A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Possível meteorito é encontrado na Mata Norte de Pernambuco, Brasil

Possível meteorito em Pernambuco. (Clique com o botão direito do mouse para ampliar a foto.)

Possível meteorito é encontrado na Mata Norte de Pernambuco, Brasil

Em artigo publicado no Diário de Pernambuco, em 28 de setembro passado:

Possível meteorito em Pernambuco. (Use o botão direito do mousepara ampliar a foto.)
Um suposto meteoro caiu no Povoado Borracha, distrito de Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, e está preocupando agricultores da região. O objeto teria caído do céu na tarde da última segunda-feira (23). Apesar de parecer improvável, desde quarta-feira (25), e até o dia 25 de novembro, acontece uma chuva de meteoros, conhecida como Oriônidas, no espaço. O fenômeno acontece quando o planeta Terra cruza a órbita do Cometa Halley, tido como origem do fragmento rochoso. A chuva registra uma taxa típica de 20 a 25 meteoros por hora – o que pode ser visto em uma noite escura e de céu limpo.
No interior, o morador que encontrou o material não resistiu e guardou a “pedra queimada” de 1,2 quilo em casa.  A informação foi confirmada na noite desta quinta-feira (26) pelo prefeito de Vicência, Paulo Tadeu. O gestor informou que soube do ocorrido apenas na quinta, quando voltou de uma viagem para o Recife.
De acordo com a Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco, o coordenador de Defesa Civil da cidade, Francisco Ernesto, vai até o local nesta sexta-feira (27) procurar mais informações sobre o caso. O prefeito adiantou que também enviará um geólogo para analisar o material encontrado.
Possível meteorito na mão de seu descobridor
Possível meteorito na mão de seu descobridor.
A pedra caiu a poucos metros de um morador conhecido como Adeíldo Marceneiro, que guardou o fragmento como lembrança. “Eu estava trabalhando quando ouvi o estrondo. Fiquei com medo. Procurei para ver se achava quem tinha jogado, mas não tinha ninguém. Foi um barulho muito grande. Só pode ter caído do céu. Ainda estava quente”, detalhou. A tranquilidade do marceneiro não é generalizada. Muitos moradores estão preocupados com o perigo que a misteriosa pedra pode conter. “Ninguém sabe se tem risco de contaminação. Pode ser algo radioativo. Caiu no meio da rua e furou o calçamento. Alguém tem que fazer alguma coisa”, desabafou o agricultor José Cavalcanti Lucena.
Instituto de Tecnologia de Pernambuco é o responsável pelas análise de materiais supostamente caídos do céu, mas ainda não foi acionado. A Universidade Federal de Pernambuco também colabora com o controle através do Departamento de Energia Nuclear.
O que são?
Meteoros são pequenos corpos celestes que se deslocam no espaço e entram na atmosfera da Terra, queimando parcial ou totalmente devido ao atrito com a atmosfera terrestre e ao contato com o oxigênio. O fenômeno deixa um risco luminoso no céu, popularmente chamado de estrela cadente.Fenômeno
De acordo com o Observatório Nacional, as chuvas de meteoros não representam risco para a Terra e ocorrem em praticamente todos os meses, algumas com mais intensidade e ampla visibilidade. O ápice da Oriônidas será nos dias 21 e 22 de outubro, porém as condições de observação não serão favoráveis, pois a Lua estará na fase cheia passando à minguante. A chuva de meteoros vem da constelação de Orion, perto da estrela Betelgeuse – a estrela vermelha mais brilhante da constelação.
Ainda segundo o Observatório, considera-se chuva de meteoros quando o planeta Terra cruza a órbita de um cometa, o que faz com que pequenos fragmentos que o corpo celeste deixa ao longo da sua órbita penetrem na atmosfera terrestre em um curto intervalo de tempo e em trajetórias quase paralelas.
Fonte: Diário de Pernambuco
Colaboração: O oitavo passageiro

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A nova equação para estimativa de vida extraterrestre

Chances de vida extraterrestre em outros planetas

A nova equação para estimativa de vida extraterrestre
Quantos planetas habitados existem no universo?  Esta é uma questão que fascina os cientistas, bem como os leigos.

