A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

A BIODIVERSIDADE ESTÁ AMEAÇADA PELA AÇÃO IMPETUOSA DO HOMEM!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

ONU irá adotar plano de defesa contra asteroides e outros objetos espacias que venham de encontro com a Terra

Plano de defesa contra asteroide deve ser implantado










A Organização da Nações Unidas – ONU, está montando um “Grupo Internacional de Alerta de Asteroides”, a fim de coordenar os esforços para defender a Terra de asteroides perigosos e outros objetos que venham em direção ao nosso planeta.Quando um meteoro explodiu sobre Chelyabinsk, na Rússia, em fevereiro passado, as agências espaciais do mundo somente descobriram o fato junto com o resto de nós, através do Twitter e YouTube.  Isso, diz o ex-astronauta Ed Lu, é inaceitável, e as Nações Unidas concordam.Na última semana a Assembleia Geral aprovou um número de medidas que Lu e outros astronautas recomendaram para proteger o planeta de asteroides perigosos.

Hoje, nenhum governo no mundo tem explicitamente designada a responsabilidade pela proteção planetária para quaisquer de suas agências“, disse Rusty Schweickart, membro da ASE (Association of the Space Explorers), que fez parte da missão Apolo 9 em 1969. “A NASA não tem a explicita responsabilidade de desviar asteroides, e nem as outras agências espaciais.“  A ASE prega que cada nação delegue a responsabilidade para lidar com um potencial impacto de asteroide para uma agência interna – antes que o evento esteja sobre nós.O próximo passo na defesa da Terra contra os asteroides perigosos é o de encontrá-los, disse Lu.Há 100 vezes mais asteroides lá fora além daqueles que já encontramos.  Há aproximadamente 1 milhão de asteroides grandes o suficiente para destruir a cidade de Nova Iorque, ou mais.  Nosso desafio é o de encontrar estes asteroides primeiro, antes deles nos encontrar.O alerta com antecedência é importante, porque ele aumenta a chance de sermos capazes de desviar um asteroide ameaçador, uma vez que seja encontrado.

Se uma espaçonave atingir um asteroide 5 ou 10 anos antes da rocha atingir a Terra, uma leve alteração orbital deverá ser o suficiente para fazê-lo evitar a Terra; se o asteroide não for detectado cedo o suficiente, a evacuação da zona de impacto pode ser a única opção disponível.Se não o encontrarmos com um ano de antecedência, prepare um ótimo coquetel, saia para fora e assista”, satirizou SchweickartA Fundação B612, uma organização sem fins lucrativos fundada por Lu para tratar do problema de impactos por asteroides, está desenvolvendo um telescópio infravermelho, com financiamento privado, chamado Sentinel, que deverá ser lançado em 2017.  O telescópio dará início à uma procura sistemática por objetos perigosos próximos da Terra.Os astronautas da ASE também estão pedindo às Nações Unidas para coordenarem uma missão prática de desvio de asteroides, a fim de testar as tecnologias para desviar uma rocha para fora de seu curso, caso seja necessário.  O meteoro de Chelyabinsk, que feriu mais de 1.000 pessoas, mas não matou ninguém, seria um ‘tiro de alerta’, disse o astrônomo Neil de Grasse Tyson, do Museu Americano de História Natural.“Chelyabinsk foi má sorte“, disse ele. “Se formos atingidos novamente daqui há 20 anos, então não será má sorte – será estupidez“.  Lu concordou.n3m3Fonte: www.scientificamerican.com



Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/31/onu-ira-adotar-plano-de-defesa-contra-asteroides-outros-objetos-espacias-venham-de-encontro-terra/#ixzz2jLFHOaGM
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A Terra que não deveria existir

A Terra que não deveria existir


Mais um artigo super interessante de Salvador Nogueira, publicado no site mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br, onde é comentado a respeito do exoplaneta Kepler-78, o qual, apesar de sua massa ser similar à da Terra, está orbitando muito proximamente ao seu sol.
Kepler-78b-1200300dpiRGB
Concepção artística do planeta Kepler-78b, de composição similar à terrestre.
Astrônomos pela primeira vez conseguiram determinar tanto a massa como o diâmetro de um planeta de porte similar ao da Terra fora do Sistema Solar. E o mais interessante de tudo: sua densidade é praticamente idêntica à do nosso planeta, indicando uma composição similar.
O que faltou para ser um gêmeo da Terra foi uma órbita similar. Na verdade, o mundo Kepler-78b gira tão perto de sua estrela que, em tese, nem deveria existir.
O Mensageiro Sideral já o mencionou previamente, no momento em que sua descoberta havia sido anunciada pela equipe responsável pelo defunto satélite Kepler. Mas a técnica usada pela espaçonave para detectar planetas — que mede a redução de brilho da estrela causada pela passagem de mundos circundantes à frente dela — só permite estimar o diâmetro deles.
Agora, dois grupos independentes obtiveram estimativas da massa. Andrew Howard, da Universidade do Havaí em Manoa, e sua equipe usaram o Hires, espectrógrafo instalado no Observatório Keck. Já Francesco Pepe, da Universidade de Genebra, e seus colegas usaram o recém-instalado Harps-N, uma réplica do Harps que está instalado em La Silla, no Chile, voltada para o céu do hemisfério Norte.
Esses instrumentos permitem medir o puxão que o planeta provoca em sua estrela pela ação gravitacional, o que dá a possibilidade de estimar a massa. O primeiro grupo estimou a massa em 1,69 vez a da Terra. O segundo, em 1,86 vez. Os dois números são suficientemente próximos para que um sirva como confirmação de outro. Ambos foram publicados em artigos separados que saem na edição da amanhã do periódico científico “Nature”…
…Kepler-78 fica a 400 anos-luz da Terra, na constelação de Cisne, e apesar de ser um planeta infernal traz boas notícias consigo: planetas com o mesmo perfil de composição da Terra devem ser bem comuns no Universo. O que anima os pesquisadores a buscar mundos similares em órbitas mais largas, que permitissem temperaturas amigáveis à vida.
Eu não duvidaria se até o final da década tivéssemos um punhado desses candidatos prontos para ter sua atmosfera sondada pelo Telescópio Espacial James Webb, o sucessor do Hubble, que deve ser lançado em 2018.
O melhor ainda está por vir!…
Para ler o artigo na íntegra, favor acessar o site de origem: mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br
Estamos muito próximos da confirmação científica de que há mesmo outras ‘Terras’ lá fora no Universo, e isso, simplesmente considerando-se as probabilidades, não precisa nem ser confirmado.
n3m3
Colaboração: Hannah Hertz

