densos como ferro, oxigênio, carbono e nitrogênio foram gerados numa série de reações termonucleares e então espalhados pelo espaço quando essas estrelas morreram e explodiram como supernovas, num frenesi termonuclear final.Notícias divulgadas recentemente me lembraram disso. Uma delas envolvia escaravelhos, que, aparentemente, orientam-se pela luz da Via Láctea.A outra foi o anúncio de que astrônomos identificaram a origem da existência do ouro no Universo em um cataclismo conhecido como explosão de raios gama.Edo Berger, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, no Massachusetts, disse que a explosão pode ter criado uma quantidade de ouro equivalente à massa de 20 Luas da Terra.As próprias estrelas de nêutrons são frutos de cataclismos: explosões de supernovas que podem espremer o espaço para fora de átomos e comprimir uma massa maior que o Sol numa bola de 32 quilômetros de diâmetro.Berger sugeriu que, de fato, é possível que todo o ouro do universo tenha sido produzido por colisões entre estrelas de nêutrons.Isso nos traz de volta ao escaravelho, o humilde rola-bosta.Esses seres, que vivem das fezes de animais maiores, têm um problema. A partir do momento em que um escaravelho encontrou esterco e rolou um pouco para formar uma bola, ele precisa tirar a bola do local, rolando-a em linha reta para longe da pilha de esterco, senão outros escaravelhos virão roubá-la.Como os besouros fazem isso, mesmo em noites sem luar, têm sido um mistério.Em janeiro, uma equipe de pesquisadores suecos e sul-africanos revelou que os escaravelhos coprófagos africanos podem usar a Via Láctea para se orientar.Os pesquisadores descobriram que, quando eram colocados pequenos “chapéus” nos escaravelhos, impedindo-os de enxergar o céu, ou quando nuvens ocultavam as estrelas, os escaravelhos andavam a esmo.Mas eles não se desviam do caminho em noites estreladas.Seria difícil imaginar uma conexão entre o microscópico e o macroscópico e entre o espaço interno e o sideral mais bela que essa ou que tão bem induz um sentimento de humildade.Os antigos egípcios consideravam os escaravelhos sagrados por sua capacidade de gerar vida a partir de dejetos.O escaravelho era símbolo da renovação eterna e da vida que nasce da morte.Os egípcios usavam representações de escaravelhos como amuletos.Em um dos símbolos máximos de reciclagem, alguns desses amuletos eram feitos de ouro.Fonte: www1.folha.uol.com.brColaboração: Mutley

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Parnamirin, RN – Brasil, é palco de avistamento de OVNIs / UFOs

OVNI em Parnamirin, RN, Brasil

Parnamirin, RN – Brasil, é palco de avistamento de OVNIs / UFOs
Edvaldo Gomes, da cidade de Parnamirin, no estado do Rio Grande do Norte, nos alerta que aquela localidade tem sido palco de avistamento de OVNIs já por algum tempo.Veja abaixo vídeos de reportagens sobre o assunto naquela região, inclusive com uma aparição recente, do início deste mês de agosto de 2013, seguidos pelas filmagens originais:Dezembro de 2012, reportagem:embedded by Embedded Video
 Dezembro de 2012, filmagem original:embedded by Embedded Video
 Abril de 2013, reportagens:embedded by Embedded Video
embedded by Embedded Video
 Abril de 2013, filmagem original:embedded by Embedded Video
 Agosto de 2013, reportagem:embedded by Embedded Video

Agosto de 2013, filmagem original:embedded by Embedded Video
  Fonte dos vídeos:  edvaldo gomesNossos agradecimentos ao Edvaldo pelo envio das informações.n3m3Colaboração: Edvaldo Gomes


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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Fenômeno raro é filmado no céu da Escócia por astrônomo amador