Para responder esta questão, uma nova equação poderá ajudar.
Muitos de nós olhamos para as estrelas e imaginamos se realmente existe vida lá fora.  Alguns, porém, tentaram escrever uma equação que expresse esta possibilidade em números.
Sara Seager, do Instituto  Massachusetts de Tecnologia (MIT), fez justamente isto.  Sua equação junta todos os fatores que poderiam determinar quantos planetas com sinais de vida detectável podem ser descobertos nos próximos anos.
Os fatores incluem o número de estrelas que serão observados, a fração dessas estrelas com planetas habitáveis, e a fração desses planetas que podem ser observados.  Primeiramente apresentada em uma conferência no início deste anos, a equação está expressada da seguinte forma:  N = N*FQFHZFOFLFS.
Como todos já devem saber, esta não é a primeira vez que um astrônomo tenta colocar em números a resposta para essa pergunta.  Em 1961, o astrônomo Frank Drake deu uma palestra sobre a procura por vida extraterrestre inteligente.  Então, ele escreveu uma lista de fatores necessários para estimar a quantidade de civilizações inteligentes na galáxia.  O resultado é conhecido como a Equação de Drake, e esta se tornou muito famosa, talvez a segunda mais famosa após a equação E=mc2.
Os fatores de Drake foram:
  1. O número de estrelas que se formam anualmente na galáxia.
  1. A fração dessas estrelas que formam planetas.
  1. A fração desses planetas que poderiam suportar a vida.
  1. A fração de planetas que suportam a vida, que tenham dado origem à vida.
  1. A fração desses planetas que desenvolveram formas de vida inteligente.
  1. A fração dessas formas de vida inteligente que desenvolveram tecnologia.
  1. A média de vida de uma espécie que se comunica; em outras palavras, quanto tempo uma civilização irá utilizar a tecnologia de rádio, deixando sinais escaparem ao espaço, para que possamos ouví-los.
Infelizmente, o único fator conhecido é o primeiro.  Astrônomos deduziram que a galáxia produz aproximadamente sete novas estrelas por ano.  Eles estão agora trabalhando para estimar o segundo item da equação; o número de estrelas que formam planetas.  O restante ainda é adivinhação.
A nova equação de Seager não presume que os extraterrestres sejam inteligentes e que estejam usando tecnologia de rádio.  Ao invés disso, ela simplesmente trabalha com a ideia de que qualquer tipo de vida extraterrestre pode estar presente em abundância suficiente para alterar a composição química da atmosfera de seu planeta.
Na Terra, por exemplo, nossa atmosfera tem sido forçada a conter uma composição química especifica, através da combinação de metabolismos de todas as coisas vivas.  Ela é tão distinta quanto uma impressão digital.  Assim, através da análise da atmosfera de outro planeta, poderemos ser capazes de detectar a presença de vida, mesmo se ela for somente musgo de pântano.
Mesmo assim, a nova equação de Seager sofre muito com os mesmas desvantagens da equação original de Drake: não temos ideia de quais valores dar à maioria dos fatores.
Embora as equações de Seager e a de Drake sejam úteis para organizarmos nossos pensamentos sobre os desafios da procura por vida extraterrestre, seus fatores ainda são constritos, não nos permitindo encontrar um valor quantitativo sólido.
De acordo com o que foi publicado no site The Guardian, a única forma de sabermos se realmente existe vida em outros mundos é a de projetarmos e construirmos missões para esta procura.  E Seager está na frente desses esforços também.  Seu telescópio ‘caçador de planetas’, TESS, será lançado pela NASA por volta de 2017 e ele poderá localizar centenas de planetas do tamanho da Terra.
E para aqueles de nós que estudam seriamente o fenômeno dos OVNIs, não se faz necessária a confirmação científica de vida extraterrestre através do investimento de bilhões de dólares em novos telescópios.  Basta simplesmente que seja feita uma investigação séria e aberta de alguns fenômenos que tem ocorrido em nosso planeta, sem zombarias e sem medo de ser taxado como lunático pela comunidade científica.
n3m3
Fonte: www.theguardian.com


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domingo, 29 de setembro de 2013

O Cometa ISON se aproxima de Marte

O Cometa ISON se aproxima de Marte

Use o botão direito do mouse para ampliar a foto do Cometa ISON.
Use o botão direito do mouse para ampliar a foto do Cometa ISON.
Muito tem sido falado sobre o Cometa ISON na Internet, mas deixando as teorias da conspiração de lado, este corpo celeste agora se aproxima de Marte e, como publicado no site Apolo11.com, o brilho do astro, denominado oficialmente de Cometa C/2012 S1 ISON, já começa a aumentar e tem proporcionado excelente fotos aos astrônomos.
Contudo, ele ainda não pode ser visto a olho nu, mas somente com o auxílio de telescópios de pelo menos 150 mm de abertura.  Ainda de acordo com aquele site, nos próximos dias ele será possível de ser observado com instrumentos menores, de 127/130 mm de abertura.
O periastro, ou maior aproximação, entre o ISON e Marte irá ocorrer na terça-feira, quando eles estarão a 10 milhões de km um do outro.  Estima-se que até o final de outubro o ISON já estará visível a olho nu para observadores da Terra.
Quem quiser encontrar o cometa com seu telescópio, basta almejar o quadrante leste-nordeste durante o final da madrugada, por volta das 04h50, podendo-se utilizar o planeta Marte como referencia (o cometa está ligeiramente abaixo e à esquerda do planeta).
E para quem quiser acompanhar virtualmente este cometa, basta acessar o site específico da Apolo11.com (Cometa ISON), ou diretamente no site www.solarsystemscope.com/ison/.
Espera-se que o ISON nos propicie um espetáculo no céu a olho nu antes do final do ano.
n3m3
Fonte das informações: Apolo11.com
Colaboração: Hannah Hertz