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/30/terra-nao-deveria-existir/#ixzz2jFMAmKrF 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Risco de colisão com asteroide pode ser maior do que se supunha, mas ainda é mínimo

Risco de colisão com asteroide pode ser maior do que se supunha, mas ainda é mínimo


Asteroide oferece risco de colisão com a Terra

Em artigo recentemente publicado no site A Voz da Rússia:O risco de colisão do asteroide 2013 TV135 com a Terra em 2032, afinal, é 4 vezes superior ao que se estimava até agora.As últimas observações permitem avaliar tal risco como 1 chance em 14.000. Segundo as estimativas anteriores, tal relação era de 1 chance em 63.000. Esta informação é publicada no site do departamento dos asteroides da NASA.

Ainda assim, o risco de colisão se mantém muito baixo: a probabilidade de que o asteroide de 400 metros passe ao lado da Terra diminuiu algumas milésimas, ou seja, de 99,998% para 99,992%.

Aposto que não será este.n3m3Fonte: portuguese.ruvr.ruColaboração: Dan (H)



Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/21/risco-de-colisao-com-asteroide-pode-ser-maior-do-que-se-supunha-mas-ainda-e-minimo/#ixzz2iN0EYTqAFollow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook

Descoberta a galáxia mais distante da nossa, até agora

Descoberta a galáxia mais distante da nossa, até agora

Descoberta galáxima mais distante de nós, até agora
Astrônomos estadunidenses descobriram a galáxia mais distante da nossa, que se conhece até agora.  A luz emitida desta galáxia, que está chegando hoje à Terra, é de quando o Universo só tinha 5% de sua idade atual, que é de 13,8  bilhões de anos, ou seja, o Universo tinha somente 700 milhões de anos.
A galáxia, que foi batizada com o glorioso nome de z8-GND-5296, foi detectada por meio de imagens infravermelhas obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble.
Também foi observado pela equipe liderada por Steven Finkelstein, da Universidade do Texas, e Dominik Riechers, da Universidade de Cornell (Nova Iorque), que a nova galáxia tem uma taxa de formação de estrelas “surpreendentemente alta“, de aproximadamente 300 vezes a massa do nosso Sol anualmente.  Em comparação, a Via Láctea, nossa galáxia, forma somente duas ou três estrelas por ano.
Estes descobrimentos fornecem pistas sobre o nascimento do Universo e sugerem que podem abrigar zonas com uma formação de estrelas mais intensa do que se imaginava“, afirmou Finkelstein.
Com a construção de telescópios cada vez maiores no Havaí e no Chile e do telescópio James Webb no espaço, ao final desta década os astrônomos esperam descobrir mais galáxias a distâncias ainda maiores, comemorou Mobasher.
Quantos mundos iguais, ou similares ao nosso devem existir por lá?
n3m3
Fonte das informações: noticias.uol.com.br
Colaboração: Mago53 , Rafael MT

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/25/descoberta-a-galaxia-mais-distante-da-nossa-ate-agora/#ixzz2j3fngvRa 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Estaríamos observando a inteligência extraterrestre sem nos dar conta disso?

Estaríamos observando a inteligência extraterrestre sem nos dar conta disso?