Fenômeno raro é filmado no céu da Escócia por astrônomo amador

1Nuvens noctilucentes se misturam com a Aurora Boreal.Um astrônomo amador conseguiu filmar dois fenômenos raros no céu da Escócia de uma só vez.Maciej Winiayczyk saiu para filmar somente as nuvens noctilucentes.  Estas nuvens, que brilham quando são iluminadas pelo Sol já baixo no horizonte, são formadas por minúsculos cristais de gelo, só podendo ser vistas nas noites de verão, nas regiões próximas aos pólos.Winiayczyk ficou surpreendido quando, no meio da filmagem, a aurora boreal apareceu no por sobre as nuvens noctilucentes, formando um espetáculo de luz ímpar.  O astrônomo diz que gravou as imagens das 22h às 3h e só parou quando a memória da câmera ficou cheia.A aurora boreal aparece quando ventos solares entram em contato com o campo magnético da Terra.Assista ao vídeo clicando nesta linha.E se prestarem a atenção, no começo do vídeo há um objeto não identificado cortando o céu. Mas é claro, pode ser só um pássaro. :)n3m3Fonte: BBCColaboração: Nair Formighieri

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cientistas da Universidade da Califórnia/Berkeley procuram por sinais de vida extraterrestre

Cientistas da Universidade da Califórnia/Berkeley procuram por sinais de vida extraterrestre

SETI


Luz laser concentrada no universo pode sinalizar a presença de uma civilização tecnológica que poderia estar vivendo em planetas distantes, ou em espaçonaves próximas a nós.

Pense sobre a humanidade daqui 300 anos“, disse Geoffrey Marcy, professor da Universidade de Berkely, Califórnia – EUA, o qual opera o telescópio Keck. “Suponhamos que colocássemos uma colônia em outro planeta… a forma mais provável de comunicarmos com humanos naquele planeta seria por sinais de rádio, ou fachos de  luz“.  Marcy acredita que possam haver outras civilizações no universo que estejam anos à nossa frente e que atualmente poderiam estar se comunicando através de sinais de rádio na rede que ele chama de “Internet galáctica”.Marcy usa telescópios avançados para detectar sinais concentrados no espaço.  Ele acredita que estes sinais possam indicar a existência de outra civilização avançada, porque nada no universo é conhecido que possa emitir tais sinais de forma natural.  A Fundação Templeton recentemente doou a ele US$200.000 para este propósito.O cientista lidera uma equipe especializada em procurar por luzes laser para o programa do SETI (Procura por Inteligência Extraterrestre) na Universidade de Berkeley, o qual usa telescópios avançados para detectar sinais fortes, numa tentativa de encontrar civilizações tecnológicas no universo.Seu trabalho é somente uma parte do esforço coletivo da organização.  Desde o programa SETI da NASA, Berkeley estabeleceu uma reputação pela procura de vida avançada no universo.À medida que mais planetas similares à Terra estão sendo descobertos, alguns cientistas acham que não mais haja algo “particularmente especial sobre a Terra” que a faça única como condição para a vida, de acordo com Andrew Siemion, um cientista de projetos do grupo SETI da Universidade de Berkeley.Todo o ano, o programa junta aproximadamente US$1 milhão em financiamento, que é dividido entre 10 projetos únicos, de acordo com Dan Werthimer, diretor do grupo Berkeley.  Cada categoria distinta se concentra em uma gama de onda eletromagnética, porque os pesquisadores não têm certeza em qual comprimento de onda outras civilizações possam estar emitindo seus sinais.Werthimer diz que a pesquisa é significativa mesmo se não forem encontrados sinais de vida extraterrestre.Se não encontrarmos vida em outros lugares do universo, então isso significa que somos um em trilhões e deveríamos cuidar incrivelmente bem da vida neste planeta“, disse Werthimer.Como Marcy, todos os pesquisadores envolvidos no projeto são cientistas respeitáveis em seus campos, trabalhando simultaneamente em outros projetos de pesquisa nos departamentos dos campi, tais como astronomia e engenharia elétrica.  Werthimer e seus colegas, por exemplo, fizeram as primeiras imagens do buraco negro no centro da nossa galáxia, a Via Láctea.Você precisa saber que não estamos procurando por agroglifos ou discos voadores“, disse Marcy com um sorriso.Até agora, os únicos feitos do SETI em Berkely foram os avanços tecnológicos, pois os pesquisadores ainda não encontraram pistas diretas de outras civilizações avançadas.  Mesmo assim, Marcy diz que estes avanços estão beneficiando a astronomia e a ciência em geral.Não sou um otimista“, disse Marcy, descrevendo a probabilidade de encontrar vida extraterrestre inteligente. “Eu apostaria a minha casa que fracassaremos… Mas esta é uma pergunta tão importante, a questão ‘Estamos sós?’, e a única forma de descobrir é a de arriscar“.n3m3Fonte: Dailycal.org