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CERN abre as portas ao público para o LHC (Large Hadron Collider)

CERN abre as portas ao público para o LHC (Large Hadron Collider)
LHC só voltará a funcionar em 2015.
LHC só voltará a funcionar em 2015.
A Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, em Genebra, Suíça, abriu, este sábado, pela primeira vez as suas portas ao público em geral, depois da descoberta do Bosão de Higgs, esperando milhares de visitantes este fim de semana.
No Open Days que este sábado tem início, as galerias subterrâneas serão abertas ao público, já que o famoso acelerador de partículas (LHC), que permitiu a descoberta do padrão do Bosão de Higgs, não está em funcionamento, mas em fase de manutenção até 2015.
A organização espera uma enchente de visitantes depois do anúncio da descoberta, em março de 2013, do padrão do Bosão de Higgs, uma partícula elementar que permite explicar a origem da massa das outras partículas elementares.
“Pensávamos que [a investigação] iria demorar 10 anos, mas bastaram três anos”, declarou o diretor-geral do CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, em francês) Rolf-Dieter Heuer.
Alguns dos 205 colaboradores portugueses do CERN explicam à Lusa a necessidade e as vantagens deste tipo de evento para o centro de investigação.
“O objetivo do ‘Open Days’ é abrir o laboratório ao publico (…) para que as pessoas vejam e percebam o que se faz com dinheiros públicos, e para evitar secretismos ou mensagens erradas”, disse à Lusa José Carlos Rasteiro da Silva, engenheiro responsável do detector ECAL da experiencia CMS.
“Tem havido muita publicidade por todo o mundo, mas poucos são os que tiveram a oportunidade de vir ver o laboratório”, salienta.
O dia de hoje é uma oportunidade para os curiosos conhecerem “algo de que ouvimos falar” comentou Eduardo Rodrigo, jovem físico que trabalhou na experiência.
A organização espera também a presença de portugueses. “A maior parte são escolas do ensino secundário, cujos professores participaram ou querem participar no programa de professores de língua portuguesa”, revelou o físico André David Tinoco Mendes.
Além disso, as visitas são uma boa oportunidade para os próprios colaboradores do CERN conhecerem outras experiências no centro.
O CERN existe desde 1954 e conta com 24 projetos em curso. É dirigido por 20 estados-membros europeus, mas outros países não europeus, como Estados Unidos e Japão, participam em projetos de investigação comuns.
O acelerador de partículas está em manutenção até 2015, ano em que novas experiências com maior nível de energia irão decorrer.
Fonte: www.jn.pt
Colaboração: A Santos

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Meteoro ilumina o céu noturno em Alberta, no Canadá

Meteoro ilumina o céu noturno em Alberta, no Canadá

Meteoro em Alberta, Canadá.
Meteoro em Alberta, Canadá.
São muitos os meteoros sendo registrados no céu de todo o mundo nos últimos meses, mas não publicamos todos aqui; somente os mais interessantes.
Este em questão, ocorreu no Canadá, no norte de Alberta para ser mais específico, às 21h30min, na noite de 21 de setembro deste ano.  Um policial da Polícia Montada Real Canadense estava patrulhando uma auto-estrada, quando a câmera abordo de seu carro registrou o imenso clarão, tornando a noite em dia por uns dois segundos.
A comunidade de astrônomos de Telus World of Science, em Edmonton, confirmou que se tratava de um meteoro cruzando o céu.
Veja o vídeo:Fonte do vídeo: robknows100
n3m3

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

OVNI / UFO é filmado em céu noturno de El Junquito, Venezuela

OVNI na Venezuela

OVNI / UFO é filmado em céu noturno de El Junquito, VenezuelaEm 7 de setembro passado, um enorme Objeto Voador Não Identificado foi observado por várias pessoas ao se deslocar sobre a zona noroeste de Carácas, Venezuela, no município de Libertador.
Juan Luque, uma das testemunhas, relatou que estava em sua residência, no bairro Isaías Medina Angarita de Catia, quando aproximadamente à 01h00 da madrugada, horário local, sua esposa, Grécia, avistou o objeto através da janela de sua casa.  O objeto estava se deslocando por cima de uma montanha, na região limítrofe com El Junquito.
Ao perceber a estranha presença, Grécia avisou Juan, e juntos observaram o objeto.  Segundo as testemunhas, o OVNI se encontrava à baixa altitude, tinha a forma circular, com luzes vermelhas, verdes e azuis em suas extremidades.
No pouco tempo em que o observamos, ele se moveu de um lado para o outro e em questão de segundos desapareceu“, disse Juan, que vive na região há anos e reconhece que por sobre o terreno onde houve o avistamento “não há vias por onde circulem veículos, nem luzes de tipo algum“.
Às 23h00 do dia anterior, outra pessoa em El Junquito havia feito uma filmagem de um objeto com características similares, que sobrevoava a região.  “O OVNI estava no céu muito acima das montanhas, as quais são totalmente desabitadas. Por isso é impossível que fossem somente luzes elétricas“, diz a autora do vídeo em um comentário.
Veja abaixo o vídeo do OVNI em El Junquito, filmado duas horas antes do relato de Juan Luque:Fonte do vídeo:  Karent Salcedo
n3m3
Fonte das informações: www.lapatilla.com