Seriam os sistemas estelares binários o lar de civilizações alienígenas avançadas?
Seriam os sistemas estelares binários o lar de civilizações alienígenas avançadas?
O seguinte artigo, que foi publicado no site The Huffington Post, pelo antropólogo Cadell Last, propõe algo que é surpreendemente inovador.  Quando li a hipótese aqui apresentada, um calafrio subiu pela minha espinha face à possibilidade de que a resposta para o mistério de ainda não termos ‘avistado’ nenhum lar de civilizações alienígenas avançadas poderia estar bem na nossa casa, mas até agora não tivemos a imaginação necessária para percebê-la.
(Para quem não está familiarizado com a Escala de Kardashev para medir a força de uma civilização alienígena, antes de ler o artigo abaixo recomendo que leia sobre a civilização Tipo II da escala, publicado aqui: Escala de Kardashev.)
Abaixo, o artigo com a surpreendente proposta:
A Filosofia e a Física têm um longo e interessante passado, que se estende por toda a história humana.  Filósofos têm tido o papel de deduzir logicamente a existência de certos fenômenos físicos que não eram testáveis.  Cientistas físicos, ou têm empiricamente confirmado, ou têm recusado as especulações filosóficas propostas, quando a tecnologia necessária e/ou os métodos são desenvolvidos.
Algumas vezes as especulações filosóficas falharam ao descrever a natureza da realidade, como a antiga proposta grega de que os céus eram compostos de um quinto elemento: Éter. Porém, em várias ocasiões, as especulações filosóficas eram bem corretas.  For exemplo, no Século IV A.C., o filósofo Demócrito deduziu que o universo era composto de unidades indivisíveis de matéria, conhecidas como ‘átomos’.  Esta crença foi substanciada dois mil anos mais tarde pelo físico teórico Albert Einstein.
Uma parceria acadêmica similarmente impressionante se manifestou quando o filósofo da Renascença, Giordano Bruno, leu o livro ‘Sobre as Revoluções das Esferas Celestes’ (trad. livre n3m3), do astrônomo Nicolau Copérnico.  Bruno achou o modelo heliocêntrico de Copérnico um tremendo avanço e logicamente deduziu que todas as estrelas da noite eram fundamentalmente similares ao nosso Sol, e que elas tinham mundos gravitando aos seus redores. Ele declarou:
“Este espaço, declaramos ser infinito, já que nem a razão, conveniência, possibilidade, percepção de senso, nem natureza dá a ele um limite.  Dentro dele há uma infinidade de mundos dos mesmo tipo como o nosso próprio.”
É claro, sabemos agora que Bruno estava mais ou menos certo.  A maioria das estrela parece possuir pelo menos um exoplaneta.
No mundo moderno, alguns acreditam que este relacionamento antigo entre filosofia e a física está morto, ou morrendo, ou funcionalmente redundante.   Mas eu certamente não concordo.  Na semana passada tive a chance de conhecer o filósofo (e teórico de sistemas) Clément Vidal (@clemvidal).  Vidal apontou que há certos sistemas estelares binários que os astrofísicos têm dificuldades de explicar através dos modelos convencionais de astrofísica.  Estes binários são estrelas semi-descoladas que exibem um fluxo de energia irregular, mas não fora de controle.  Vidal argumenta que ao invés de um modelo de astrofísica, precisamos de um modelo astrobiológico para descrever estes estranhos sistemas.
Em essência, Vidal está alegando que estes sistemas não sejam estrelas binárias típicas, mas sim civilizações que avançaram muito além do Tipo 1 da Escala de Kardashev e agora estão ativamente se alimentando de sua estrela mãe. Ele chama estas civilizações hipotéticas de starivores (ou ‘estrelívoros’ em português).  E se ele estiver certo… então há aproximadamente 2.000 estrelívoros conhecidos, só em nossa galáxia.
Certamente esta ideia é digna de atenção científica e verificação empírica. A especulação de Demócrito foi testada após a introdução da teoria especial da relatividade.  A especulação de Bruno foi testada quando nossa tecnologia de telescópios melhorou.  Haveria algum modelo teórico ou tecnologia que poderíamos usar hoje para validar ou refutar a especulação de Vidal?
Talvez, o teste necessário está relacionado à compreensão da natureza do “metabolismo” das estrelas binárias.  O metabolismo é umas das condições fundamentais e necessárias para complexos sistemas vivos, porque ele permite que estes sistemas extraiam e mantenham a ordem do caos não-vivo que os rodeia.  Assim, se estes sistemas binários são realmente civilizações inteligentes se alimentando de sua estrela mãe, então deveríamos esperar um grau de controle de fluxo de energia que não pode ser descrito pelas leis da física por si sós.
A ideia pode ser chocante.  Nos últimos 50 anos, os cientistas têm estado desapontados pelos dados indicando estarmos sós na Via Láctea.  Físicos, como Max Tegmark, chegaram ao cúmulo de afirmar que somos a primeira civilização inteligente a surgir em todo o universo.  E ele pode estar certo… mas ele pode estar redondamente enganado também.
Um grande avanço na ciência pode vir das ideias que de primeira mão possam parecer bizarras… ou até mesmo impossíveis.  Mas o universo tem também provado ser mais estranho do que imaginávamos.  Na minha opinião Clément Vidal chamou a nossa atenção a um fenômeno interessante que nossas teorias não podem descrever de forma completa.  Eu recomendo fortemente a leitura da tese de seu Ph.D., a qual discute a possibilidade de ‘estrelívoros’ (Capítulo 9, PDF em inglês aqui).  E se você for um pesquisador interessado em testar esta especulação, a comunidade Evo Devo Universe recém anunciou a criação do High Energy Astrobiology Prize (Prêmio Astrobiologia de Alta Energia).  A comunidade está interessada em receber um estudo de pesquisa que possa testar positivamente, ou negativamente, a hipótese de civilizações ‘estrelívoras’.
Certamente, esta é uma possibilidade que as mulheres e homens da ciência não devem dar as costas.  Se esta hipótese for comprovada positivamente, a cosmologia dará um enorme salto à frente, e talvez então a humanidade, como um todo, ficará prepara para aquilo que dentro de si todos sabem, mas que somente poucos tem a coragem de declarar: Não estamos sós no universo!
n3m3
Fonte: www.huffingtonpost.com

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/21/estariamos-observando-a-inteligencia-extraterrestre-sem-nos-dar-conta-disso/#ixzz2iMzN9GM1 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mergulhadores resgatam meteorito que explodiu sobre a Russia