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Bob Lazar não está impressionado com o reconhecimento do governo dos EUA sobre a Área 51

Bob Lazar não está impressionado com o reconhecimento do governo dos EUA sobre a Área 51

Bob Lazar.Bob Lazar.Na sexta feira passada, 16 de agosto, publicamos aqui no OVNI Hoje a notícia de que os EUA finalmente reconheceram a existência da famosa Área 51, mas não mencionaram nada a respeito de OVNIs ou interações com raças extraterrestres, como muitas pessoas alegam estar acontecendo dentro desta misteriosa base militar.Bob Lazar é uma dessas pessoas.  Aliás, Lazar alega ter trabalhado na engenharia reversa de espaçonaves extraterrestres dentro da Área 51, o que impulsionou ainda mais o status legendário que esta base militar hoje possui.A primeira vez que Lazar fez essas alegações foi em uma entrevista com George Knapp, repórter investigativo do canal de TV estadunidense KLAS, em 1989.  E agora, quase 25 anos mais tarde, a CIA reconheceu a existência da base aérea mais famosa dos Estados Unidos.Quando entrevistado por Tracy Connor, da NBC News, sobre o reconhecimento do governo dos EUA sobre a Área 51, Lazar disse: “Diga-nos algo que não sabemos.” Lazar diz que “todo o mundo tem sabido disso por 25 anos aproximadamente”.Ele diz que a engenharia reversa dae tecnologia alienígena ocorreu em uma localização secreta logo ao sul da Área 51, chamada de S4.  Ele diz que era levado até lá, desde a Área 51, de ônibus.Quanto ao governo dos EUA admitir sobre a existência da Área 51, Lazar diz: “Estes é um minúsculo passo de bebê à frente.  Talvez daqui uma década eles irão admitir a existência de uma S4″.Lazar alega que seu trabalho na Área 51/S4 findou quando ele contou a alguns amigos onde eles podiam assistir os vôos de teste da tecnologia extraterrestre avançada, na qual ele estava trabalhando.  Eles iam até lá em horas pré-designadas, muitas vezes às 03h00 da madrugada, e filmavam estranhas luzes.  Uma noite, os militares estavam esperando por eles e confiscaram seus equipamentos de filmagem.  Lazar foi então questionado e expulso das instalações.  Nenhum registro de seu emprego ou educação escolar existe, porque ele alega que o governos os apagou.Os críticos dizem que as alegações dos registros escolares de Lazar, tais como formação na MIT e no Instituto de Tecnologia da Califórnia, não poderiam ter sido apagados, e que alguém, pelo menos um professor, iria lembrar dele. Porém, não há nenhuma evidência; nem mesmo a manifestação de alguém falando ter estudado na mesma classe com Lazar nessas instituições.Adicionando ao mistério está o fato de que Lazar atualmente possui uma loja de equipamentos científicos chamada de United Nuclear.  Em um recente e-mail para o site Open Minds, um funcionário da United Nuclear disse que a “as empresas de Lazar estão envolvidas em vários contratos militares e ele é um consultor de ciência e tecnologia para os sistemas de armamentos Raytheon”.O e-mail também diz que Lazar se mantém afastado da comunidade ovniológica, para evitar de “balançar o barco“.  A história da NBC News confirma que Lazar “não quer nada com os entusiastas de OVNIs“.Assim, mesmo com a desclassificação da Área 51, a questão permanece: Lazar estava dizendo a verdade, e se este for o caso, algum dia saberemos?Tudo que podemos fazer é esperar.n3m3Fonte das informações: www.openminds.tv

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Cientistas falam sobre a dificuldade de se explicar a existência da Lua