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Asteroide que causou extinção em massa na Terra caiu no Brasil em passado distante

Asteroide que causou extinção em massa na Terra caiu no Brasil em passado distante

Artigo publicado hoje por Salvador Nogueira, na seção Mensageiro Sideral do site do jornal Folha de São Paulo:
Cratera Araguainha
Cratera Araguainha. Foto tirada do espaço por um satélite Landsat, da NASA.
Olha só: nunca antes na história deste país se teve notícia de uma tragédia parecida. A maior extinção em massa de todos os tempos pode ter começado a partir de um impacto de asteroide no Mato Grosso, cerca de 254 milhões de anos atrás.
A hipótese foi levantada por um grupo internacional de pesquisadores liderado por Eric Tohver, da University of Western Australia, e rendeu a capa da revista Pesquisa Fapesp deste mês, em competente reportagem do meu chapa Marcos Pivetta.
O trabalho, feito em colaboração com geólogos da USP, investiga a cratera de Araguainha, a maior das cicatrizes deixadas por asteroide no nosso Brasilzão. Eles estimam que um objeto de cerca de 4 km se chocou contra o nosso planeta naquela região e iniciou a cadeia de eventos que levaria à mais severa extinção em massa da história da Terra, com perda de 96% dasespécies marinhas e 70% das espécies vertebradas terrestres.
Esse episódio de matança indiscriminada, conhecido também como a Grande Matança, ou evento de extinção do Permiano-Triássico, deixou a que aconteceria mais tarde — e acabaria com os dinossauros — no chinelo.
O que é curioso é que a morte dos gigantes lagartos (ou avós das galinhas, como queiram), ocorrida 65 milhões de anos atrás, foi ocasionada por um asteroide bem maior, com pelo menos 10 km  de diâmetro. E, por incrível que pareça, foi menos severa do que a ocasionada pelo impacto de Araguainha, com um objeto menor.
Por quê? Ao que parece, a grande tragédia do impacto brasileiro foi ter acontecido num terreno com muito carbono orgânico armazenado. A pancada (que gerou a cratera que vemos hoje, com respeitáveis 40 km de diâmetro) liberou uma quantidade brutal de metano na atmosfera, causando um aquecimento global violento e quase instantâneo. Sem tempo para se adaptar, muitas espécies morreram, causando o colapso da cadeia alimentar.
Vale lembrar que a hipótese de que a extinção do Permiano-Triássico teria acontecido pelo impacto brasuca ainda é controversa. Até agora, o único episódio de morte maciça de espécies indubitavelmente ligado ao impacto de um pedregulho espacial, dos sete conhecidos, é mesmo o que acabou com a festa dos dinossauros.
De toda forma, o estudo é um lembrete que, quando um asteroide de grande porte cai por aqui, as coisas não costumam caminhar bem. Ignorar os assuntos espaciais é pedir para que algo assim aconteça de novo. Como dizia Arthur C. Clarke, “os dinossauros morreram porque não tinham um programa espacial”.
- Salvador Nogueira
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Colaboração: M3NIS

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Alegações de pirâmides encontradas no fundo do oceano podem ganhar força com nova descoberta nos Açores

Pirâmide subaquática descoberta nos Açores

Alegações de pirâmides encontradas no fundo do oceano podem ganhar força com nova descoberta nos AçoresJá há algum tempo, várias notícias tem rondado a Internet relatando a respeito de descobertas de pirâmides no fundo do oceano ao redor do mundo e até mesmo em terra firme, como no caso da Antártica.
O caso mais notável, que apareceu em 2012, foi das alegadas pirâmides de cristal encontradas no fundo do Triângulo das Bermudas.  De acordo com o que tem se propagado na Internet, o oceanógrafo Dr. Meyer Verlag descobriu as duas pirâmides à uma profundidade de dois mil metros.
Contudo, após fazer uma pesquisa, encontrei que há tantas notícias relatando o descobrimento dessas pirâmides do Triângulo das Bermudas, quanto há notícias desmentindo o mesmo.
Mas, ontem, (23/9), surgiu uma notícia que trás um novo fôlego à possibilidade de que nossos oceanos estejam ocultando muitos desses tesouros arqueológicos. 
A notícia, publicada sem maiores detalhes, possui toda a característica de ser algo fidedigno:  Foi publicado no site sapo.pt que uma pirâmide foi descoberta no fundo do oceano, na região do arquipélago dos Açores, entre as ilhas São Miguel e Terceira.  A pirâmide teria 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base e foi descoberta por um médico veterinário.
Veja o vídeo da reportagem sobre esta pirâmide:Fonte original do vídeo: sapo.pt
Será que o objeto capturado pelo sonar do médico veterinário seria mesmo uma pirâmide?
Tudo que podemos fazer é aguardar e torcer para que mais notícias venham à tona, literalmente.
n3m3
 