Mergulhadores resgatam meteorito que explodiu sobre a Russia

Mergulhadores russos resgataram do fundo de um lago em Chelyabinsk, na região dos Urais, o que se acredita ser o maior fragmento do meteorito que atingiu a Terra em fevereiro de 2013. Negra e irregular, a rocha mede cerca de 1.5 metros de comprimento e pesa mais de meia tonelada.
Meteorito resgatado na Russia
Clique para ampliar
A rocha é a maior peça entre os fragmentos que já foram recuperados após a explosão na atmosfera e segundo as testemunhas que acompanharam o resgate teve uma parte da estrutura fragmentada ao ser retirada do lago.
De acordo com um dos cientistas que participaram da empreitada, o peso da rocha ultrapassou o limite da escala da balança usada na medição, que quebrou ao atingir 570 quilos. Segundo ele, o peso total do meteorito ultrapassa 650 quilos.
Ainda não se tem absoluta certeza de que a rocha seja de fato parte do meteorito que caiu na Rússia, mas os sinais exteriores mostram assinaturas evidentes de que a rocha passou por um intenso processo de aquecimento recente, apresentando uma crosta de fusão vítrea, negra e brilhante formada tipicamente quando as porções exteriores da rocha derretem.
O meteorito de Chelyabinsk é uma mistura de diferentes tipos de condritos ordinários, meteoritos rochosos de alta densidade que caem na Terra na maioria das vezes.
Muita EnergiaA queda do meteorito ocorreu em 15 de fevereiro de 2013 e produziu uma onda de choque tão intensa que pelo menos 17 estações que monitoram e detectam testes nucleares ao redor do mundo registraram o evento.
Após a explosão do meteoro muitos números foram divulgados, mas na medida em que os dados científicos foram sendo apresentados, novos valores sobre a magnitude da explosão foram estimados.
Analisando os dados das estações de infrassons, os cientistas puderam calcular que o bólido liberou cerca de 500 kilotons de TNT de energia, o equivalente a 25 vezes a força da bomba atômica que foi lançada sobre Hiroxima em 1945.
Além da energia cinética, a massa e velocidade do objeto também puderam ser determinadas e os cálculos mostram que o meteoro entrou na atmosfera da Terra a 60 mi km/h.
No momento da entrada a rocha tinha aproximadamente 17 metros de diâmetro e pesava 10 mil toneladas.
Artes: No topo, imagem em alta resolução mostra o grande fragmento do meteorito após ser retirado do lago na região de Chelyabinsk, no sul dos Montes Urais. Acima, modelo computacional mostra o caminho que o meteorito russo fez desde o instante da ruptura até a explosão sônica sobre a cidade de Chelyabinsk. Créditos: RIA, AGI, Apolo11.com. Direitos Reservados É vedada a utilização deste texto Leia nosso Termo de Uso e saiba como publicar este material em seu site ou blog 




terça-feira, 15 de outubro de 2013

Mais uma vez a arte se transforma em realidade

Sabre laser

Mais uma vez a arte se transforma em realidadeDe acordo com notícias vindas da Universidade de Harvard e MIT, enquanto um grupo de físicos estavam ‘brincando’ com lasers e fótons, descobriram que quando disparavam múltiplos fótons através de um grupo de átomos rubicon, as partículas se agruparam para criar um novo tipo de molécula que se comportava como um sabre de luz, daqueles usados por Luke Skywalker e Darth Vader no filme ‘Guerra nas Estrelas’.
Este efeito é conhecido em termos científicos como a obstrução Rydberg, onde uma única partícula ‘excitada’ prevê a excitação de outras partículas vizinhas a um grau maior do que a si mesma.  Quando este efeito ocorre em um grupo de átomos, é criado um efeito conflitante, o qual cria novas moléculas e as une.
Os cientistas que descobriram este efeito foram os professores de física Mikhail Lukin, da Havard e Vladan Vuletic da MIT.
Não é uma analogia inapropriada comparar isto com sabres de luz“, disse Lukin em uma liberação de imprensa. “Quando estes fótons interagem entre si, eles estão empurrando e desviando uns dos outros.  A física do que está ocorrendo com estas moléculas é similar ao que vemos nos filmes.
Os cientistas pretendem utilizar a nova forma de matéria para ajudar a construir computadores quânticos avançados, mas o potencial existe e podemos agora justificadamente adicionar os ‘sabres de luz’ à lista de tecnologias do estilo ‘Guerra nas Estrelas’ que conseguimos duplicar .
Os filmes icônicos têm inspirado uma geração de cientistas a irem com ousadia onde nenhum cientista foi antes. A ficção científica está rapidamente se tornando realidade…
…A raça humana tem feito saltos tecnológicos tão grandes nas últimas décadas, que é difícil acreditar que não estamos tendo algum auxílio de outros locais na galáxia.  Seja qual for a razão para nossos avanços espetaculares, devemos sempre nos manter humildes para não nos tornamos vítimas de nosso próprio sucesso científico… (texto extraído do artigo original)
n3m3
Fonte das informações: http://www.unknowncountry.com/news/science-fiction-becomes-science-fact-light-sabers-are-now-reality#ixzz2hEq9luPN

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/15/mais-uma-vez-a-arte-se-transforma-em-realidade/#ixzz2hptPntcl 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


Astronauta da NASA posta foto de estranho fenômeno espacial no Twitter

Astronauta da NASA posta foto de estranho fenômeno espacial no Twitter
Astronauta tira foto de rastro deixado no espaçoA foto acima foi tirada em 10 de outubro passado pelo astronauta Mike Hopkins, da NASA, o qual a publicou no Twitter com a seguinte mensagem: “Vi algo se lançar ao espaço hoje. Não tenho certeza o que era, mas a nuvem que deixou para trás foi incrível“.
Pelo formato da nuvem fotografada, é quase certeza de que tenha sido do mesmo fenômeno já publicado aqui no OVNI Hoje. Veja: http://ovnihoje.com/2013/10/12/objeto-misterioso-e-filmado-passando-pelos-ceus-dos-urais-russia .
Mais tarde foi divulgado na Internet que este fenômeno teria sido causado, possivelmente, pelo lançamento de um foguete russo; contudo a formação deixada para trás é muito peculiar e anormal.
n3m3
Colaboração: M3NIS