Cientistas falam sobre a dificuldade de se explicar a existência da Lua

LuaLua mostrada em suas cores naturais, as quais não podem ser vistas da Terra devido à intensidade da luminosidade por ela refletida.A Lua sempre aguçou a curiosidade de nós humanos, por suas características anômalas, as quais ainda hoje são difíceis de explicar.  Há inclusive alguns entusiastas do estudo dos OVNIs os quais dizem que ela não é um corpo celeste natural e tenha sido colocada em órbita propositalmente.Veja abaixo a coletânea de menções feitas por cientistas, escritores, pesquisadores, astrônomos, etc., sobre a natureza enigmática deste corpo celeste: Isaac AsimovEscritor estadunidense de ficção científica e professor de bioquímica na Universidade de Boston.  Asimov foi o escritor mais prolífico de todos os tempos.“Não temos escolha, a não ser chegar à conclusão de que a Lua, por direito, não deveria estar lá.  O fato é que ela é um golpe de sorte quase bom demais para ser aceito…  Pequenos planetas, tais como a Terra, com campos gravitacionais fracos, não deveriam ter satélites [naturais]… …Em geral então, quando um planeta possui satélites, estes são muito menores do que o próprio planeta.  Assim, mesmo se a Terra possui um satélite, haveria toda a razão para suspeitar que, na melhor das hipóteses, ele seria um mundo minúsculo, talvez com 48 km em diâmetro.  Mas isso não ocorre.  A Terra não somente possui um satélite, mas ele é gigantesco, 3476 km em diâmetro.  Como é então que a Terra possui um?  Sensacional.”“A Lua, que não tem nenhuma atmosfera e nenhum campo magnético, é basicamente uma esquisitona da natureza”. Irwin ShapiroCentro Harvard-Smithsoniano para a Astrofísica Harvard-“A melhor explicação possível para a Lua é que ela seja um erro de observação – a Lua não existe”.“A Lua é maior do que deveria ser, aparentemente mais velha do que deveria ser e mais leve em massa do que deveria ser.  Ela ocupa uma órbita improvável e é tão extraordinária que todas as explicações existentes para sua presença são repletas de dificuldades, com nenhuma das explicações sendo remotamente consideradas sólidas.” Christopher Knight e Alan BulterLivro: Who Built the Moon? (Quem Construiu a Luz?-  trad. livre n3m3)A Luz possui uma sincronicidade assustadora com o Sol.  Quando o Sol está em sua posição mais baixa e mas fraca no meio do inverno, a Lua está no ponto mais alto e mais brilhante, e o inverso ocorre no meio do verão.  Nos equinócios, ambos se põem no mesmo ponto do horizonte e nos pontos opostos nos solstícios. Quais são as chances da Lua naturalmente encontrar uma órbita tão perfeita para cobrir o Sol durante uma eclipse e parecer do mesmo tamanho [que o Sol] quando vista da Terra?  Quais são as chances dos alinhamentos serem tão perfeitos nos equinócios e soltícios? Farouk El BazNASA“Se vapor d’água estiver vindo do interior da Lua, isto é sério?  Isto significa que há uma drástica distinção entre as diferentes fases do interior lunar – que o interior é bem diferente do que temos visto em sua superfície.” Mikhail Vasin, Alexander ShcherbakovSociet Academy of Sciences, 1970.“É a Lua a criação de uma inteligência extraterrestre?” Dr Harold Urey,Prêmio Nobel de Química“Estou terrivelmente intrigado pelas rochas da Lua e, em particular, pelo seu conteúdo de titânio.” Dr. S Ross Taylor,Geoquímico de análise lunar(O Dr. Taylor disse que o problema estava no planalto Maria, o qual é coberto com rocha derretida contendo titânio fluído.  Ele disse que não se deve esperar que o titânio ficasse quente o suficiente para fazer isso, mesmo aqui na Terra, e que ninguém ainda sugeriu que a Lua fosse mais quente do que a Terra.)“O que poderia ter distribuído o titânio desta maneira?  Uma tecnologia altamente avançada desenvolvida e operada por entidades que são imensamente mais avançadas tecnologicamente do que os humanos.” Dr. Gordon MacDonaldNASA“Parece que a Lua é mais como uma esfera oca do que homogênea”.  (Ele presumiu que os dados devem estar errados – mas não estão. ) Carl SaganCosmologista” Um satélite natural não pode ser um objeto oco.” Dr. Sean C SolomonInstituto de Tecnologia de MassachusettsOs experimento da [sonda] Lunar Orbiter vastamente melhoraram o conhecimento do campo gravitacional da Lua e indicam a assustadora possibilidade de que a Lua possa ser oca.” University do Arizona Lon Hood“Sabíamos que o núcleo da Lua era pequeno, mas não sabíamos que era tanto assim…  Isto realmente dá apoio à ideia de que a origem da Lua seja única, diferentemente de qualquer outro corpo terrestre.” Cientistas da NASAA missão Apolo 12, em novembro de 1969, instalou sismómetros  e intencionalmente arremessou o Módulo Lunar na superfície da Lua, causando um impacto equivalente à uma tonelada de TNT.  A onda de choque ecoou por oito minutos e os cientistas de NASA disseram que “a Lua soou como um sino“. Maurice EwingGeofísico e oceanógrafo estadunidense“Quanto ao significado disso, eu prefiro não fazer uma interpretação neste momento, mas é como se algum tivesse tocado um sino… e descobrisse que a reverberação continuasse por 30 minutos.” Ken JohnsonNASA – Supervisor de Dados e Controle de Fotos durante as missões Apolo“A Lua não somente soou como um sino, mas toda a lua balançou de forma tão precisa que era quase como tivesse um amortecedor hidráulico dentro dela.” Dr. D L AndersonProfessor de geofísica e diretor do laboratório de sismológico do Instituto de Tecnologia da Califórnia“A Lua é feita do avesso e suas composições internas e externas deveriam estar invertidas.” Dr. Robin BrettCientista da NASA“É muito mais fácil explicar a não existência da Lua, do que sua existência”. E para completar esta charada, descobriu-se que as rochas da Lua contem metais processados, inclusive latão e mica, e os elementos Urânio 236 e Neptúnio 237, cuja ocorrência nunca foi encontrada de forma natural.n3m3Fonte das informações: www.redicecreations.com