Colaboração:
- Pirâmides do Triângulo das Bermudas: Murillo Paiva, Marcelo Manhães de Amorim
- Pirâmides na Antártida: João Victor Martins
- Pirâmide dos Açores: Rui Gomes

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

NASA apela à comunidade global para ajudá-la combater a ameça de asteróides

asteoides

NASA apela à comunidade global para ajudá-la combater a ameça de asteróides

A NASA continua com sua pesquisa atrás de ideias que poderiam ajudá-la prevenir impactos de asteróides com a Terra.
Autoridades daquela agência participaram da World Maker Faire, na cidade de Nova Iorque, este final de semana, com a meta de convencer a comunidade global de inventores para que ajudem a descobrir, rastrear e repelir asteróides que possam colocar a Terra em perigo.
No evento, a NASA apresentou seu “Asteroid Grand Challenge“, ou “Grandioso Desafio de Asteróide” (trad. livre n3m3).
Diferentemente de missões tradicionais de exploração e ciência da NASA, este desafio é impulsionado pela ideia de que a proteção do nosso planeta é uma assunto mais importante do que qualquer programa, missão ou país“, disse Mason Peck, chefe tecnólogo da agência.
Pela primeira vez, a NASA apelou para a indústria, o setor educacional e os acionistas de empresas, bem como cidadãos privados, para gerarem ideias a fim de encontrar, rastrear e repelir asteróides“, adicionou Peck.  “Estas parcerias representam uma nova forma de fazer negócios para a NASA e uma chama para a ação: unam-se a nós para tornarem-se uma parte importante no futuro da exploração espacial.
Na Maker Faire, a qual celebra a inovação e a originalidade, as autoridades da agência espacial disponibilizaram computadores científicos para os programadores.  A NASA também explicou como o público em geral pode usar seus computadores pessoais para rastrearem as órbitas de asteróides.
O evento também solicitou ideias para as ambiciosa missão de captura de asteróides da NASA, a qual tentará arrastar uma pequena rocha espacial (aprox. 7,5 metros de diâmetro) para uma órbita ao redor da Lua, usando uma sonda robótica.  Uma vez lá, o asteróide poderia ser visitado por astronautas.
A NASA recebeu aproximadamente 400 propostas em resposta ao desafio de junho, dois terços dos quais focavam na missão de captura de asteróides.  Entre 30 de setembro e 2 de outubro, autoridades da NASA irão discutir as 96 melhores ideias de captura de asteróides em um workshop aberto ao público, que ocorrerá  no Instituto Planetário e Lunar, na cidade de Houston, Texas.
A humanidade tem sobrevivido por milênios sem se preocupar com a ameaça de asteróides.  Por que este interesse repentino da NASA sobre o assunto?
n3m3
Fonte das informações: mashable.com

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domingo, 22 de setembro de 2013

A morte existe? Nova teoria diz que ‘não’