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/15/astronauta-da-nasa-posta-foto-de-estranho-fenomeno-espacial-no-twitter/#ixzz2hpsf5DC8 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Foto publicada pela ESA mostra o que poderia ser água fluindo na superfície marciana

Foto publicada pela ESA mostra o que poderia ser água fluindo na superfície marciana

Lembra-se das notícias da NASA sobre água misturada no solo de Marte, ou mesmo de ‘águas passadas’ no planeta vermelho, que não é tão vermelho assim?
Pois então aprecie a foto publicada pela Agência Espacial Europeia – ESA e imagine:
Hebes_Chasma_mesa_fullwidth
Hebes Chasma. (Use o botão direito do mouse para ampliar a imagem – Foto: ESA)
É óbvio que pela simples observação da foto não se pode afirmar que o que se vê nas encostas seja realmente água que esteja fluindo hoje.  Mas que dá a nítida impressão que seja mesmo o precioso líquido, isso não se pode negar.
n3m3
Fonte: www.esa.int
Colaboração: Tiago Langendorf

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/12/foto-publicada-pela-esa-mostra-o-que-poderia-ser-agua-fluindo-na-superficie-marciana/#ixzz2hkQ8jl1b 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


domingo, 13 de outubro de 2013

Objeto misterioso é filmado passando pelos céus dos Urais, Rússia

Objeto misterioso é filmado passando pelos céus dos Urais, Rússia

Objeto misterioso aparece nos céus dos Urais, Rússia.
Objeto misterioso aparece nos céus dos Urais, Rússia.
Um objeto misterioso foi visto sobrevoando as cidades de Kurgan e Yekaterinburg, Rússia, no lado asiático dos Urais.
Anteontem (12/10), ao entardecer, muitas pessoas que vivem na região dos Urais viram o objeto, que chegou a ser filmado.
De acordo com o site segnidalcielo.it, imediatamente o alarme soou para alertar a provável queda de um meteorito, então prevaleceu o pânico entre os habitantes das cidades onde o objeto misterioso era claramente visível . Muitos lembraram os acontecimentos de 15 de fevereiro deste ano, quando um meteoro explodiu sobre Chelyabinsk, causando danos às casas e mais de mil feridos.
No vídeo pode-se ver um objeto cônico. Depois de alguns minutos o corpo se transforma em ponto de luz e se dissolve.
Certamente o objeto será declarado como um teste de míssil, ou algo similar pelas autoridades.  Mas como ainda não foi classificado, trata-se ainda de um OVNI (Objeto Voador Não Identificado).
Veja alguns dos vídeos publicados sobre o evento:Fonte do vídeo: Юрий Ганичев
 Fonte do vídeo: ZL OI
 Fonte do vídeo: lifenewsru
n3m3
Fonte das informações: segnidalcielo.it
Colaboração: Sel, M3NIS

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/12/objeto-misterioso-e-filmado-passando-pelos-ceus-dos-urais-russia/#ixzz2hfWwmVAP 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


Mais um exoplaneta é encontrado perambulando pelo espaço

Mais um exoplaneta é encontrado perambulando pelo espaço

Representação gráfica de como pode ser o planeta que perambula pelo espaço
Representação gráfica de como pode ser o planeta que perambula pelo espaço. (Crédito da imagem: MPIA / V. Ch. Quetz)
Já havíamos publicado aqui no OVNI Hoje alguns artigos sobre planetas que perambulam pelo espaço, sem estarem associados a quaisquer sistemas estelares, ou seja, não orbitam ao redor de uma estrela, como nós orbitamos ao redor da nossa estrela, que é o Sol.
Na semana passada, mais uma notícia a respeito da descoberta de mais um desses planetas foi publicada.  Veja abaixo um trecho do artigo publicado por Cássio Barbosa, na seção Observatório do Portal G1:
…Nesta semana, uma equipe da Universidade do Havaí anunciou a descoberta de um planeta vagando solitário pelo espaço. Esse objeto, chamado de PSO J3218.5-22 (PSO para os íntimos) foi encontrado na constelação de Capricórnio, em um esforço observacional para se detectar anãs marrons, um tipo de estrela que não conseguiu acumular matéria o suficiente para iniciar o processo de fusão nuclear. Apesar disso, as anãs marrons produzem radiação infravermelha, por causa da dinâmica de seus gases. O objeto PSO surgiu justamente dos catálogos produzidos na busca desse tipo de estrela. Aliás, esses catálogos têm, até agora, um tamanho de 4 mil Terabytes, mais que a soma de todos os livros já publicados, do que todos os filmes feitos e de todas as músicas já escritas!
Depois de detectado, esse objeto foi acompanhado por 2 anos seguidos, com observações precisas que permitiram deduzir que sua distância é de 80 anos luz apenas. Além disso, pelo seu movimento próprio, a equipe liderada por Michael Liu conseguiu deduzir que o PSO pertence a um conjunto de estrelas conhecido como “grupo móvel de Beta Pictoris”, que teria se formado há 12 milhões de anos.
Ninguém sabe ao certo como esse planeta teria se formado, a primeira hipótese é ele teria sido formado junto com as estrelas desse grupo e, por interações gravitacionais mútuas, teria sido “estilingado” do sistema. Essa hipótese encontra resistência por que o PSO tem 12 milhões de anos também.
Outra ideia é que o planeta tenha se formado a partir do colapso de uma nuvem de gás, tal qual o processo de formação de uma estrela, mas em escala menor. Apesar de a ideia ser um tanto estranha, isso já foi observado, pelo menos uma vez, é o caso de OTS44. Esse objeto está cercado por uma nuvem e é possível observar gás caindo em direção a ele. OTS44 tem, no máximo, 2 milhões de anos apenas e estaria ainda em processo de acúmulo de matéria.
Esses dois objetos são considerados planetas, mas tem gente que torce o nariz. Planetas se formam e, ao menos em princípio, se mantêm ao redor de estrelas. O processo de formação através do colapso de uma nuvem é a descrição do processo de formação de estrelas. Em termos de massa, há um consenso, não muito firme, de que objetos com mais de 12 vezes a massa de Júpiter deveriam ser considerados estrelas, apesar de alguns catálogos listarem planetas com 24 vezes a massa de Júpiter. OTS44 tem massa de estrela (12 massas de Júpiter) e se forma como estrela, mas ainda assim é considerado planeta. Já PSO tem apenas 6 massas de Júpiter, o que o deixa definitivamente na classe de planetas. Se ele se formou como OTS44 está se formando, então as teorias de formação de planetas vão precisar de uma boa revisão.
Além de ser um caso interessante, PSO deve ser o planeta solitário menos massivo conhecido até agora, sua descoberta abre excelentes perspectivas para o estudo de exoplanetas. Obter uma imagem de um exoplaneta é muito difícil, pois o brilho da estrela é muito maior, o que o ofusca. Estudos da atmosfera dos exoplanetas descobertos até agora foram feitos de forma indireta. Agora, a descoberta de PSO nos dá a oportunidade de estudar não só a composição química, mas também a dinâmica de atmosferas dos exoplanetas de maneira direta.
-Cássio Barbosa
n3m3
Fonte: Portal G1
Colaboração: Ayrton Cavalo