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O Universo pode ser cíclico

universo

O Universo pode ser cíclico

Leia abaixo a reportagem de Salvador Nogueira, publicada no site da Folha de São Paulo:Dizem que o Big Bang foi o princípio do Universo. Mas, segundo Roger Penrose, prestigiado físico da Universidade de Oxford, ele também foi o fim de um outro universo que existia antes deste. E, melhor, o britânico diz ter agora evidências concretas sobre esse ciclo cosmológico.Trabalhando em parceria com o armênio Vahe Gurzadyan, da Universidade Estadual de Yerevan, ele há três anos analisa a série de dados do satélite WMAP. A sonda americana foi projetada para fazer um mapeamento universal da radiação cósmica de fundo -um “eco” do Big Bang gerado quando o Universo tinha menos de 400 mil anos de existência, detectado pelo satélite na forma de micro-ondas. Hoje, o cosmo tem 13,8 bilhões de anos.Penrose e Gurzadyan vêm dizendo, desde 2010, que conseguiram detectar pequenas flutuações na radiação cósmica de fundo, na forma de círculos concêntricos.Isso, segundo eles, seria resultado da colisão de buracos negros gigantes numa época que precedeu o Big Bang. Ou seja, seria implicação de que o Universo já existia, em outra forma, antes do período de expansão que conhecemos e observamos hoje.Os cosmólogos constataram, com alguma surpresa, que os círculos apontados por Penrose e Gurzadyan estavam de fato lá, e haviam passado despercebidos até então. Entretanto, realizando simulações de como seria a radiação cósmica de fundo com base na cosmologia clássica -para a qual tudo começa no Big Bang-, constataram que os círculos também apareciam.Ou seja, o fenômeno era real, mas a parte que dizia respeito a outro universo antes deste parecia ser apenas elucubração da dupla.Penrose e Gurzadyan agora voltam à carga, com novas evidências. Em uma análise mais profunda dos círculos, publicada recentemente no “European Physical Journal Plus”, eles concluem que o padrão observado se encaixa melhor na hipótese de um universo cíclico, com eventos que antecedem o Big Bang.A dupla agora trabalha na análise de dados do satélite europeu Planck, que faz basicamente a mesma coisa realizada anos atrás pelo WMAP, mas com mais precisão. “Nosso trabalho está avançando”, disse à Folha Gurzadian. “Contudo, pretendemos divulgar os resultados inicialmente para especialistas.”…Para ler o restante do artigo, bem como acessar um infográfico mostrando como poderia ter sido o ciclo do universo, acesse o site de origem: Folha de São Paulo.n3m3Colaboração: Glorianv

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O documento secreto de Einstein e Oppenheimer sobre alienígenas