A morte não existe, de acordo com nova teoria

A morte existe? Nova teoria diz que ‘não’
Apesar do blog não tratar diretamente deste assunto, arrisco aqui a publicação do seguinte artigo, o qual me fascinou:
Muitos de nós temem a morte.  Acreditamos na morte porque nos foi dito que iremos morrer.  Associamo-nos com o corpo, e sabemos que corpos morrem.  Porém, uma nova teoria científica sugere que a morte não seja o evento final.
Um aspecto bem conhecido da física quântica é a de que certas observações não podem ser absolutamente previstas.  Ao invés disso, há uma gama de observações possíveis, cada uma com uma probabilidade distinta.  Uma explicação de tendência predominante, a interpretação de ‘muitos-mundos’, declara que cada uma destas possíveis observações corresponde a um diferente universo (o ‘multiverso’).
Uma nova teoria científica, chamada de biocentrismo, refina estas ideias.  Há um número infinito de universos, e tudo que poderia possivelmente acontecer ocorre em algum universo.  a morte não existe no sentido real dentro destes cenários.  Todos os possíveis universos existem simultaneamente, irrelevantemente do que aconteça em qualquer um deles.  Embora os corpos individuais estejam destinados à auto destruição, o sentimento vivo (‘Quem sou eu?’) é somente uma fonte de energia de 20 Watts que opera no cérebro.  Mas esta energia não desaparece com a morte.  Um dos conceitos mais certos da ciência é o de que a energia nunca morre; ela não pode ser criada, nem destruída.  Mas esta energia transcende de um mundo para outro?
Considere um experimento que foi recentemente publicado na Science, mostrando que os cientistas podiam retroativamente mudar as coisas que haviam acontecido no passado.  Partículas tinham que decidir como se comportar quando atingiam um divisor de facho. Mais tarde, a pessoa que conduzia o experimento podia ligar ou desligar um segundo interruptor.  O resultado foi que aquilo que o observador decidia naquele momento determinava o que a partícula fazia no passado.
Desconsiderando a escolha que você, o observador, faça, é você que irá sentir o resultado.  As ligações entre estas várias histórias e universos transcendem nossas ideias clássicas ordinárias do espaço e do tempo.  Pense na energia de 20 Watts como uma simples holografia que projeta esta ou aquele resultado em uma tela.  Se você ligar ou desligar o segundo divisor de facho, ainda é a mesma bateria ou agente responsável pela projeção.
De acordo com o Biocentrismo, o espaço e o tempo não são objetos rígidos como pensamos.  Abane sua mão através do ar – se você tirar tudo, o que sobra? Nada.
O mesmo se aplica ao tempo.  Você não pode ver nada através do osso que cerca o seu cérebro.  Tudo que você vê e sente agora é um redemoinho de informações ocorrendo em sua mente.  O espaço e o tempo são simplesmente ferramentas para colocar tudo junto.
A morte não existe num mundo sem tempo e sem espaço.  No final, até mesmo Einstein admitiu: “Agora Besso [um velho amigo] partiu deste estranho mundo um pouco antes de mim.  Isto não significa nada.  As pessoas como nós… sabemos que a diferença entre o passado, o presente e o futuro é somente uma ilusão teimosamente persistente“.
A imortalidade não significa uma existência perpétua em um tempo sem fim, mas sim reside fora do tempo.
n3m3
Fonte: www.robertlanza.com

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sábado, 21 de setembro de 2013

Voyager dá adeus ao sistema solar e é recebida com ‘grito’ assustador

Voyager dá adeus ao sistema solar e é recebida com ‘grito’ assustador

A sonda Voyager I.
A sonda Voyager I.
Um estranho grito saudou a sonda Voyager I da NASA quando ela se tornou, pelo que sabemos, o primeiro objeto feito pelo homem a entrar no espaço interestelar.
O estranho uivo foi detectado pelos instrumentos abordo da sonda de 36 anos, que viajou 19 bilhões de quilômetros para longe do nosso Sol.
O som foi transmitido de volta para os cientistas na Terra por uma distância tão vasta, que levou 17 horas para nos alcançar, viajando à velocidade da luz.
Como publicado aqui no OVNI Hoje, a NASA anunciou na semana passada que a pequena sonda saiu oficialmente de nosso sistema solar, o que seria um momento histórico que marca a entrada de nossa espécie ao espaço interestelar.
Os cientistas acreditam que os ‘gritos’ detectados pelos instrumentos da Voyager, na verdade sejam ondas de plasma no espaço.  Essas ondas não são audíveis no espaço, mas “…estão dentro do alcance da frequência escutada por ouvidos humanos“, diz a NASA.  “A trilha sonora reproduz a amplitude e a frequência das ondas de plasma, bem como foram ‘ouvidas’ pela Voyager I.  As ondas detectadas pelas antenas dos instrumentos podem ser simplesmente amplificadas e reproduzidas através de auto falantes.
A descoberta dos estranhos sons, bem como o fato de que a Voyager entrou no espaço interestelar, foi possível através de uma erupção solar, que enviou uma onda de ‘vento solar’, a qual atravessou a pequena nave.
Escute no vídeo abaixo os dois gritos que foram ‘escutados’ pela Voyager, o primeiro entre outubro/novembro de 2012 e o segundo entre abril e maio deste ano:Fonte do vídeo: World Viral News
Espera-se que a Voyager continue suas transmissões até 2020… a não ser é claro que seja abduzida por uma nave alienígena antes disso.  :)
n3m3
Fonte das informações: uk.news.yahoo.com

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Estariam os ETs alertando sobre terremotos na Cúmbria, Reino