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/14/mais-um-exoplaneta-e-encontrado-perambulando-pelo-espaco/#ixzz2hfTj1Phi
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Água encontrada em asteroide indica existência de exoplanetas com condições de vida

Água encontrada em asteroide indica existência de exoplanetas com condições de vida

Impressão artística de asteroide que contem água.
Impressão artística mostra asteroide rico em pedras e água sendo despedaçado pela forte gravidade da estrela anã branca GD 61: essa é a primeira vez que água é encontrada além do Sistema Solar. Foto: Mark A. Garlick, space-art.co.uk, Universidade de Warwick e Universidade de Cambridge / Divulgação
Em notícia publicada ontem no site noticias.terra.com.br:
Astrônomos anunciaram a descoberta da primeira evidência de água em um corpo celeste rochoso vindo de fora do Sistema Solar. Através dos destroços de um asteroide que orbitava uma estrela exaurida – ou anã branca –, os cientistas determinaram que a estrela GD 61 e seu sistema planetário, localizado a aproximadamente 150 anos-luz do nosso planeta e em seus últimos momentos de vida, têm o potencial de abrigar exoplanetas semelhantes à Terra. Essa é a primeira vez que tanto água quanto uma superfície rochosa – dois aspectos considerados fundamentais para a existência de planetas habitáveis e, portanto, vida – foram encontrados juntos além do nosso sistema solar.
A Terra é essencialmente um planeta “seco”, com apenas 0.02% de sua massa contendo água de superfície, o que significa que oceanos surgiram depois que o planeta tinha se formado: provavelmente quando asteroides cheios de água vindos do Sistema Solar colidiram contra o nosso planeta. Pesquisadores das universidades de Cambridge e Warwick que publicaram o estudo na revista Science acreditam que o mesmo “sistema de entrega” de água possa ter ocorrido no distante sistema solar dessa estrela.
Evidências obtidas com base em análises do telescópio espacial Hubble e do observatório astronômico Keck, no Havaí, sugerem que esse sistema continha um tipo similar de asteroide rico em água – o mesmo que teria trazido o elemento pela primeira vez à Terra. O corpo celeste analisado é composto por 26% de água em sua massa, quantidade bastante parecida à de Ceres, outrora considerado o maior asteroide do Sistema Solar e hoje um planeta anão. Ambos têm muita mais água em sua composição do que a Terra.
“A descoberta de água em um grande asteroide significa que a ‘pedra fundamental’ de planetas habitáveis existiu – e talvez ainda exista – no sistema da GD 61, e provavelmente também ao redor de um número significativo de estrelas similares”, afirmou Jay Farihi, do Instituto de Astronomia de Cambridge, um dos autores da pesquisa.
Os astrônomos descrevem a descoberta como “um olhar para o nosso futuro” já que, daqui a seis bilhões de anos, talvez, astrônomos de outros planetas estudando os destroços ao redor do Sol – então extinto, sem hidrogênio – poderão chegar à mesma conclusão: que os planetas terrestres uma vez orbitaram a nossa estrela-mãe.
Como já mencionamos antes, logo teremos a notícia de que encontraram um exoplaneta com condições de vida (tal como a conhecemos). Aguardem…
n3m3
Fonte: noticias.terra.com.br
Colaboração: DARKBIRD

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/11/agua-encontrada-em-asteroide-indica-existencia-de-exoplanetas-com-condicoes-de-vida/#ixzz2hT5Mi9QO 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Nova fibra óptica pode acelerar a descoberta de exoplanetas que abrigam vida