O documento secreto de Einstein e Oppenheimer sobre alienígenas

 Einstein e OppenheimerEinstein e Oppenheimer trabalhando juntos no Projeto Manhattan.Em junho de 1947, Albert Einstein e J. Robert Oppenheimer juntos escreveram uma documento de seis páginas intitulado “Relationships with Inhabitants of Celestial Bodies” (Relacionamentos com Habitantes de Corpos Celestiais – trad. livre n3m3). O documento diz que a presença de espaçonaves não identificadas é aceita como verdadeira pelos militares.  Este documento também trata de assuntos, como por exemplo, de onde ‘eles’ vêm, o que a lei dita a respeito disso, o que deveríamos fazer caso haja a colonização e/ou integração com os povos, e o porquê deles estarem aqui.Finalmente, o documento fala sobre a presença de ‘astroplanos’ celestiais em nossa atmosfera, como resultado das ações dos experimentos militares em armamentos militares de cisão e fusão.Einstein e Oppenheimer incentivam a consideração de nossa situação e segurança futuras em potencial, devido às nossas ações.  Como poderemos evitar nosso perigoso destino?Veja abaixo uma trecho do documento:O relacionamento com homens extraterrestres basicamente não apresenta um novo problema do ponto de vista da lei internacional; mas a possibilidade de confrontar seres inteligentes que não pertencem à raça humana traria problemas, cujas soluções são difíceis de conceber.Em princípio, não há dificuldade alguma em aceitar a possibilidade de chegar a um entendimento com eles, e de estabelecer todos os tipos de relações.Se estes seres inteligente possuíssem uma cultura e uma organização política mais ou menos perfeitas, eles teriam um direito absoluto de serem reconhecidos como povos independentes e soberanos.Uma outra possibilidade pode existir de que uma espécie de Homo sapiens poderia ter se estabelecida como uma nação independente em outro corpo celestial de nosso sistema solar, e evoluída culturalmente de forma independente à nossa.As condições de vida nesses corpos celestes, digamos na Lua, ou no planeta Marte, teria que ser de tal forma a permitir uma vida estável e de certo modo, independente do nosso ponto de vista econômico.Muito tem sido especulado sobre as possibilidades da existência de vida fora da nossa atmosfera e além, sempre hipoteticamente.   Vamos presumir que a esteatita lunar possa existir e contenha até 13 por cento de água.  Através do uso de energia e maquinário levados para a Lua, talvez por uma estação espacial,  ela poderia ser quebrada, pulverizada e então levada a eliminar a água da cristalização.  Esta poderia ser coletada e então decomposta em hidrogênio e oxigênio, através do uso de uma corrente elétrica, ou de um tipo de onda de radiação do Sol.  O oxigênio poderia ser usado para respiração; o hidrogênio poderia ser usado como combustível.Agora, chegamos à um problema da determinação do que fazer se os habitantes de corpos celestiais, ou entidades biológica extraterrestres (EBEs) desejassem se estabelecer aqui.Se eles forem politicamente organizados e possuírem uma certa cultura similar à nossa, eles poderiam ser reconhecidos como um povo independente.Se eles considerassem nossa cultura como não possuidora de uma unidade política, eles teriam o direito de nos colonizar.  É claro, esta colonização não poderia ser conduzida de forma clássica.  Uma forma superior de colonização teria que ser concebida, a qual deveria ser um tipo de tutela, possivelmente através de uma aprovação subentendida das Nações Unidas.  Mas legalmente teriam as Nações Unidas o direto de permitir tal tutela sobre nós desta forma?Não podemos excluir a possibilidade de que uma raça de povos extraterrestres mais avançada tecnologicamente e economicamente pode tomar para si mesma o direito de ocupar outro corpo celestial. A divisão de um corpo celestial em zonas e a distribuição delas entre outros estados celestiais.Uma entidade moral?  A solução mais plausível parece ser esta: submeter um acordo fornecendo a absorção pacífica de uma raça celestial, de tal forma que nossa cultura permaneceria intacta, com garantias de que a presença deles não fosse revelada.Isso meramente seria um caso de internacionalização dos povos celestiais, e a criação de uma instrumento de tratado internacionalA presença de ‘astroplanos’ celestiais em nossa atmosfera é um resultado direto de nossos testes com armamentos atômicos?A presença de naves espaciais não identificadas em nossa atmosfera (e possivelmente em órbita de nosso planeta) é agora, porém, aceita pelas nossas forças militares.Os estrategistas militares prevêem o uso de naves espaciais com ogivas nucleares como a última palavra em armamento.  O ataque não mais vem de direções exclusivas, nem de um determinado país, mas do céu, com a impossibilidade prática de identificação do agressor.Quando satélites artificiais e mísseis encontrarem seu lugar no espaço, devemos considerar a ameaça potencial que uma nave espacial não identificada possa apresentar.  Devemos considerar o fato de que a identificação errada dessas naves espaciais por um míssil intercontinental em vôo de reentrada pode levar acidentalmente à uma guerra nuclear.O documento completo em inglês, embora não tenha sido assinado pelos punhos dos dois ilustres cientistas, pode ser lido no seguinte site: www.majesticdocuments.com/pdf/oppenheimer_einstein.pdfn3m3