Estariam os ETs alertando sobre terremotos na Cúmbria, Reino  


Atividade de OVNIs fotografada na Cúmbria em junho de 2009.
Atividade de OVNIs fotografada na Cúmbria em junho de 2009.
Extraterrestres podem estar alertando moradores da Cúmbria (um condado do norte da Inglaterra) sobre possíveis terremotos no Mar Irlandês, de acordo com uma equipe de estudos.
O grupo North West UFO Research relatou que avistamentos naquele país aumentaram face ao terremoto do último mês, levando a alegações de que misteriosas luzes estão prevendo a ocorrência de tremores de terra.
Pat Regan, fundador da NWUR, diz que vários fatos estranhos têm sido reportados em Barrow e Maryport, nas semanas que antecederam o terremoto de 25 de agosto.  Os dois tremores de 3,3 e 2,4 na escala Richter atingiram o Mar Irlanda, e os abalos foram sentidos em Barrow, Blackpool e Fleetwood.
O Sr. Regan, escritor do livro UFO: Search for Truth (OVNI: A Procura pela Verdade – trad. livre n3m3), disse: “Tivemos um grande aumento nos relatos de avistamentos antes do terremoto.  As pessoas estavam nos dizendo que viram objetos voadores no céu durante os meses anteriores.  Parece que grupos de avistamentos de OVNIs ocorreram logo antes das atividades de terremoto.  Eu tenho dito o tempo todo que deve haver algo mais quanto a isso, do que somente coincidência.  Parece haver um padrão.  Isso acontece no mundo todo.  Alguns dias antes do tsunami do Dia do Box, as pessoas relataram ter visto estranhos OVNIs na Índia e na Indonésia“.
De acordo com Regan, os avistamentos de objetos não explicáveis também aumentaram em 2009, logo antes do terremoto de 3,7 graus que atingiu a Cúmbria, com seu epicentro chacoalhando os prédios em Ulverston.
Ele disse: “Exatamente a mesma coisa aconteceu em 2009.  Na época, tivemos avistamentos em Ulverston e Coniston.  Parece ser um fenômeno que ocorre.  O que o causa, ninguém realmente sabe.  É um pouco preocupante, de qualquer forma“.
De acordo com o NWUR, a Cúmbria é um foco de avistamentos de OVNIs, com membros da população submetendo fotografias e vídeo para o site do grupo. Objetos voadores de aparência metálica, círculos estranhos de nuvens e formas misteriosas tem sido avistados no céu daquele condado.
n3m3
Fonte: www.in-cumbria.com

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Reino Unido: Formação anômala de nuvem levanta suspeita de OVNI camuflado

Reino Unido: Formação anômala de nuvem levanta suspeita de OVNI camuflado

Estranha formação de nuvens no Reino Unido
O que teria causado este buraco nas nuvens?
A seguinte foto foi encontrada no site earthfiles.com, de Linda Moulton Howe, com a descrição da pessoa que a obteve:
Sou um piloto da Força Aérea dos EUA, lotado na base Mildenhall da RAF, no nordeste de Newmarket, Inglaterra.  Achei esta formação de nuvens muito estranha.  Eu diria que ela tinha aproximadamente 400 metros de comprimento.  Não havia vento e era aproximadamente 20h00 (em julho de 2013).  Talvez fosse uma aeronave em forma de charuto que estava camuflada (cloaked)?”
Também foi observado no site de origem, pelo Capitão Mark Wook, aposentado da marinha dos EUA que, “devido ao comprimento de 400 metros, relatado pelo observador, eu duvido que uma única aeronave se movendo por entre a camada de nuvens, seja ganhando ou perdendo altitude, deixaria uma abertura deste tamanho. A abertura seria próxima em tamanho às dimensões da aeronave.  Assim, um fluxo de ar ascendente ou descendente realmente teria que ser a única explicação lógica que eu posso pensar.  Desta forma, se não for um movimento do fluxo de ar, não há quaisquer explicações normais do que tenha causado esta formação“.
Seja lá o que tenha causado o evento, não deixa de ser uma visão interessante que desperta as nossas imaginações.  Lembrando que o avistamento de um OVNI no Aeroporto Internacional de Chicago, um par de anos atrás, por várias pessoas, inclusive equipes de vôo e mecânicos de aeronaves, também deixou como resultado um buraco na cobertura de nuvens naquele dia extremamente nublado.
n3m3
Fonte: earthfiles.com

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A teoria do ‘Big Bang’ pode ser somente um mito