Nova fibra óptica pode acelerar a descoberta de exoplanetas que abrigam vida


Os astrônomos agora focam na descoberta de exoplanetas que possam abrigar a vida.
Os astrônomos agora focam na descoberta de exoplanetas que possam abrigar a vida.
Cientistas de Yekaterinburg desenvolveram ‘guias de ondas’ para ajudar os astrônomos a decidirem quais planetas fora de nosso sistema solar são mais prováveis de abrigar a vida.
Um das descobertas mais significativas em astronomia nas recentes décadas foi a dos, assim chamados, exoplanetas; ou planetas que orbitam estrelas além dos limites de nosso Sistema Solar.
O primeiro desses planetas ‘extrasolares’ foi descoberto em 1988 e, até o presente momento, os cientistas já descobriram perto de 1.000 exoplanetas.
Embora uma teoria sobre a existência de exoplanetas já havia sido proposta na metade do século XIX, mais de um século teve que se passar antes dela ter sido confirmada.
A procura por estes corpos celestiais é muito complexa, sendo a principal dificuldade o fato de que nem os tradicionais telescópicos ópticos e nem os rádios telescópios mais modernos são completamente capacitados para este tipo de pesquisa.  A radiação de uma estrela, que pode existir dentro de um sistema planetário, é tão forte, que se torna impossível registrar a luz refletida de corpos celestes localizados em sua proximidade.
Hoje, porém, mesmo os métodos de observação indiretos somente obtêm sucesso na localização de exoplanetas que tenham massas próximas à de Júpiter ou Saturno.
Contudo, os cientistas estão muito mais interessados na questão da existência de exoplanetas similares à Terra, nos quais exista a potencialidade para a vida, seja lá de que forma for.
Certas condições são necessárias para manter a vida, tal como a conhecemos. Estas condições são uma grande quantidade de água em estado líquido no planeta, bem como uma atmosfera com composição, densidade e temperatura específicas.
Até agora, a medição desses parâmetros em planetas distantes poderia parecer uma tarefa impossível, mas um novo desenvolvimento de cientistas do Centro para Tecnologias de Fibra Infravermelha, da Universidade Federal dos Urais, na Rússia, possui o potencial para solucionar estes problemas.
Em quase 30 anos, um dos laboratórios do centro, sob a liderança de Liya Zhukova, tem desenvolvido um tipo completamente novo de ‘guia de onda’.  Graças a estas guias, pesquisas muito mais precisas dentro do espectro de luz emitido pelos exoplanetas está se tornando possível.  Isto, por sua vez, ajuda a mensurar a composição, temperatura e densidade do ar que circunda um planeta, bem como a presença de vapor d’água dentro dessa atmosfera.
A natureza única das ‘guias de ondas’ criadas pelos cientistas dos Urais está em suas características ópticas específicas.  Elas são capazes de interceptar a radiação estelar e de intensificar a luz refletida por um exoplaneta.
Desta forma, é possível ver planetas similares à Terra com a ajuda de um telescópio equipado com nossos ‘guias de ondas’ agindo como filtros“, disse o Professor Aleksandr Korsakov, um dos criadores das novas ‘guias de ondas’.
A fibra óptica possui estas propriedades devido ao uso de compostos de halógenos e metais, inclusive cloro, bromo e iodo.  Cristais halides cultivados no laboratório de Zhukova são a base para o novo tipo de fibra óptica.
Além disso, a aplicação desta nova tecnologia não está limitada à procura por exoplanetas.  Ela pode ser usada para resolver alguns desafios terrestres que requerem a definição da composição da matéria, em termo do espectro de luz , seja passando ou seja refletida por ela.  Estes desafios existem, por exemplo, nas indústrias químicas, petroquímicas e de alimentos.
Esperemos que esta nova tecnologia possa nos trazer em breve notícias de mundos habitados fora de nosso sistema solar, e que estas notícias convençam definitivamente os cientistas (corporativos) de que não estamos sós no universo.
n3m3
Fonte: indrus.in


Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/10/nova-fibra-optica-pode-acelerar-a-descoberta-de-exoplanetas-que-abrigam-vida/#ixzz2hNTZ6r00
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Oxigênio na atmosfera de exoplanetas

Oxigênio na atmosfera de exoplanetas

Em artigo de Salvador Nogueira, publicado no site da Folha de São Paulo:
oncepção artística de Gliese 667Cd, um dos três mundos na zona habitável da estrela Gliese 667C. Será que dá para a gente respirar por lá?
Concepção artística de Gliese 667Cd, um dos três mundos na zona habitável da estrela Gliese 667C. Será que dá para a gente respirar por lá?
Não sei quanto a você, mas esta me deixou arrepiado. Um grupo internacional de pesquisadores, envolvendo americanos, argentinos e um chinês, usou o Telescópio Espacial Hubble para identificar planetas similares à Terra que podem muito bem ter uma atmosfera rica em oxigênio.
Entre esses mundos com ar potencialmente respirável por criaturas como nós estão os planetas localizados na zona habitável da estrela Gliese 667C, uma anã vermelha a meros 22,7 anos-luz daqui, parte de um sistema estelar triplo.
Trata-se de uma recordista em mundos na região do sistema em que a água — composto essencial à vida — pode se manter em estado líquido. Dos sete planetas ao redor de Gliese 667C, três estão na zona habitável! E o melhor de tudo: são superterras, possivelmente similares ao nosso mundo, só que um pouco maiores…
-Salvador Nogueira
Para ler o restante do artigo, favor acessar o site de origem: Folha de São Paulo
n3m3
Colaboração: Marcelino

Leia mais: http://ovnihoje.com/2013/10/08/oxigenio-na-atmosfera-de-exoplanetas/#ixzz2hHB36Ewn 
Follow us: @ovnihoje on Twitter | ovni.hoje on Facebook


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Conhecimento: Pangéia e a teoria da deriva continental