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domingo, 18 de agosto de 2013

Astrônomos identificaram 12 asteróides que poderíamos facilmente explorar seus recursos minerais

Mais um asteróide

Astrônomos identificaram 12 asteróides que poderíamos facilmente explorar seus recursos minerais
Escritores de ficção científica e futuristas já por décadas têm refletido sobre a possibilidade de extrair minérios de asteróides, mas no ano passado, uma empresa chamada Planetary Resources (ou em português, Recursos Planetários) declarou sua intenção em executar esta tarefa. Um grupo de astrônomos da Universidade de Strathclyde, no Reino Unido, responderam com um enfático ‘sim’.  Então, identificaram 12 asteróides próximos à Terra, os quais poderiam facilmente ser retomados e explorados com nossa tecnologia atual.
Acredita-se que os asteróides possam conter grandes depósitos de metais preciosos e industriais.  Um asteróide de um quilômetro poderia conter até um milhão de toneladas de minério de ferro-níquel, o que é três vezes mais do que a produtividade aqui na Terra pela mesma área.  Também há a possibilidade da presença de ouro, platina e outras substâncias raras.  A Planetary Resources alega que um objeto de 30 metros, com a composição correta, poderia conter de 20 a 50 bilhões de dólares em platina.Estes números incentivaram a equipe da Universidade de Strathclyde, liderada por Garcia Yarnos, a gerar os dados astronômicos sobre objetos próximos à Terra, para ver se qualquer deles poderia capturado.  Para sua surpresa, eles encontraram 12 pequenos asteróides que passam próximos suficientemente da Terra e que poderiam ser encurralados em pontos de Lagrage L1, ou L2, para operações de mineração.  Os pesquisadores apelidaram estes asteróides de Easily Retrievable Objects, ou EROs (Objetos Facilmente Recuperáveis, em português).Os pontos de Lagrange são regiões no espaço onde a gravidade da Terra e de outro corpo celestial estão equilibradas.  Se você colocar algo em um ponto de Lagrange, ele fica estático.  E é exatamente neste ponto que você quer levar um asteróide para começar a explorar seus minérios.  Os pontos Lagrange L1 e L2 são os locais onde as gravidades da Terra e do Sol são equilibradas.  Eles estão a aproximadamente 1,6 milhões de quilômetros da Terra, ou aproximadamente quatro vezes a distância entre daqui até a Lua.Os 12 asteróides candidatos estão em órbitas que os conduzem próximos aos pontos de Lagrange L1, ou L2, assim eles necessitam somente de um empurrãozinho para conduzi-los até o ponto certo.  Yarnoz e sua equipe estima que mudando a velocidade desses objetos para menos de 500 metros por segundo, seria o suficiente para tal.  Mas um ERO, chamado de 2006 RH120, poderia ser capturado através da mudança de sua velocidade, por apenas 58 metros por segundo. E isto poderá ocorrer até 2026.Um dos critérios importantes na filtragem do banco de dados dos 9.000 objetos próximos à Terra para 12 é que não temos a tecnologia segura o suficiente para empurrar grandes asteróides para os pontos de Lagrange.  Assim, não haverá nenhuma operação de mineração para mega asteróides de um quilômetro em um futuro próximo.  A maioria dos EROs identificados pelo estudo são de 2 a 20 metros, mas ainda grandes o suficiente para conter uma quantidade substancial de recursos.Estes 12 objetos provavelmente são uma pequena fração dos EROs que estão circulando ao redor da Terra.  Sabemos onde muitas mais das grandes rochas espaciais estão, porque elas são fáceis de enxergar; mas pode haver uma grande quantidade de pequenos asteróides próximos aos pontos de Lagrande esperando para serem explorados.n3m3Fonte: www.extremetech.com

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