A teoria do Big Bang pode estar errada

A teoria do ‘Big Bang’ pode ser somente um mito

Tudo que se pensa sobre o universo hoje pode estar errado.
Por décadas os cientistas especularam que o universo foi criado após uma gigantesca explosão (conhecida como o Big Bang), de um ponto onde toda a matéria conhecida em nosso universo estava concentrada.
Apesar desta teoria ajudar a explicar o porquê do universo parecer que está se expandindo em todas as direções, ninguém ainda sabe o que poderia ter ativado tal explosão violenta.  A teoria do Big Bang também não explica porque a temperatura é praticamente uniforme em todo o universo, pois, como explicado por pesquisadores na publicação científica Nature,  “não parece ter havido tempo suficiente desde o nascimento do cosmos para que ele chegasse à uma temperatura equilibrada“.
Astrofísicos do Instituto Perimeter de Física Teórica em Waterloo, Canadá, publicaram um documento que discute uma teoria alemã, a qual oferece a explicação de que o universo seja uma ‘membrana’ tridimensional que está boiando em um ‘universo bulk‘ (que contém mais universos) quadridimensional.
O universo bulk é um conceito muito complicado, tirado da teoria das cordas, que apresenta a ideia de que o espaço seja um plano de dimensões infinitas, através do qual outros planos de dimensões infinitas bóiam.
A equipe defende a tese de que se o ‘universo bulk‘ contem estrelas de quatro dimensões, algumas delas podem entrar em colapso e causar buracos negros, da mesma forma que as estrelas em nosso universo o fazem – elas se transformam em supernovas, ejetando suas camadas exteriores, enquanto as camadas interiores entram em colapso, formando um buraco negro.
Os buracos negros em nosso universo possuem a forma esférica e contém algum tipo de membrana que os mantém desta forma.  Estas membranas são conhecidas como ‘horizonte de eventos‘.  Tudo que passar para dentro deste horizonte de evento não escapa mais, porque a força gravitacional é tão grande que torna a fuga impossível.  Em nosso universo somente um objeto bidimensional é capaz de se tornar um horizonte de evento dentro de um buraco negro, explicaNature.  Contudo num universo bulk, o horizonte de evento de um buraco negro quadridimensional teria que ser tridimensional, conhecido como ‘hiper-esfera’.
Em resumo, isto significa que uma estrela que atravesse o plano multidimensional e fosse atraída por um buraco negro, metade dela seria engolida e a outra metade que sobreviveu daria origem à criação do universo.
O fato de que o nosso universo esteja se expandindo em todas as direções poderia simplesmente ser um sinal de expansão cósmica, e não da origem do universo por si mesma, sugerem os pesquisadores.
Os astrônomos mensuraram essa expansão do universo e concluíram que o universo tenha começado com o Big Bang, mas isso é somente uma miragem“, disse o chefe da equipe, Niayesh Afshordi.
Porém, a teoria proposta tem algumas falhas.  Até agora ela não explica completamente como a expansão do universo ocorreu.
Agência Espacial Europeia registrou pequenas flutuações na temperatura do universo e descobriu que o cosmos contém impressões de radiação, o que combina com as previsões feitas pela teoria do Big Bang.  Obviamente isto cria uma discrepância na pesquisa dos astrofísicos.
Os cientistas disseram que estão ‘voltando para a prancheta de desenho’, a fim de ajustarem seu modelo.
Aguarde, pois pode ser que tudo que sabemos sobre o universo esteja errado.
n3m3
Fonte: www.news.com.au via www.nature.com


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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Você pode construir uma máquina do tempo? A resposta é sim

Você pode construir uma máquina do tempo? A resposta é sim
Professor Brian Cox
Professor Brian Cox.
O Professor Brian Cox, em palestra no Festival Britânico de Ciência disse: “Você pode construir uma máquina do tempo?“.  E ele mesmo respondeur: “A resposta é sim“.
Há somente um pequeno problema, disse o professor: “Se você construir uma máquina capaz de viajar no tempo, você só pode ir para o futuro e não poderá voltar“.
Cox também sugeriu que a pesquisa no LHC (Large Hadron Collider – Grande Colisor de Hádrons) poderá descobrir extra dimensões, assim, finalmente explicando como o Tardis é maior por dentro do que por fora.
O Professor Cox, que é fã da série de ficção científica britânica Dr. Who, fará uma palestra de 60 minutos sobre o episódio da série que será levada ao ar pela BBC em 23 de novembro.  O episódio irá tratar de questões como a vida extraterrestre, a viagem para outras dimensões e a viagem no tempo.
De acordo com o Professor Cox, a viagem no tempo não só é possível, mas também já foi conseguida, embora em escala muito menor.  A tecnologia para acelerar algo grande até próximo da velocidade da luz não existe ainda, mas ele diz que armados com tal tecnologia, “você pode ir para o futuro; você tem quase que total liberdade de se mover para o futuro“.
Para viajar para o futuro, você simplesmente precisa acelerar até velocidades próximas à da luz, diz Cox.  Quando você chegar naquela velocidade, o tempo desacelera, mas somente para você, de acordo com a Teoria Especial da Relatividade, de Einstein. “Se você for rápido, seu relógio anda vagarosamente em relação às pessoas que estão paradas.  À medida que você se aproxima da velocidade da luz, seu relógio anda tão devagar que você poderia voltar quando for 10.000 anos no futuro“, disse Cox.
Cox diz que viajar para o passado é impossível. “Você pode viajar para o futuro com queira. Você não pode viajar para o passado.
Em uma de suas palestras em Birmingham o físico detalhou o porquê: “Na Relatividade Geral, você pode fazer isso, em princípio.  Isso tem a ver com a construção dessas coisas chamadas buracos de minhoca;  atalhos através do espaço e do tempo.  Mas a maioria dos físicos duvidam disso. Hawking propôs a ‘conjectura da proteção da cronologia’… nós ainda não entendemos que buracos de minhoca não são estáveis.
Porém, a viagem entre diferentes dimensões pode ser mais fácil.  Cox diz que “procuramos por extra dimensões com o LHC.  Você pode imaginar extra dimensões no espaço, e que estamos vivendo em uma folha de espaço dimensional superior“.
n3m3
Fonte: uk.news.yahoo.com


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