Conhecimento: Pangéia e a teoria da deriva continental

Conhecimento: Pangéia e a teoria da deriva continental
A idéia de que os continentes não estiveram sempre na mesma posição em que se encontram foi proposta pela primeira vez em 1596, pelo holandês Abraham Ortelius, que sugeriu que Américas foram cortadas e afastadas da Europa e da África pela ação dos terremotos. Já naquela ocasião Ortelius dizia que "os vestígios da ruptura eram fáceis de verificar, bastando que se examinasse um mapa-múndi com bastante atenção".
Pangeia
Entretanto, somente após a publicação de uma teoria chamada "Deriva dos Continentes", proposta pelo meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener em 1912 é que a idéia do movimento dos continentes foi cientificamente considerada. A teoria argumentava que há cerca de 200 milhões de anos havia um único supercontinente chamado Pangeia, que começou a se partir.
Da mesma forma que Ortelius três séculos antes, Wegener também se apoiava em grande parte pelo encaixe absolutamente notável entre as costas da América e da África. Entretanto, o alemão também estava intrigado com enorme semelhança das estruturas geológicas, fósseis, plantas e animais encontrados tanto na América do Sul como na África, atualmente separados pelo Oceano Atlântico.Alfred Lothar WegenerPara Wegener, era fisicamente impossível que aqueles organismos tivessem nadado ou sido transportados através de tamanha distância oceânica. Para o cientista, a presença de idênticas espécies ao longo das costas africana e sul americanas eram a evidência que faltava para provar que alguma vez os dois continentes já estiveram unidos.
O rompimento de PangéiaBaseando-se na teoria de Wegener, o professor Alexander Du Toit, da Universidade de Johanesburgo, propôs que inicialmente o supercontinente Pangéia se rompeu e se dividiu em dois grandes continentes: a Laurásia, no hemisfério Norte e Gondwana no hemisfério sul. Com o passar do tempo ambos os continentes continuaram a se partir, dando origem aos continentes que hoje conhecemos.
No entender de Wegener, a fratura de Pangeia explicava a existência dos fósseis semelhantes em ambos os continentes e também as diversas evidências de mudanças climáticas. De acordo com Wegener, a descoberta de fósseis de plantas tropicais emdepósitos de carvão na Antártida mostrava que o continente gelado já esteve alguma vez próximo ao equador, onde o clima temperado permitiu seu desenvolvimento. Além disso, depósitos de materiais glaciares nas regiões áridas da África reforçaram ainda mais a teoria Deriva dos Continentes.
Forças descomunaisApesar das evidências estarem bem fundamentadas, a teoria da "Deriva Continental" não foi bem recebida pelos cientistas da época, especialmente nos EUA. O problema enfrentado por Wegener é que ele não conseguia explicar satisfatoriamente uma pergunta crucial feita pelos seus pares: afinal, que tipo de força tão poderosa podia mover as descomunais massas continentais ao longo de distâncias tão grandes?
Em seus estudos, Wegener argumentava que os continentes estavam se separando através do fundo do oceano, mas essa afirmação foi brilhantemente contra-argumentada por um notável geofísico inglês chamado Harold Jeffreys, que demonstrou que era fisicamente impossível à uma massa tão grande de rocha sólida separar-se através do fundo do oceano sem que se fragmentasse.
Somente após a Segunda Guerra Mundial é que a teoria de Wegener foi finalmente comprovada, ironicamente pelos norte-americanos que antes não viam com bons olhos a idéia do movimento continental. Foram os esforços de guerra acabaram por criar diversos equipamentos de sondagem que permitiram analisar com maior precisão o fundo do oceano. Os ecos de sonar revelaram um novo mundo, repleto de cordilheiras, penhascos e ranhuras que mostravam claramente o afastamento do leito submarino em diversas regiões dos oceanos.
Placas tectônicasA compreensão e o estudo da Deriva Continental mostraram que a crosta terrestre, mais precisamente a litosfera - que engloba toda a crosta e a parte superior do manto até cerca de 100 km de profundidade - está quebrada em um determinado número de placas rígidas, que se deslocam em movimentos horizontais. Essas placas são conhecidas popularmente como placas tectônicas.
placas tectônicas
Esse movimento ocorre porque a litosfera, mais leve e fria praticamente flutua sobre o material mais quente, denso e parcialmente fundido que existe alguns quilômetros abaixo. É nessa parte viscosa, dos primeiros 200 km da astenosfera, que são geradas as correntes de convecção responsável pelo mecanismo que movimenta as placas tectônicas.
As placas deslizam ou colidem uma contra as outras a uma velocidade variável de 1 a 10 cm/ano. A compressão ou deslizamento entre elas produz gigantescas forças mecânicas que crescem à medida que se movimentam, gerando tensões e deformação nas rochas. Quando a tensão atinge o ponto de ruptura da rocha, toda a energia armazenada é repentinamente liberada, produzindo os terremotos.
Corte transversal da Terra
Justamente na borda entre as placas, ao longo de faixas estreitas e contínuas é que se concentra a maior parte da sismicidade da Terra. É também próximo às bordas que o material fundido existente no topo da astenosfera ascende até a superfície e extravasa ao longo de fissuras ou canais, formando os vulcões.
Artes: No topo, Pangéia e a localização dos continentes atuais, seguido de um vídeo explicativo que mostra a ruptura do supercontinente e a formação atual. Na sequência, o meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener, que em 1912 propôs a teoria da deriva continental. Acima, a disposição atual das placas tectônicas e o corte transversal da Terra, mostrando a localização das principais camadas geológicas. Crédito: Apolo11.com/Wikimedia Commons/Youtube. Direitos Reservados É vedada a utilização deste texto Leia nosso Termo de Uso e saiba como publicar este material em seu site ou blog 


Ocorreu um erro neste gadget

LIKE-FACEBOOK

VISITORS

free counters

solar terrestrial data