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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Nova fibra óptica pode acelerar a descoberta de exoplanetas que abrigam vida

Nova fibra óptica pode acelerar a descoberta de exoplanetas que abrigam vida


Os astrônomos agora focam na descoberta de exoplanetas que possam abrigar a vida.
Os astrônomos agora focam na descoberta de exoplanetas que possam abrigar a vida.
Cientistas de Yekaterinburg desenvolveram ‘guias de ondas’ para ajudar os astrônomos a decidirem quais planetas fora de nosso sistema solar são mais prováveis de abrigar a vida.
Um das descobertas mais significativas em astronomia nas recentes décadas foi a dos, assim chamados, exoplanetas; ou planetas que orbitam estrelas além dos limites de nosso Sistema Solar.
O primeiro desses planetas ‘extrasolares’ foi descoberto em 1988 e, até o presente momento, os cientistas já descobriram perto de 1.000 exoplanetas.
Embora uma teoria sobre a existência de exoplanetas já havia sido proposta na metade do século XIX, mais de um século teve que se passar antes dela ter sido confirmada.
A procura por estes corpos celestiais é muito complexa, sendo a principal dificuldade o fato de que nem os tradicionais telescópicos ópticos e nem os rádios telescópios mais modernos são completamente capacitados para este tipo de pesquisa.  A radiação de uma estrela, que pode existir dentro de um sistema planetário, é tão forte, que se torna impossível registrar a luz refletida de corpos celestes localizados em sua proximidade.
Hoje, porém, mesmo os métodos de observação indiretos somente obtêm sucesso na localização de exoplanetas que tenham massas próximas à de Júpiter ou Saturno.
Contudo, os cientistas estão muito mais interessados na questão da existência de exoplanetas similares à Terra, nos quais exista a potencialidade para a vida, seja lá de que forma for.
Certas condições são necessárias para manter a vida, tal como a conhecemos. Estas condições são uma grande quantidade de água em estado líquido no planeta, bem como uma atmosfera com composição, densidade e temperatura específicas.
Até agora, a medição desses parâmetros em planetas distantes poderia parecer uma tarefa impossível, mas um novo desenvolvimento de cientistas do Centro para Tecnologias de Fibra Infravermelha, da Universidade Federal dos Urais, na Rússia, possui o potencial para solucionar estes problemas.
Em quase 30 anos, um dos laboratórios do centro, sob a liderança de Liya Zhukova, tem desenvolvido um tipo completamente novo de ‘guia de onda’.  Graças a estas guias, pesquisas muito mais precisas dentro do espectro de luz emitido pelos exoplanetas está se tornando possível.  Isto, por sua vez, ajuda a mensurar a composição, temperatura e densidade do ar que circunda um planeta, bem como a presença de vapor d’água dentro dessa atmosfera.
A natureza única das ‘guias de ondas’ criadas pelos cientistas dos Urais está em suas características ópticas específicas.  Elas são capazes de interceptar a radiação estelar e de intensificar a luz refletida por um exoplaneta.
Desta forma, é possível ver planetas similares à Terra com a ajuda de um telescópio equipado com nossos ‘guias de ondas’ agindo como filtros“, disse o Professor Aleksandr Korsakov, um dos criadores das novas ‘guias de ondas’.
A fibra óptica possui estas propriedades devido ao uso de compostos de halógenos e metais, inclusive cloro, bromo e iodo.  Cristais halides cultivados no laboratório de Zhukova são a base para o novo tipo de fibra óptica.
Além disso, a aplicação desta nova tecnologia não está limitada à procura por exoplanetas.  Ela pode ser usada para resolver alguns desafios terrestres que requerem a definição da composição da matéria, em termo do espectro de luz , seja passando ou seja refletida por ela.  Estes desafios existem, por exemplo, nas indústrias químicas, petroquímicas e de alimentos.
Esperemos que esta nova tecnologia possa nos trazer em breve notícias de mundos habitados fora de nosso sistema solar, e que estas notícias convençam definitivamente os cientistas (corporativos) de que não estamos sós no universo.
n3m3
Fonte: indrus.in


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